19.9.09

1241

video

1240




Na matéria candente que aí anda em discussão com o fim de esconder outras misérias, penso ZON:




O engenheiro de domingo podia viver sem «escutar» o Dr. Cavaco?
Podia!

Mas não era a mesma coisa!

O Dr. Cavaco podia viver fazendo as coisas de cara aberta, sem mandar recados aos jornais pelas suas empregadas domésticas?
Podia!

Mas não era a mesma coisa!



.

1239

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Sugira uma legenda:


A48 (141) por Narciso Miranda Matosinhos Sempre.

18.9.09

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Director do Público diz que jornal pode estar sob escuta

Hoje às 09:27

O director do Público considerou que o jornal que dirige está sob escuta, uma vez que o acesso ao e-mail enviado por um editor deste jornal só pode ter sido feito pelos serviços secretos. À TSF, José Manuel Fernandes afirma que toda esta questão parece «confirmar as suspeitas do Presidente da República».

na TSF

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Curto e grosso

Joé Miguel Júdice no «Público» de hoje:

«O PS e o PSD não irão provavelmente fazer qualquer coligação. Isso não desagradaria a um PS inteligente, pois poderia assegurar um governo de legislatura, a vitória (negociada) de Cavaco no início de 2011, o reforço carácter estruturante para o sistema político do PS e a sua indispensabilidade, o aumento da votação futura no CDS, a redução do papel liderante à direita do PSD.»

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Matosinhos: Narciso Miranda janta com socialistas, entrando na sala ao colo de um apoiante



no JN

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FERNANDO LIMA

Assessor de Cavaco Silva encomendou caso de escutas

Hoje

Documentos provam que foi o principal assessor de Cavaco Silva, Fernando Lima, quem deu indicações ao editor do jornal Público, Luciano Alvarez sobre as suspeitas de o Presidente estar a ser vigiado pelo Governo. Leia a história e os documentos que a sustentam hoje no DN

1230


Três dos seis monovolumes que acompanham a caravana ‘Avançar Portugal’ foram apreendidos no Barreiro

Campanha: Coima de 1110 euros anulada em dez horas

Governo perdoa multas a PS

Foram precisas apenas dez horas para ‘apagar’ as infracções que, anteontem, conduziram à apreensão de três carrinhas do PS, no Barreiro, e à passagem de uma multa de 1110 euros ao partido. Por ordem da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) – entidade que depende do Governo –, que alegou "a defesa do exercício de liberdades", a GNR devolveu as viaturas retidas, e perdoou a coima.


no CM

1229






Aeroporto

PS recusa autonomia do Sá Carneiro

O cabeça-de-lista do PS pelo círculo do Porto recusou uma gestão autónoma do Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, e sublinhou o compromisso do seu partido de manter a empresa Aeroportos e Navegação Aérea sob gestão pública. Alberto Martins falava num debate promovido pela Associação Comercial do Porto, no Palácio da Bolsa, em que participaram também os cabeças-de-lista de BE, CDU, PSD e CDS pelo círculo do Porto. 'O nosso compromisso é claro: há uma recusa da gestão independente dos aeroportos', disse Alberto Martins.


17.9.09

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Ele há quem diga e escreva coisas espantosas:



No concelho de Matosinhos só os ignorantes

ou portadores de alguma deficiência

é que poderão dizer mal de Narciso Miranda

enquanto foi presidente da câmara municipal.






(Além do mais é muito inclusivo)


Pode dizer-se mal do comedor antes ou depois de ter sido presidente da câmra, sem correr o risco de passar a sofrer de deficiência.

Ou ainda:


Existem pessoas que por muito que tentem nunca passarão de mediocres,

tal é a sua constituição genética



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no JN

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sondagens para todos os gostos





Última sondagem dá vitória a Narciso Miranda

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na SABADO

Votos a 25 euros no PSD

Por:Vítor Matos

16 SETEMBRO 2009

O voto num determinado candidato pode custar 25 ou 30 euros. O PSD tem sido marcado por tantas disputas internas nos últimos anos, para a direcção nacional e para a distrital de Lisboa, que para melhorar o resultado eleitoral houve quem comprasse votos a militantes angariados em bairros sociais, denunciam militantes e ex-militantes do partido que aceitaram dar a cara fazendo depoimentos em vídeo para a SÁBADO. Entre outros, estas fontes (cujos testemunhos em vídeo pode ver no final do artigo) acusam os deputados António Preto e Helena Lopes da Costa de serem coniventes, dando cobertura a estas práticas, quando tiveram poder ou influência na distrital de Lisboa. Várias fontes da SÁBADO, que trabalharam de perto com António Preto ou Helena Lopes da Costa, confirmaram estas histórias. Refira-se que ambos entraram nas listas do PSD na quota da líder, Manuela Ferreira Leite, debaixo de uma chuva de críticas por estarem acusados em processos judiciais.
Em termos estatísticos, comprova-se que as principais secções do PSD na distrital de Lisboa duplicaram de militantes com quotas pagas entre 2002 e 2008, sendo que a secção “E” até sextuplicou os filiados. Muitas quotas são pagas indiscriminadamente por alguém que não os militantes. Uma das estratégias de angariação de inscritos no PSD passa pela contratação de avençados em juntas de freguesia que, para manterem os empregos, têm de garantir a manutenção do poder ao presidente da sua secção angariando militantes que votarão em quem lhes indicarem.
Manuela Ferreira Leite não respondeu às questões enviadas pela SÁBADO.

Testemunhos: - Ana Paula Silva, ex-militante do PSD
- Irene Lopes, militante do PSD
- José Moreira, ex-militante do PSD
- Felismino Vaz, militante do PSD
- Marcelino Figueiredo, ex-militante do PSD
Reacções
- Helena Lopes da Costa, candidata do PSD por Lisboa
- António Preto, candidato do PSD por Lisboa
- Rui Marques, presidente da secção H do PSD de Lisboa
- Ismael Ferreira, presidente da secção oriental do PSD de Lisboa

16.9.09

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Gostava de ter escrito isto:


Zé Neves no 5DIAS



De como o espírito positivo dá cabo do ímpeto reformista – argumentos para não se votar nem no Partido da Laurinda Alves nem no Partido do José Sócrates

Diz-se que é preciso sermos mais positivos e que não basta sermos críticos para que a realidade seja transformada. Traduzindo em votos, isto significaria que, ao registo crítico de Louçã e Jerónimo, deveríamos preferir o espírito positivo de Sócrates e de uma modernidade que brilha e rebrilha contra a imagem mais baça de uma Ferreira Leite tida como impávida, inerte, imóvel, imbecil.

De acordo com esta conversa do espírito positivo, enquanto Louçã e Jerónimo se limitariam a pregar o quanto pior melhor, de modo a anteciparem o dia da revolução, Sócrates procuraria passo a passo, grão a grão, ir melhorando o actual estado de coisas, gerindo o possível – e isto seria uma esquerda moderna e democrática.

O problema em tudo isto está naquilo que se entende por possível.

É que a política não é a simples gestão do possível mas sim uma luta pelo que é e deixa de ser possível e pelo que se entende como possível, impossível, necessário, inevitável. Isto mesmo deveria ficar à vista de toda e qualquer esquerda, mais não fosse por obra e graça da actual crise, que interrompe o que era inevitável e introduz o aleatório na ordem do previsível.

Quem diria, há um ano atrás, que um dos pontos fundamentais da actual campanha seriam as nacionalizações ou o reforço dos serviços públicos?

Para mim é claro que a escolha a fazer nas próximas eleições não é entre a reforma de uns e a revolução de outros.

Quando Sócrates afirma que Louçã é radical e que Jerónimo é utópico, a sua afirmação diz tanto acerca do revolucionarismo de BE e PCP como diz acerca dos limites do ímpeto reformista do PS.

A escolha a fazer nas próximas eleições é sim entre uma esquerda que propõe reformas que Sócrates considera serem revolucionárias – e não digo que não o sejam, limito-me a não me opor a reformas revolucionárias – e aquilo que o próprio Sócrates considera ser do domínio do possível.

A questão é sabermos se o possível do PS de Sócrates chega e basta e se o PS pode ser abandonado a si próprio, como foi ao longo destes últimos quatro anos de maioria absoluta.

Deixo dois exemplos de matérias onde o PS tem reclamado créditos reformistas.

Primeiro exemplo, a questão do aborto. É verdade que foi graças ao PS, ao PCP e ao BE, e a muitos outros e outras que estão fora do quadro partidário, que a despenalização da IVG finalmente ocorreu – mas importa não esquecer que foi graças ao PS que ela não sucedeu anteriormente.

Outro exemplo: será graças ao PS (pelo menos à maioria dos seus deputados), ao PCP e ao BE que o direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo poderá vir a ser reconhecido, mas é graças ao PS que ele ainda não o é. Dou estes exemplos mas não pretendo provar, através deles, que o PS de hoje tenha menos mérito nestas conquistas do que têm PCP e BE. Em política, as vitórias morais contam e devem ser distribuídas por tudo e todos que delas se reclamem.

Dou os exemplos para mostrar, isso sim, que no momento em que for votar convém ter em conta que o reformismo do PS de hoje tende a ser aquilo que o PS de ontem classificara como radicalismo de PCP e BE.

O reformismo do PS será tanto maior quanto maior for a força eleitoral de PCP e BE – como mostraram as europeias, não há melhor forma de levar o PS a tentar uma viragem à esquerda (por mais tímida que seja) do que fortalecer PCP e BE. É evidente que as reformas por que o PS hoje reclama alguns créditos à esquerda seriam impossíveis sem a força de PCP e BE.

A elasticidade – digamos assim – dos posicionamentos políticos do PS não deve levar a que os seus dirigentes sejam objecto de um juízo de carácter, como é frequente suceder à esquerda; a elasticidade assiste à generalidade dos agrupamentos político-partidários e é o fruto das andanças de uma coisa simples a que se pode chamar correlação de forças eleitorais, de tal modo que PCP e BE – também eles – fazem hoje propostas que ontem não faziam ou que não faziam de forma tão explícita.

Não se trata, em nenhum destes casos, PS, BE ou PCP, de uma questão de maior ou menor firmeza, mas sim de percebermos que as posições políticas não sucedem fora da história.

Mas, atenção, é também aqui que chega o ponto mais importante: o PS farta-se de dizer que BE e PCP devem viver com os pés assentes na terra e que devem fazer propostas políticas condizentes com os tempos que correm. Este lugar comum dos apoiantes de Sócrates arrisca-se, no entanto, a repetir simplesmente críticas de natureza conservadora dirigidas contra todo e qualquer projecto político de transformação, seja este de natureza reformista ou revolucionária.

Dizer que a política não sucede fora da história não nos deve obrigar a ser fiéis ao conservadorismo subjacente ao papão anti-comunista segundo o qual toda a proposta política de mudança é um gesto de natureza ditatorial e de engenharia social, papão que nesta campanha tem sido alimentado de forma tão perniciosa quer pelo PS quer pela direita.

Dizer que a política sucede na história pode ser um acto anti-conservador, na medida em que signifique dizer que a história e a política são terreno de conflito e não de ordem, sendo justamente a hostilidade do PS ao conflito que faz com que a sua crítica a PCP e BE se limite ao conservadorismo mais rude.

Pelo contrário, a maior firmeza político-ideológica de PCP e BE não deriva da força de carácter absoluta dos seus dirigentes, mas do lugar relativo em que se situam ante a realidade – e este lugar é o lugar de quem toma partido num conflito, de quem não é equidistante no conflito entre patrão e trabalhador, de quem não é equidistante no conflito entre fortes e fracos.

É verdade que PCP e BE se têm mantido mais firmes do que o PS na defesa de algumas posições e que o fizeram mesmo quando o ar dos tempos não lhes era muito favorável – a crítica do neoliberalismo, hoje na boca do PS, é a crítica que o PS de ontem classificava como sinal de radicalismo e totalitarismo económicos de uma esquerda que considerava ultrapassada e simplesmente estalinista; mas PCP e BE mantiveram-se fiéis a esta crítica porque, a partir do ponto de vista dos protagonistas das lutas sociais dos últimos anos, o neoliberalismo foi uma realidade que interessava destruir e nunca uma realidade que se poderia simplesmente aceitar como inevitabilidade histórica. O ponto de vista de PCP e BE não é apenas o ponto de vista científico que objectiva a sociedade em prol de políticas consensuais que visam a harmonia social, mas é também o ponto de vista crítico que avança políticas alternativas que têm os pés assentes na mesma terra em que se encontram sujeitos que lutam contra outros sujeitos.

Chamem a isto o populismo de quem toma partido pelos pobres, o apelo a que os fracos intensifiquem a luta de classes, a persistência de uma cultura de protesto ou a importância de um sindicalismo vivo e actuante para o futuro desenvolvimento económico do país – em qualquer dos casos, estamos a falar da importância da crítica e da recusa da equidistância.

Por isso, o que nos parecer ser a menor firmeza do PS – digo-o e repito-o porque estou ciente que palavras como acanhamento, coerência ou firmeza traem ao que venho – deve ser lido, isso sim, como sinal de um partido que não tem uma relação problemática com a realidade, porque é um partido obcecado com o projecto de representar o todo – a unidade nacional, o interesse geral, a sociedade – e que por isso se recusa a tomar partido.

Só quem toma partido é que faz um uso da crítica que a torna capaz de problematizar a realidade e é através das perguntas para as quais nem sempre se tem resposta que alguma vez se poderá chegar a uma resposta diferente das que existem já hoje oficializadas por comentadores, analistas, cientistas políticos e outros que tais.

Não há vontade de transformação – reformista ou revolucionária – sem uma relação problemática com a realidade. A constante excitação do PS com tudo o que é “pensamento positivo”, “diálogo”, “consenso”, “negociação”, “avançar”, “concertação”, “construir”, assim como a correspondente desvalorização pelo PS de tudo o que soe a “resistência”, “luta”, “conflito”, “crítica”, “protesto”, limita os horizontes políticos do PS ao reino pequeno e tacanho do óbvio.

Porque desvaloriza o que é negativo, o PS só toma como realista aquilo que é evidente e o evidente é o que continua e é incontornável e não o que é transformável e reformável; o evidente é a persistência do que tem acontecido, o simples peso da tradição e do que se herda.

Uma relação assim tão leviana e pacífica com a realidade impede a apreensão e adesão a qualquer sentido de mudança da realidade.

Como diz um futuro deputado do PS, que provavelmente nem reparou no significado do que estava a dizer, quem governa não pode denunciar. Ou seja, é deixar andar, é deixar-se andar.

O PS desvaloriza a utopia e a resistência e limita-se ao que se vê, nunca percebendo que há sempre mais do que uma forma de ver a realidade e que o que é impossível para uns chega a ser necessário para outros. Para muitos apoiantes de Sócrates é impossível acabar com a exploração laboral, para outras pessoas isso é simplesmente necessário.

A realidade não é um dado mas é um problema – para o bem e para o mal – e só uma esquerda que tenha problemas com a realidade é que merece o nosso voto. Se é para cultivar a paz social e a harmonia entre os seres humanos, rejeitar o conflito social e fazer apelos à unidade nacional e ao avanço de Portugal e acabarmos todos a regar as florzinhas do jardim e dar milho aos pombos no reino do contentamento, então mais vale votar no partido da Laurinda Alves do que no partido de José Sócrates.

O meu problema com o PS não reside no facto deste pretender ser, por natureza, um partido reformista; mas sim no facto do seu reformismo ser a tal ponto acanhado que conviria antes perguntar se é justificado falarmos de natureza reformista.


(permiti-me subdividir os parágrafos do texto)

1220




Se as razões do Domingos «sócio» são estas, não percebo porquê, e sobretudo não percebo porquê agora.

1219




A outra Ferreira Leite


Ao contrário de Sócrates no dia anterior, Manuela Ferreira Leite aceitou o jogo das entrevistas dos “Gatos Fedorentos” e resistiu à tentação de transformar aquilo em mais um debate ou comício. Enquanto Sócrates jogou sempre à defesa, procurando furtar-se às ironias do entrevistador levando as questões para o discurso redondo que trazia preparado e repetindo a monocórdica cassete, mil vezes ouvida nesta campanha, das razões da governação dos últimos quatro anos, Manuela Ferreira Leite foi espontânea, inteligente e… divertida, conseguindo quase sempre ter mais e mais sibilina graça do que o próprio Ricardo Araújo Pereira. Uma verdadeira revelação para quem esperava encontrar a dama de ferro sisuda e indisposta, até “salazarenta”, que dela fazem os adversários. Para a coisa ter sido perfeita só faltou o sal da auto-ironia. “Le humour est la chose la plus sérieuse du monde” (acho que é Jankélévitch quem o diz), e um político com humor diferente do sarcasmo ou da piada grossa, uma raridade. O problema de Manuela Ferreira Leite, para eleitores cépticos (e com memória), é quando decide falar a sério.

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ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2009

Sócrates admite alianças à esquerda

por Ana Sá Lopes, Publicado em 16 de Setembro de 2009


15.9.09

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1216


683622009-07-15Município de MatosinhosISAMAIA - Contabilidade Documentação & Serviços, LdaPrestação de serviços de trabalho temporário de apoio ao nível de Recursos Humanos para o Arquivo informático e organização documental do Arquivo Municipal67.000,00 €

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Da semântica eleitoral

Quando era pequeno julgava que Salazar fosse uma profissão. Era-se Salazar como se é carpinteiro, médico ou astronauta. E, até mudar de opinião e preferir ser detective, sempre quis ser Salazar quando fosse grande. Quando iam visitas lá a casa, minha mãe perguntava-me o que queria ser quando fosse grande só para me ouvir dizer que queria ser Salazar e ela e as visitas se rirem enternecidamente (nunca tive o bom senso da minha filha mais nova que, à mesma pergunta, respondia: "Não quero ser grande" ou "'Eles' bem querem pôr-me a trabalhar, mas eu nunca trabalharei"). Agora descubro que, afinal, Salazar é apenas um insulto, sem conteúdo específico algum, assim como chamar "boi" ao condutor que nos ultrapassa pela direita. Não há candidato nestas eleições que não chame Salazar a quem o ultrapassa pela direita; só Portas, como não pode ser ultrapassado pela direita, chama Salazar a quem (como Louçã, por causa de qualquer coisa relacionada com telemóveis) o ultrapassa pela esquerda. Estou em crer que, daqui a uns anos, os netos dos candidatos de hoje se insultarão chamando Portas uns aos outros.

14.9.09

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Mistificação Jornalística






Fui ontem alertado, por comentários colocados no post anterior, para a crónica do Provedor do Leitor do Público relativa à notícia - confabulada - das escutas à Presidência da República.

Não me tinha dado conta daquela crónica, e da sua importância (consequência de ler o jornal «on line» e não estar disposto a pagar assinatura).

É de facto relevante perceber como o «PUBLICO» criou, vergonhosamente, esta mistificação.

Não fica bem a ninguém, e muito menos a um jornal que se pretende de referência.

O texto é longo, e tem anexos, pelo que não o transcrevo aqui.

Mas pode ser lido no BLOG DO PROVEDOR .

(O CARLOS ALBERTO também já alertou para este assunto)

1211

Lido este texto no "Marés Vivas de Matosinhos" não posso deixar de pensar que falta nele uma pequena nota histórica:

Em 2005 NM mandou uns «moços bem intencionados» concorrer por ele à Câmara de Matosinhos.



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Coisas que se encontram na net:

O Tribunal de Contas e o contrato para a ampliação da piscina de Matosinhos.





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14 Setembro 2009 - 00h30

Opinião

Blog

José Sócrates tem um problema com as citações. A de Abel Salazar usada durante o debate com Manuela Ferreira Leite não era exatamente assim, embora viesse a despropósito. Quanto ao poema de Pessoa na série "intimista" da SIC, também há manifesta confusão entre Pessoa, Campos e Ricardo Reis.

O primeiro--ministro não estava à vontade nem ao falar de poesia nem dos "seus poetas" – aos quais "recorre com alguma frequência", a acreditar na sua palavra. Uma canção dos anos setenta perguntava muito simplesmente "pode alguém ser quem não é?" a este e outros propósitos. Ninguém pede a um candidato a primeiro--ministro que cite os mestres e tenha biblioteca. Pede-se-lhe, antes, que tenha mundo. O deslumbramento é mau caminho, sobretudo se soa a falso e é encenado com defeitos.

Francisco José Viegas, escritor