29.8.09

1138

Sem comentários:



From: jota.jota@sapo.pt
To: moschino_35@hotmail.com; eugeniokeiros@gmail.com; josemodesto@sapo.pt;olhardireito@gmail.com; carlosalbertoferreira@gmail.com;maarco.rodrigues@hotmail.com; claudiapaivasilva@gmail.com;isabelvccarmo@hotmail.com; mariorusso@netcabo.pt
Subject: Fw: participação na rádio
Date: Thu, 27 Aug 2009 23:14:34 +0100

Rectificado e definitivo

Programa de rádio na próxima 4ªfeira - CLUBE DOS PENSADORES - dia 2 de Setembro - 22 938 17 56 - Falam com o meu assistente Sr. José Silva .

4 minutos

Marco Rodrigues - Sérias Dúvidas - 19h14

Cláudia Silva - a Carroça da Clau - 19h 18

Vitor Maganinho - MatosinhosOnline - 19h 22

Eugénio Queirós - O Porto de Leixões - 19h26

José Modesto - José Modesto - 19h 30

Francisco Castelo-Branco - Olhar Direito - 19h34

Isabel Carmo - Joaninha - 19h38

Carlos Alberto - Cadsf - 19h42

Mário Russo - Clube dos Pensadores - 19h 46

Fazem uma introdução falando vosso projecto ou do que quiserem e depois fazem uma pergunta ou duas a Joaquim Jorge .

Desta vez em vez de dar a voz aos outros sou eu que terei voz convosco .

Como sempre não questiono ou procuro induzir perguntas mas espero que tenham conteúdo e sejam na defesa de JJ e do Clube.


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É o que nos falta.
Tem piada.
E, se cheirar ao engenheiro de domingo que conquista votos à esquerda, é bem capaz de se tornar verdade.



PRIMEIRO PLANO

Aprovada lei das "uniões sexuais fortuitas"

por Pedro Lomba, Publicado em 28 de Agosto de 2009
Há cada vez mais pessoas a escolher a relação sexual fortuita como forma de vida e o poder político não o pode ignorar...

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Peace by Pavel Constantin, Romania
The Art Of War In Afghanistan by RJ Matson, The St. Louis Post Dispatch
Ted Kennedy by Eric Allie, Caglecartoons.com
The Free Market by Adam Zyglis, The Buffalo News

28.8.09

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Ainda a união de facto

Com algum atraso, é certo, vamos à união de facto.
O Dr. Cavaco vetou a lei aprovada na Assembleia.
Fez bem, mas pelas más razões.
O que o levou a vetar foi além do seu conservadorismo inato a premência que já sente de marcar terreno para as presidenciais.
Mas a lei é má.

A necessidade de regulamentar a união de facto, ou não, emerge da filosofia e concepções que se tiver quanto ao casamento.

Se um estado impede determinados grupos ou tipos de pessoas - por exemplo e por facilidade os homossexuais - de casar, então deve criar um sistema que proteja quem quer casar e não pode; E os que com eles estabelecem relações jurídicas.
Há-de lhes ser possível, por exemplo, comprar um prédio em comunhão que não seja a compropriedade. E assumirem dividas em comum.
Mas há outro tipo de pessoas que podem beneficiar desse instituto: admitamos a mulher casada cujo marido desapareceu, por hipótese, num naufrágio, e o corpo não foi encontrado.
Pode ver-se compelida a instaurar acção para ser declarada a morte, acção que é complicada e com prazos longos.
E pode, entretanto, ter criado uma relação estável com outro homem; ou com outra mulher.
Essas relações dos que não podem legalmente casar devem ser reconhecidas e juridicamente tuteladas.

Coisa diversa é a situação daqueles que podendo legalmente casar não o querem fazer.
Aquele que quer criar uma relação estável e não quer casar, não pode contra a sua vontade, ver-se metido numa relação jurídica que não quis nem quer.
Quem quer casar, casa,
Quem não quer casar, e pode fazê-lo, não se deve ver compelido contra sua vontade num casamento de segunda ordem.
Ora era isso que a lei vetada faz de mal.
Impõe um regime a situações de facto, independentemente da vontade dos que nela estão.


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Elisa Ferreira acompanha ministro da Cultura em visita ao Porto que a câmara desconhece

Por Álvaro Vieira

Gabinete de imprensa do Ministério da Cultura garante não ter convidado Elisa Ferreira. Candidatura independente primeiro disse que sim, depois que não


A candidata apoiada pelo PS à presidência da Câmara do Porto, Elisa Ferreira, anunciou que hoje acompanharia a visita do ministro da Cultura, José Pinto Ribeiro, ao Porto. Na agenda enviada pela candidatura independente à comunicação social, define-se o seguinte programa: "10h45 - Visita ao Coliseu do Porto, a acompanhar a ida do ministro da Cultura a essa instituição. 12h15 - Visita ao Museu Nacional Soares dos Reis, com o ministro da Cultura. 13h - Almoço a convite do presidente da Câmara de Matosinhos, com a presença do ministro da Cultura e do arquitecto Álvaro Siza Vieira". Contactado pelo PÚBLICO, o gabinete de imprensa do Ministério da Cultura (MC) declarou que nem Elisa Ferreira nem qualquer outro candidato autárquico foram convidados a acompanhar José Pinto Ribeiro. Questionada também pelo PÚBLICO, sobre a condição em que Elisa Ferreira acompanharia o ministro, a assessoria da candidatura começou por dizer que a presença de Elisa decorria de um convite do ministério. Confrontada com o facto de o MC ter garantido que tal convite não havia sido formulado, a assessoria de Elisa Ferreira viria a rectificar que, afinal, a candidata estaria no Coliseu do Porto, por ser sócia da associação Amigos do Coliseu, e, em Matosinhos, por ter sido convidada pelo presidente da câmara local, o socialista Guilherme Pinto que se recandidata ao cargo. Apenas no Museu Nacional Soares dos Reis, acrescentou a mesma fonte, Elisa Ferreira acompanhará o ministro da Cultura, "enquanto candidata e cidadã interessada pelos eventos que dizem respeito ao Porto". A Câmara do Porto, presidida pelo social-democrata Rui Rio, que se recandidata, assegura que "não foi convidada nem informada" da visita do ministro da Cultura a instituições da cidade. Segundo o gabinete de comunicação da autarquia, a visita de José Pinto Ribeiro não foi objecto de qualquer comunicação por parte do MC nem ao presidente da câmara - que ontem esteve ausente da cidade, a assistir à apresentação do programa do PSD e a participar na Universidade de Verão do partido -, nem ao gabinete do vereador da Cultura. A câmara foi apenas informada da cerimónia a decorrer no Coliseu do Porto pela associação Amigos do Coliseu, da qual é sócia, acrescentou a mesma fonte. O candidato da CDU à Câmara do Porto, Rui Sá, critica a presença de Elisa ao lado do ministro da Cultura. "Se não foi convidada, vai como "penetra", comenta o comunista, para quem está em causa "um confusão entre funções de Estado e partidárias que não augura nada de bom para os dias que se avizinham". Para João Teixeira Lopes, candidato do BE, o facto de Elisa Ferreira acompanhar o ministro da Cultura demonstra que a candidatura independente apoiada pelo PS "está completamente governamentalizada". "Ainda por cima, vai mal acompanhada, pelo ministro que mais prejudicou as companhias do Porto e que mentiu à cidade sobre a Cinemateca, prometendo um pólo que será afinal apenas uma sala de exibição", acrescentou.

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no KAOS

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Tempo de autocrítica

É impossível não ver no programa eleitoral do PSD ontem apresentado, e no anúncio pela dra. Ferreira Leite de políticas de firme combate a medidas da dra. Ferreira Leite, a mão maoista (ou o que resta dela) de Pacheco Pereira, a da autocrítica.

Assim, se a chegar ao Governo, a dra. Ferreira Leite extinguirá o pagamento especial por conta que a dra. Ferreira Leite criou em 2001; a primeira-ministra dra. Ferreira Leite alterará o regime do IVA, que a ministra das Finanças dra. Ferreira Leite, em 2002, aumentou de 17 para 19% ; promoverá a motivação e valorização dos funcionários públicos cujos salários a dra. Ferreira Leite congelou em 2003; consolidará efectiva, e não apenas aparentemente, o défice que a dra. Ferreira Leite maquilhou com receitas extraordinárias em 2002, 2003 e 2004; e levará a paz às escolas, onde o desagrado dos alunos com a ministra da Educação dra. Ferreira Leite chegou, em 1994, ao ponto de lhe exibirem os traseiros. No dia anterior, o delfim Paulo Rangel já tinha preparado os portugueses para o que aí vinha: "A política é autónoma da ética e a ética é autónoma da política".

27.8.09

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Polémica: Movimento apoia empregada de Patrocínio (Actualizada)
27-08-09

Se a excelente forma física e a simpatia da apresentadora lhe valem uma legião de admiradores, também a sua faceta mais mimada causou muita indignação a alguns dos seus fãs. É que Carolina Patrocínio, de 22 anos, mandatária da juventude do PS, anunciou numa entrevista ao programa ‘Episódio Especial’, da SIC, que não prescinde dos serviços da sua empregada para tarefas tão simples como comer fruta

"Odeio os caroços nas frutas. Só como cerejas quando a minha empregada tira os caroços por mim. Não como fruta se tiver de a descascar, nem como uvas com grainhas", confessou. Indignadas com esta faceta de Carolina Patrocínio, várias pessoas aderiram a um grupo criado no site Facebook denominado ‘Libertem a Empregada da Carolina Patrocínio’.

Na descrição do grupo pode ler-se: "Obrigada a tirar grainhas às uvas e os caroços às cerejas de sol a sol, esta mulher sem nome fenece sob a desumanizante tortura de servir perversas sobremesas àquela que se ri do seu sofrimento e se alimenta das suas lágrimas".

O grupo cresce a todas as horas e já conta com mais de mil aderentes. Apesar do movimento ser meramente simbólico e ter como objectivo satirizar a postura da apresentadora, denuncia que ninguém ficou indiferente às suas palavras. Na mesma entrevista, Patrocínio fez outras revelações igualmente surpreendentes: "Sou uma pessoa competitiva. Odeio perder. Prefiro fazer batota a ter de perder", e ainda: "Gosto de dar nas vistas, de ser notada. Não gosto de passar despercebida".

O CM tentou obter algum comentário da apresentadora, mas Carolina preferiu remeter-se ao silêncio: "Estou de férias. Agradeço que não me incomodem". A empregada mantém-se no anonimato.

Vânia Nunes

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Negócio imobiliário em Alcochete
Área do futuro aeroporto cresceu para norte

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26.8.09

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Autárquicas: Candidata do PS a Gondomar diz que Narciso Miranda também utilizava meios da autarquia


No JN

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ANOVIS ANOPHELIS: Os cartazes a s�rio do psd

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O primeiro-ministro visitou hoje a nova fábrica de papel da Portucel em Setúbal, que considerou um exemplo de «trabalho bem feito», e comprometeu-se a apoiar futuros investimentos, numa visita que acabou com elogios ao ex-ministro Manuel Pinho.
OLÉ...

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A MANDATÁRIA


É por isso que não vejo a lógica da escolha da tal de Carolina Patrocínio (quem?) para "mandatária para a juventude" do PS. Será aquele o modelo (em plástico que, como diz O'Neill, sai mais barato) de juventude que o PS tem para oferecer aos jovens, uma juventude com empregadas para tirar os caroços das cerejas e as grainhas das uvas e que "prefere fazer batota a perder"? Ou o PS também prefere fazer batota a perder?
(Manuel António Pina)

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Libya Job by Larry Wright, The Detroit News
Afghanistan Presidential election by Jimmy Margulies, The Record of Hackensack, NJ
CIA abuse charges by Aislin, The Montreal Gazette
Bernanke 2nd Term by Dave Granlund, Politicalcartoons.com
Circle Of Accountability by RJ Matson, The St. Louis Post Dispatch
War on terror by Pavel Constantin, Romania

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A união de facto do Sr. Silva

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O QUE O PS NÃO PRECISA


AS CERTEZAS DOS QUE MUDAM MUITO

Humilhado por uma derrota eleitoral sem precedentes, pior que a de Almeida Santos em 1985, e ressabiado pela inequívoca rejeição à esquerda e à direita dos seus pontos de vista, Vital Moreira é hoje uma personalidade politicamente inconveniente para o Partido Socialista. E o mais grave é que ele ainda não compreendeu. Como também não se tinha dado conta, antes e durante a campanha das europeias, que caminhava sem retorno para o abismo.
A tentativa arcaica, quase a roçar a argumentação do tempo da ditadura, a que empenhadamente se tem devotado nestes últimos anos da sua agitada e sinuosa vida política, de apresentar o PS como vítima de terríveis maquinações dos partidos à sua esquerda e, simultaneamente, único depositário dos grandes valores da esquerda, constitui hoje uma menos valia política e eleitoral para o Partido Socialista.
A fé ilimitada no mercado e nos seus “valores”, a confusão entre o Estado social e democrático e o Estado assistencialista e caritativo, a incapacidade de aceitação de um juízo plural na construção das modernas sociedades, o fanatismo demonstrado na defesa da auto-regulação capitalista, é tudo o que o PS não precisa, pelo menos, nesta fase pré-eleitoral. E é o que Vital Moreira tem para lhe oferecer!
Depois, a estafada argumentação tendente a fazer crer que o capitalismo moderno teve um devaneio neo-liberal do qual já está, felizmente, recuperado, a insistência na falsa ideia de que existe um modelo social europeu e de que a desregulamentação económica e financeira não faz parte da matriz comunitária, bem como a miopia política que não permite encarar a possibilidade de construção de outra Europa que não a saída do Tratado de Lisboa e seus antecedentes, retira qualquer viabilidade ao diálogo e acantona o PS, cada vez mais, nas práticas e concepções que verdadeiramente subjazem ao seu fracasso e acabarão por ditar a sua derrota.
De facto, o PS não perderá as eleições por o eleitorado escolher o BE e o PCP. O PS perderá as eleições por ter seguido uma política que constituiu uma verdadeira frustração para o eleitorado que nele acreditou e lhe deu o seu voto. O eleitorado de esquerda não muda de voto para entregar o poder à direita, mas para buscar novos actores que possam pôr em prática as política por que aspira!

Correia Pinto no POLITEIA

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O José Modesto veio lançar, em diversos blogs, a seguinte questão:




TRABALHO:
Será que os nossos candidatos no seu programa de campanha eleitoral vão incluir ideias -projectos
para a captação de emprego na nossa cidade e assim combater o flagelo do desemprego?
Aceitam-se os comentários.
Saudações Marítimas (ainda em férias)
José Modesto

Temos para já, e que eu conheça, duas visões sobre o assunto:

Estou profundamente convencido que projectos como a instalação do Porto Canal e das instalações de várias empresas do grupo Impresa, bem como a ampliação da fábrica da JP Sá Couto para a produção de milhões de computadores Magalhães, a entrada em funcionamento do novo Pólo do Mar do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto são determinantes para alavancar o crescimento económico futuro do concelho aproveitando assim a mão-de-obra muitíssimo qualificada de que hoje Matosinhos possui dadas as suas condições de atractividade e qualidade de vida que coloca ao dispor dos seus cidadãos.

Na opinião otimista e em que os amanhãs rejubilam do "VICE"

Em Matosinhos, cerca de 9 mil pessoas não têm emprego e as que têm a sorte de trabalhar fazem-no, em grande maioria, no sector tais seviços. Nada, ou quase nada, é produzido em Matosinhos, e o que é, como o caso do "Magalhães", é pago abaixo dos contratos coléctivos de trabalho para o sector, aproveitando-se assim a propaganda moderna do “nosso” Governo do ordenado minimo e da precariedade, fazendo pressão sobre os trabalhadores, agitando os inevitáveis fantasmas do desemprego e dos desempregados.

Na visão mais tristonha, ainda que mais realista direi eu, da CDU

25.8.09

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Arma dos fracos

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Blackhole by Olle Johansson, Sweden
CIA detainee abuse by Jimmy Margulies, The Record of Hackensack, NJ
Lockerbie and Libya by Dave Granlund, Politicalcartoons.com


Usain Bolt by Nerilicon, CagleCartoons.com, Mexico City

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Mobilidade em Matosinhos. Para quem!?

Ontem

CARLOS MONTEIRO DA SILVA

Mobilidade em Matosinhos. Para quem!?


Depois de uma tentativa de alertar a Junta de Leça da Palmeira e a Câmara Municipal de Matosinhos, nada como umas imagens para descrever o “caos” e mais uma missiva, desta vez ao actual presidente da Câmara.

Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos

É este o estacionamento regrado que V. Exa. preconiza para um município “civilizado”!?

Todos os matosinhenses sabem que, qualquer minuto imobilizado em redor da Câmara Municipal, mesmo que devidamente estacionado, mas sem o pagamento da “dizima” respectiva, as viaturas são presenteadas com um “bilhetinho” da Policia Municipal ou mesmo PSP.

Infelizmente, esse “zelo” já não se aplica nos arredores, tais como em Leça da Palmeira, onde apesar de existir estacionamento gratuito, grande parte dos visitantes estaciona “sem rei nem roque” desrespeitando os princípios básicos de civismo colocando inclusivamente, sérias dificuldades na locomoção dos peões. Isto para já não falar da segurança dos mesmos por dificuldade de acesso aos passeios e imagine-se, passadeiras!

Já cumpri o meu dever como cidadão de alertar V. Exa. para esta “barbaridade” em carta oportunamente enviada ao seu gabinete, mas logicamente, sem qualquer tipo de resposta até à presente data. Resposta esta não a mim, pois de tal não careço mas sim com “acções” para que todos os residentes e visitantes de Leça da Palmeira se sintam em segurança.

Quase me esquecia que as eleições estão à porta… até lá… os meus cumprimentos.


no JN

1113

MÁRIO SOARES



Na verdade, "as derivas do capitalismo financeiro do século XXI" vieram dar um reganho de actualidade ao grande teórico do "Capital", cujas intuições geniais assumiram, com a actual crise, uma força inesperada.

Os economistas clássicos, formados pelo neoliberalismo, recusam-se a compreender isso. É um erro. Como muitos dos socialistas neoliberais formados na "terceira via", uma verdadeira fraude intelectual.


no DN

1112

À atenção do Dr. Pinto:


Gondomar

Valentim Loureiro rejeita críticas

O autarca de Gondomar, Valentim Loureiro, recusou ontem as acusações da candidata do PS, Isabel Santos, e, apontou, em comunicado: 'Tudo o que a Câmara sempre fez, e continua a fazer, no que respeita a obras em Gondomar é perfeitamente legal. As informações afixadas respeitam a obras ou actividades que estão a ser desenvolvidas',

1111

Júdice, Afonso Queiró, Teixeira Ribeiro e a Faculdade de Direito de Coimbra...

Histórias que vale a pena ler no POLITEIA do Correia Pinto

24.8.09

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641102009-06-26Câmara Municipal de MatosinhosLift Consulting – Consultores de Comunicação , LdaServiços de consultoria74.500,00 €
Continuo sem perceber a razão de ser da enorme quantidade de contratos celebrados com empresas de trabalho temporário: ora espreitem aqui

Para os verdadeiramente curiosos: o concerto da Maria Rita custou 68.950 €, o espetáculo da Olga Roriz 58.650 €, o Vitorino 19.500 €, o Mário Laginha 26.000 €, a Mariza 51.000 €, o FITEI 58.944 €, o festival de jazz 168.794,77 €, os Xutos e Pontapés 83.000 €, e os Deolinda 14.500 €.

Mais dois apontamentos interesantes: o F. Clube do Porto levou 60.000 € por publicidade do Mar à Mesa e o Centro Hípico 70.000 € pelo mesmo.

A «Transparência» é um verdadeiro serviço público

23.8.09

1109






Pobre Matosinhos














Creio ser uma evidência que a vitória eleitoral na Câmara de Matosinhos vai ter um de três nomes: ou Guilherme Pinto, ou Narciso Miranda ou Guilherme Aguiar.
Poderão ocorrer vitórias menores, ou de segunda linha, que serão significativas: um segundo vereador do PC e um, ou mesmo dois, do Bloco.
Seriam resultados que, a verificarem-se, teriam repercussão política importante, sobretudo no pântano que vão ser as alianças pós-eleitorais.
Não as considerarei aqui porque não interessam ao ponto onde quero chegar.

Parece-me óbvio que Matosinhos necessita de uma alteração dos métodos, das políticas, dos modos de estar e actuar.
E seria bom que estas eleições permitissem uma renovação de pessoas, de mentalidades, de posturas.
Precisava de ter um corpo de eleitos para governar os seus destinos e que fossem exemplo de lisura, de correcção, de verticalidade, de isenção...
Em suma, que fossem gente séria!

Infelizmente tal não vai acontecer.

Não acontece com nenhuma das candidaturas da área, por assim dizer, socialista: nem com a candidatura «independente» do comedor, nem com a candidatura «clandestina» de Guilherme Pinto.
Não são mais do que duas faces da mesma moeda: a continuação por vias paralelas e idênticas da mesma «tropa», da mesma maneira de estar e agir no poder autárquico.
Nada as distingue senão a disputa pessoal, a rivalidade edipiana, a procura das mesma benesses se calhar ilícitas.
Comungam das mesma culpas e misérias, do mesmo passado triste, pesam-lhe nas consciências - pesariam se as tivessem - os mesmos erros, os mesmos defeitos, os mesmos crimes.
Vão travar entre si uma luta fratricida em que se vão mutuamente acusar dos factos que em comum e de comum acordo praticaram.
E que silenciaram; só agora os vão atirar para a praça pública na justa medida em que pensem que com isso podem beneficiar no ganho de votos.

Mas a candidatura do PSD/CDS, encabeçada por Guilherme Aguiar, não é melhor e também não traz nada de novo.
Não percebo, aliás, como pôde a direita, num ano em que finalmente estava mais perto de ganhar as eleições, escolher este candidato e, pelo que se vai sabendo, esta lista.
É, parece-me, manifesto que é um candidato e uma lista impostos às estruturas locais do PSD.
Escrevo com o único conhecimento de causa que tenho, que é a leitura dos jornais e dos blogs; mas se for assim é fácil adivinhar pouco empenhamento na campanha e o esmorecimento de votantes habituais.
Por outro lado é um afloramento da mesma maneira de estar, da mesma forma de agir, do mesmo entendimento da política que têm as candidaturas originárias do PS.
É o mesmo negocismo, a mesma defesa de interesses pessoais, a mesma falta de lisura.
Tudo isto agravado com o facto - não despiciendo - de ser um homem dos futebois. Com a carga negativa e desprezível que tal pode conter.

Portanto, ganhe qual dos três ganhar, Matosinhos perde.

E perde sobretudo com a vitória de qualquer uma das listas que vêm da área do PS.
Acredito que uma delas será a vencedora; e inclino-me - mero palpite - a crer que seja a lista «clandestina».

O PS tem em Matosinhos pessoas que poderiam renovar a governação da Câmara; pessoas que fariam a diferença em relação aos últimos trinta anos.
Que poderiam mostrar uma outra forma de dirigir uma autarquia, com lisura, com dignidade, com seriedade.

Infelizmente a vitória quer de Narciso quer de Guilherme Pinto impedirão essa tão necessária renovação.
Seja qual deles que ganhe tudo vai ficar na mesma, no mesmo pântano.
O único facto localmente significtivo será que o perdedor sai pela direita baixa e desaparece da política local.

Quanto ao demais, os «irmãos desavindos» vão, mais cedo ou mais tarde no decurso dos próximos quatro anos, fazer as pazes, pacificar as relações, e voltar a unir-se.
O poder e as benesses que ele traz são mais importantes que divergências de ocasião.
E daqui a quatro anos voltam a concorrer, unidos e amigos, para se perpetuarem e reproduzirem.

Assim eliminando o risco de qualquer renovação na administração autárquica do PS, perpetuando-se no poder e prejudicando Matosinhos e os matosinhenses.
Este teria sido o momento de alterar as coisas.
Não tendo havido o golpe de asa para o fazer, não voltará tão cedo a haver outra oportunidade.

Os amáveis leitores que tiveram a paciência de ler até aqui perceberão o ponto a que queria chegar!

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BOTA ABAIXISMO


Estou muito apreensivo.
Acabo de ouvir na televisão que até na Praia Maria Luísa se preparam para apear o que resta do Leixão!

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Pergunta:

Mesmo sendo do mais desenfreado oportunismo não será já um pouco tarde, considerando que as eleições são daqui a um mês?



EDUCAÇÃO

Direcção do PS tenta fazer pazes com os professores

por J.P.H.Hoje


Direcção do PS  tenta fazer pazes com os professores


Membro da direcção do PS critica "atitude hostil" da ministra e advoga "nova forma de relacionamento" do ministério com os professores.

Dez meses depois de António Costa, n.º 2 do PS, ter reconhecido que a actuação governamental no sector da educação tinha implicado uma "ruptura afectiva" do PS com parte importante do seu eleitorado (os professores), podendo até custar-lhe a renovação da maioria absoluta, Marcos Perestrello, ex- -vice de Costa na Câmara de Lisboa, membro do Secretariado Nacional (SN) do partido e agora candidato socialista à Câmara de Oeiras, vem dizer que "o ministério da Educação falhou" na tarefa de "motivar e mobilizar" os professores e os "profissionais não docentes para "as novas exigências escolares", que "dependem muito do seu empenhamento".

Num artigo no Expresso, Marcos Perestrello afirma que "foi uma atitude hostil" da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, que "deu aos professores um pretexto mobilizador, acabando por transformar uma luta profissional numa luta também política".

Segundo escreveu, a "imaginação" da equipa governativa nalgumas reformas (por exemplo: na generalização do ensino do inglês no primeiro ciclo do ensino básico ou na implementação dos horários a tempo inteiro) "transformou-se em rigidez quando foi necessário ultrapassar as dificuldades encontradas no sistema de avaliação dos professores".

"E", acrescentou, "a determi- nação transformou-se em obstinação quando foi precisa cora-gem para voltar atrás na divisão da carreira entre professores titulares e professores não titulares ou resolver os problemas decorrentes da falta de pessoal não docente."

Para o dirigente socialista, "quando a ministra disse que 'perdeu os professores mas ganhou a opinião pública' considerou indirectamente o seu fracasso neste ponto fulcral". Ou, dito de outra forma: "A partir daí deixou de ser possível às escolas o clima de estabilidade necessário ao êxito das mudanças iniciadas".

De acordo com o candidato do PS à Câmara Municipal de Oeiras, no "tempo que aí vem" é "fundamental assegurar as reformas es- senciais, designadamente as de natureza curricular, e manter o ritmo de investimento na construção e recuperação do parque escolar".

Mas "o grande desafio que se tem pela frente é o de encontrar uma nova forma de relacionamento recíproco entre o Ministério da Educação e os professores". Isto porque "de outra forma será difí- cil acabar com a instabilidade e a conflitualidade e transformar as escolas em espaços de aprendizagem exigentes, criativos, cívicos e seguros".


no DIÁRIO DE NOTÍCIAS