9.5.09

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Hoje fui às marionetas.
E vi um magnífico espectáculo!

684


















683








E percebe-se que tenha começado, e vai ser muito feio.
Porque todos aqueles que colaboraram com o Narciso Miranda ao longo dos anos já começaram a dizer dele o que para aí temos ouvido: que é um tiranete, que persegue as pessoas, que lhes causa mal, que é vingativo, que faz o mal voluntariamente, que é execrável.
Estiveram com ele e ao lado dele enquanto o fez.
Na altura não denunciaram essas situações, não as combateram, não se demarcaram delas.
Nem sequer se demitiram dos lugares que ocupavam para, pelo menos, darem a aparência que não serem cúmplices, como efectivamente foram.  
.
Agora, receosos de perder o poder, acantonados à volta da candidatura do Guilherme Pinto, é que denunciam aquilo com que publica e pacificamente foram efectivamente coniventes.
Continuam a dar demonstração do carácter que tem. Ou da falta dele.

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Colocaram aí abaixo o comentário que segue.
Reproduzo-o aqui e fico à espera, para ver se aparece traço disto nos ajustes directos, embora esteja mais dado a crer que estas contratações são feitas «à tabela seca», como melhor que eu bem saberá o autor do comentário.


A LIFT QUE, DIZ-SE NOS BLOGS LOCAIS, TEM CONTRATO COM A CÂMARA MUNICIPAL DE MATOSINHOS, JÁ TRABALHA NA CAMPANHA DO PS:
Nota de Imprensa distribuida pela Lift:

JANTAR DE APOIO À RECANDIDATURA DE GUILHERME PINTO COM A PRESENÇA DE VARIAS FIGURAS DE ANTERIORES E ACTUAL MANDATO

Matosinhos, 8 de Maio - No ambito das eleições autarquicas 09, tem hoje lugar um jantar de apoio à recandidatura de Guilherme Pinto à Câmara Municipal de Matosinhos, com vices-presidentes de anteriores mandatos da autarquia de Narciso Miranda e o actual vice presidente da CMM.
O jantar vai contar com a presença de algumas figuras de destaque de anteriores mandatos da autarquia, os vive presidentes Fernando Miranda (82/85 85/89) Guilherme Vilaverde ( 89/93) Jose Manuel Dias da Fonseca ( 93/97) Manuel Seabra (97/01). Entre 2001 e 2003 o cargo foi ocupado pelo próprio Guilherme Pinto.
O actual vice presidente, Nuno Oliveira, é outra das presenças confirmadas para este jantar de homenagem a Guilherme Pinto, no qual os convidados irão manifestar todo o seu apoio pessoal e politico ao actual presidente da autarquia, apelando à sua recandidatura.
O jantar irá realizar-se, pelas 20.00 horas, no restaurante Trás d´orelha, rua herois de frança, 549, Matosinhos.

Para mais informações, contactar:
jose.vasconcelos@lift.com.pt - 934827485;
Raquel.pires@lift.com.pt - 918267701

PERGUNTA INOCENTE:
A Ser verdade o contrato da Lift com a autarquia, isto não será passivel de processo crime?
Não deveria a autarquia explicar publicamente todo este imbroglio??? 


Publicada por RUI OLIVEIRA E COSTA em O Leixão a 5:43 PM

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No PORTUGALDOSPIQUENINOS

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Líder do PSD - Matosinhos admite concorrer à câmara

A presidente da comissão política concelhia do PSD, Clarisse Sousa, não coloca de parte a possibilidade de ser ela própria a encabeçar a lista do partido à presidência da autarquia matosinhense. "Sou presidente da concelhia, vivo em Matosinhos há mais de 35 anos, trabalho em Matosinhos, fui candidata a uma junta... Porque é que, em último recurso, não posso ser eu?", questiona em declarações ao PÚBLICO. Clarisse Sousa opõe-se à indicação do nome de uma mulher que não resida no concelho - "não quero ninguém de fora" - e diz que "há muitas mulheres em Matosinhos que podem ser candidatas, como Rosário Loio, por exemplo".
Com Agostinho Branquinho e Marco António Costa fora da corrida, os sociais-democratas procuram agora um nome consensual, mas há divergências entre concelhia e distrital quanto à escolha do candidato.
O PÚBLICO apurou que um dos nomes que a líder concelhia chegou a sugerir foi o do seu filho, que já foi vereador em Matosinhos, no tempo de Montalvão Machado. "Há muito tempo que as pessoas que estiveram com Montalvão Machado não são convidadas pelo partido para integrar as listas", lamentou a dirigente. "O partido pode ficar descansado, porque o meu filho está fora da questão. Não precisa da política para nada, é advogado". Confrontada se o nome do seu filho consta da lista de candidatos que a concelhia apresentou à distrital, Clarisse não se abriu: "Tanto pode estar como não estar, mas não vai ocupar cargo nenhum".
O líder distrital do PSD-Porto terá pedido à concelhia para indicar o nome do candidatao à Câmara de Matosinhos até segunda-feira. 
A presidente da comissão política concelhia do PSD, Clarisse Sousa, não coloca de parte a possibilidade de ser ela própria a encabeçar a lista do partido à presidência da autarquia matosinhense. "Sou presidente da concelhia, vivo em Matosinhos há mais de 35 anos, trabalho em Matosinhos, fui candidaa a uma junta... Porque é que, em último recurso, não posso ser eu?", questiona em declarações ao PÚBLICO. Clarisse Sousa opõe-se à indicação do nome de uma mulher que não resida no concelho - "não quero ninguém de fora" - e diz que "há muitas mulheres em Matosinhos que podem ser candidatas, como Rosário Loio, por exemplo".
Com Agostinho Branquinho e Marco António Costa fora da corrida, os sociais-democratas procuram agora um nome consensual, mas há divergências entre concelhia e distrital quanto à escolha do candidato. 
O PÚBLICO apurou que um dos nomes que a líder concelhia chegou a sugerir foi o do seu filho, que já foi vereador em Matosinhos, no tempo de Montalvão Machado. "Há muito tempo que as pessoas que estiveram com Montalvão Machado não são convidadas pelo partido para integrar as listas", lamentou a dirigente. "O partido pode ficar descansado, porque o meu filho está fora da questão. Não precisa da política para nada, é advogado". Confrontada se o nome do seu filho consta da lista de candidatos que a concelhia apresentou à distrital, Clarisse não se abriu: "Tanto pode estar como não estar, mas não vai ocupar cargo nenhum".




No "Local Norte" do  PÚBLICO 

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Não podiam ter pensado melhor antes da «votação secreta»?

Ou assustaram-se com a reacção do populacho?


Aumentam as críticas à lei do financiamento

Socialistas admitem que Cavaco vete diploma que PSD já aceita reformular


No JN

PS e PSD já admitem mudar lei do financiamento partidário 

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Não me parece que seja a melhor maneira de «lá» chegar!

1
"Mas primeiro, a drª Elisa vai ao Parlamento Europeu", acrescenta, de imediato, Alfredo Fontinha. "Vou só dar o nome e volto", garante, instintivamente, Elisa Ferreira.

2
"Sinceramente, eu quero vir para o Porto. Quero-vos pedir que me ajudem a conquistar a Câmara do Porto. O meu objectivo é sair de onde estou e trabalhar para a cidade", assegura.

3
"Pintaram os bairros, mas esqueceram-se de vos dizer que o dinheiro é do Estado, é do PS", diz. 

No JN

8.5.09

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A loja americana que veste Sócrates

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TEMOS QUE GARANTIR OS NOSSOS POSTOS DE 
TRABALHO SE PERDERMOS AS ELEIÇÕES


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Afinal não é só o Vital que, vitíma de violência doméstica, sai nas primeiras páginas dos jornais!
(ou aquilo não foi uma questão entre ele e os ex-companheiros?)


O dito Vital faz fretes ás multinacionais AQUI 
(dando eu a mão à palmatória de um comentário atento)




video

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7.5.09

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No KAOS

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Política
 - 07-05-2009 
Henrique Neto acusa PS de Sócrates de favorecer a corrupção


Henrique Neto acusa o PS de favorecer a corrupção. Para o antigo dirigente socialista, a recente aprovação da lei do financiamento dos partidos e o não às propostas da oposição para penalizar o enriquecimento ilícito, são provas, diz Henrique Neto de que o partido dirigido por José Sócrates não está interessado em combater a corrupção.

Mas as críticas do antigo deputado socialista não se resumem ao PS. Henrique Neto considera que o Parlamento fica manchado com a aprovação da lei do financiamento dos partidos.

Em declarações ao Rádio Clube, Henrique Neto diz também que não é desejável a reedição de um governo de Bloco Central, caso nenhum dos partidos consiga a maioria absolutas nas próximas legislativas. Para o antigo dirigente socialista um executivo PS-PSD só vai marginalizar ainda mais os cidadãos.

O antigo deputado socialista defende ainda que, caso o PS não consiga a maioria absoluta, deve tentar governar sozinho e procurar fazer acordos pontuais.


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Há lutas que vale a pena travar 
(e que são mais eficazes em ano de eleições)




Acabou a guerra dos contentores. Lisboa vai ter um jardim
por Ana Sá Lopes, Publicado em 07 de Maio de 2009

No recem chegado: 

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Notícias da LIFT CONSULTING






Direito de Acesso 

Denúncia de David Teixeira da Silva contra a Lift Consulting por recusa da acreditação solicitada para o festival RockinRio – Lisboa 2008 
(Deliberação 1/DAC/2009)





Conselho Regulador deliberou não ter ficado demonstrado o desrespeito das condições de igualdade exigíveis, deliberando assim não dar seguimento a esta denúncia e determinar o seu consequente arquivamento.


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Não se conhecendo a Manuel Algre nenhum projecto político concreto senão o de chegar a presidente da república, será crível que vai sair do PS? 

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(remodelado)




No «campeonato» do PÚBLICO


Guilherme Pinto 2 - António Parada 0

Critérios editoriais:  

Ontem ocorreram em Matosinhos dois factos noticiáveis (além do atropelamento do metro):

- A Junta de Freguesia procedeu à entrega dos primeiros cartões sociais.

- O Dr. Pinto anunciou mais obra de fachada: 
O convento foi destruído, mas ainda existem algumas pedras, não só na área, mas também aplicadas em muros das imediações. Apesar do espaço ser privado, a Câmara já obteve resposta positiva por parte dos proprietários, que se "mostraram sensíveis quanto a questões de património e cultura". Segundo o autarca de Matosinhos, isso possibilitará contar melhor a história de Bouças e tornar o sítio visitável. 
Para já, e no dia em que fez exactamente cem anos, o concelho de Matosinhos assinalou a data com a colocação de uma placa comemorativa do centenário, no local do antigo mosteiro. E na próxima reunião de câmara vai ser votada a abertura de um concurso para ajardinar toda a zona entre o tribunal e o IP4.

E, ainda:

A cerimónia de "assinatura" do "protocolo" de "construção" do "futuro" posto da GNR de Perafita, que o Dr. Pinto vai oferecer com o dinheiro da Câmara ao Governo

O PÚBLICO de hoje ignora o primeiro daqueles factos e dá aos outros quase duas páginas de cobertura.
Pela pena de uma jornalista que curiosamente - e por coincidência ou talvez não - assina com os apelidos Santos Silva. 

665

No KAOS

6.5.09

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663







Financiamento dos partidos




06-05-2009 1:00

“Nova lei é uma pouca vergonha” defende João Cravinho

662




Finalmente todos de acordo

Foi um dia histórico na AR: todos os partidos, da direita à esquerda, de acordo. Inacreditável? Não, tratava-se de aumentar de 22.500 para 1.257.660 euros - 5 500% de aumento! - o valor que os partidos podem receber em "cash" (notas, arame, guita, maravedis, pilim…). E, já que estavam com a mão na massa, decidiram alargar ainda as subvenções que recebem do Orçamento de Estado.

A justificação é que o eleitorado do PCP não usa cheques nem cartões multibanco, e deve poder ir buscar ao colchão 1 257 660 euros em notas para entregar no Centro de Trabalho mais próximo. Guerra Junqueiro falava, há mais de cem anos, de partidos "análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais (…) como metades do mesmo zero, não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão (…) de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar". Afinal, cabem. E é fácil imaginá-los a repetir uma das "Ladaínhas modernas" do mesmo Junqueiro correcta e aumentada: "S. Venha-a-Nós, satisfazei-nos este desejo, /S. Venha-a-Nós, este desejo timorato: / S. Venha-a-Nós, fazei do país um queijo, / S. Venha-a-Nós, e fazei de nós um rato".

5.5.09

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O Jornal de Notícias de ontem trazia (apenas na edição em papel) uma curiosa notícia, não assinada, sobre o PS de Matosinhos.
Dela ficamos a saber que o Secretariado da Comissão Política Concelhia determina e manda publicar (no JN) que:
1 - Há uma «orientação política nacional que determina a recandidatura dos presidentes de Câmara em exercício».

2 - Ele, secretariado da C.P.C. «decidiu propor à Comissão Política Concelhia que, "nos mesmos termos, sejam aceites as candidaturas dos presidentes de junta que comunguem inequivocamente do programa político do candidato" à Autarquia».

3 - Que entende o dito secretariado que só podem candidatar-se às Juntas os actuais presidentes «que tenham vindo a ter uma postura coerente com essa opção política». (supostamente a do candidato a candidato)

Ora, e salvo o devido respeito:
- Alguém se esqueceu que a competência para a escolha dos candidatos ( à presidência e aos demais lugares nas listas) é dos órgãos próprios a quem está atribuída nos estatutos, e que não há «orientação política nacional»  que possa subverter essas competências.
- Ainda não há candidato à Autarquia (supõe-se que se quer dizer Câmara), cuja escolha é da competência da Comissão Política e não do respectivo secretariado, e muito menos do candidato a candidato. Pode até dar-se o caso de que haja mais do que um!
- Logo, também não há, ainda, programa político do candidato.
- O programa político do candidato «a haver» é para as políticas a executar na Câmara e não nas Juntas.
- Quem tem competência estatutária para escolher os candidatos às Juntas são as Secções e não a C. P. C., e muito menos o respectivo secretariado.
- A pretendida "fidelidade" ao ainda inexistente programa político do ainda inexistente candidato é uma charada que só se percebe por se saber quem está por traz disto, e o que quer.

Em suma, o Dr. Pinto quer que só sejam candidatos aqueles que não o criticam e se sujeitam a obedecer aos seus ditames.
Pena que o Dr. Pinto não seja dono do partido, nem dos militantes, nem mande nas suas opções, nem lhes possa impor a sua vontade.
 
Em tempo: ver também aqui

4.5.09

660











Câmara de Matosinhos dá terreno a firma que produz o Magalhães

Propriedade de 26 mil metros quadrados será cedida gratuitamente para a expansão da fábrica
CARLA SOFIA LUZ

A Câmara de Matosinhos prepara-se para ceder, gratuitamente, uma propriedade municipal de 26 mil metros quadrados à empresa que produz os computadores Magalhães. A JP Sá Couto, instalada em Perafita, quer expandir a fábrica.

A decisão é tomada hoje à tarde na reunião do Executivo. O acordo - a estabelecer ao abrigo das medidas pró activas anti-crise aprovadas pela Autarquia em Março deste ano e que contempla a possibilidade de cedência de terrenos municipais para a instalação de empresas - visa apoiar a sociedade na construção de uma nova unidade industrial para a produção de computadores, de boards e outros produtos informáticos. O objectivo é aumentar a capacidade de fabrico dos computadores Magalhães.

Na minuta do protocolo, a que o JN teve acesso, assinala-se que as novas linhas de produção permitirão fabricar cerca de 250 mil portáteis por mês. O investimento da JP Sá Couto na expansão totalizará 11 milhões de euros e permitirá criar 320 "postos de trabalho efectivos". A empresa possui instalações na Rua da Guarda, na freguesia de Perafita. "Graças ao sucesso do portátil Magalhães, aliado à inexistência de produtores de boards na União Europeia, a empresa vê-se obrigada a ampliar a sua capacidade produtiva", pode ler-se na proposta, que deverá ser aprovada. O PS detém a maioria no Executivo.

A par do "sucesso" e da "notoriedade" dos portáteis com contratos de exportação para países africanos e da América Central e do Sul, a Autarquia destaca o aumento de volume de negócios da sociedade que, de 2006 para 2007, passou de 65 para 96 milhões de euros. A proposta dá conta, ainda, dos números da política de captação de investimento. Desde 2005 estão 1,31 mil milhões de euros garantidos ou em fase de contratualização. "Tal reflectiu-se, até ao momento, na criação de 6360 postos de trabalho, perspectivando-se, até 2010, a criação de mais 4630 postos", especifica-se.

Os terrenos municipais em Perafita serão cedidos, em direito de superfície e "a título gratuito", por 25 anos. Findo esse prazo, a empresa poderá adquiri-los.

O protocolo contém uma cláusula de reversão. Caso não sejam cumpridos os prazos para o início de actividade (que não são referidos no documento), haja uma cessação da laboração por mais de um ano ou verifique-se a existência de uma "desconformidade do empreendimento com os projectos e os regulamentos" legais, os terrenos voltarão à posse do Município, sem que a sociedade tenha direito a indemnização.

Na sessão de hoje, será discutida, igualmente, a entrega de outro terreno camarário para a construção de um centro de formação profissional do Instituto de Emprego. O edifício, cuja área bruta será superior a 17 mil metros quadrados, destinar-se-á a acolher iniciativas de qualificação dos recursos humanos. Desde Outubro do ano passado que o desemprego sobe em Matosinhos. O centro de emprego do concelho contava, em Março deste ano, com 7942 desempregados inscritos, sendo que 3,6% procuram o primeiro emprego e 38,2% estão inscritos há mais de um ano. 70% dos desempregados têm mais de 35 anos.

"Há um desajustamento entre a oferta de emprego e as características dos desempregados, traduzindo-se num índice de satisfação da oferta de empregos de apenas 43%", lê-se na proposta de cedência da propriedade municipal ao Instituto de Emprego. 69,4% dos inscritos possuem como escolaridade máxima o terceiro ciclo do Ensino Básico.

Notas:

1 - Ainda ninguém conhece o «contrato» que levou á adjudicação da fabricação do Magalhães à J. P. Sá Couto.

2 - Não sabemos ainda quem financia a elaboração e comercialização dos ditos.

3 - A «venda» dos Magalhães para África e para a Venezuela tem sido um êxito? Quais são os «números»?

4 - Ao fim de 25 anos a J. P. Sá Couto pode comprar o terreno: 

Por quanto? Em que condições? Tem direito a qualquer indemnização pelas obras que lá tenha construído? Pode ceder o direito que agora lhe é conferido a outrém? Em que condições? 

5 - Se a «crise» acabar antes dos 25 anos - como é possível - isso não terá nenhuma influência neste negócio?

6 - Justifica-se que uma Câmara disponha gratuitamente de património imobiliário próprio a favor de uma empresa privada?

7 - Qualquer outra empresa - que não seja "bandeira" do regime - pode aspirar a igual benesse?