26.9.09

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Distrito do Porto




Resultados 2005Votos Mandatos
PS 486501 48,53% 20
PPD/PSD 278774 27,81% 12
CDS-PP 68382 6,82% 2
B.E. 66986 6,68% 2
PCP-PEV 54297 5,42% 2
PCTP/MRPP 7993 0,80%
PND 7666 0,76%
PH 2353 0,23%
POUS 1038 0,10%

Total de Mandatos226
Inscritos8785762
Votantes571364065,03%
Abstenção307212234,97%
Brancos1035811,81%
Nulos637891,12%









Concelho de Matosinhos

Resultados 2005Votos
PS 50272 52,78%
PPD/PSD 20991 22,04%
B.E. 8340 8,76%
CDS-PP 5719 6,00%
PCP-PEV 5639 5,92%
PCTP/MRPP 685 0,72%
PND 674 0,71%
PH 176 0,18%
POUS 80 0,08%





Inscritos134636
Votantes9525670,75%
Abstenção3938029,25%
Brancos17331,82%
Nulos9470,99%




Freguesia de Matosinhos





Resultados 2005Votos
PS 9513 54,19%
PPD/PSD 3860 21,99%
B.E. 1515 8,63%
CDS-PP 1030 5,87%
PCP-PEV 936 5,33%
PND 103 0,59%
PCTP/MRPP 90 0,51%
PH 24 0,14%
POUS 9 0,05%












Inscritos25863
Votantes17556 67,88%
Abstenção830732,12%
Brancos3201,82%
Nulos1560,89%











fonte: MJ













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Leitura recomendada

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Um texto do Rui Viana Jorge



Aposta em energias renováveis para o Concelho de Matosinhos


Nos edifícios públicos, de todo o Concelho, instalações camarárias, escolas, piscinas, centros de saúde, praias deverão ser instaladas painéis solares térmicos, e foto-voltaicos de modo a baixar os custos da electricidade necessários ao aquecimento da água e iluminação.


No que diz respeito a piscinas a economia é descomunal.


Nos espaços públicos, tais como resguardos de paragens de autocarro deverão instalar-se painéis solares foto-voltaicos de modo a fornecer iluminação pública.


Deve promover-se a troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas de luz fria em todos os gabinetes de instalações pertencentes à autarquia. A economia pode chegar aos 80%.


No calçadão de Matosinhos e no da Av. Marginal de Leça deverão ser instalados sanitários, bem como uma iluminação que aumente a segurança aos cidadãos.


Um pequeno painel solar exposto todo o dia á luz, pode alimentar duas lâmpadas de néon (2x8v) durante 5horas, sendo o seu custo menos de 150€.


Exemplos:










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O fantástico chefe dos ajustes directo criticou, mais uma vez, os extremistas. Falou do “voto construtivo”, com o mesmo tom que defende a “liberdade respeitosa”. Sonha com um país onde não há “maldicência”, uma terra em que o líder é repetidamente incensado, os jornalistas processados e os contadores de anedotas, no local de trabalho, despedidos. Peço imensa desculpa a sua excelência, nós precisamos de extremistas que não acreditam na mordaça, nem na liberdade diminuída. É necessário gente que diga, sem medo, que este país com 600 mil desempregados não é justo.
A política do grande líder pode contentar os usufrutuários das grandes negociatas, mas a grande maioria vive cada vez pior. Uma política de esquerda não é aquela que dá esmolas e subsídios aos pobres, mas aquela que dá poder e trabalho às pessoas. Estranhos “socialistas” que não se preocupam em entregar, por tuta e meia, empresas lucrativas que foram construídas com os impostos de todos, mas que recusam liminarmente a posse comum daquilo que é essencial à vida de todos. Os bens públicos devem estar na mão das empresas públicas. Já sabemos que o senhor presidente do conselho tem nesta matéria a sábia política do costume, como mostrou nos casos BPN e BPP, de nacionalizar os prejuízos e privatizar os lucros. São precisos radicais e extremistas para dizer que aquilo que nos querem fazer passar por normal não é justo. O meu voto é para que se multipliquem os extremistas neste domingo.


Nuno Ramos de Almeida

no 5dias

Um voto para os radicais e extremistas

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Contra o voto útil

Eu cá voto em quem considero que merece o meu voto (ou quem o desmerece menos).
Não vou em cantigas de voto útil. O voto útil impede a verdadeira e autêntica manifestação do voto, afunila o espectro parlamentar, impede o aparecimento de "algo de novo".
O voto útil é um voto roubado à consciência.
E não me preocupo com a "governabilidade", novo espantalho lançado para atemorizar os "desviantes" do novo bipartidarismo. Dizem que em democracia há sempre soluções, não é verdade?
A mim, o voto ninguém mo tira, em nome dos pretensos interesses do país, interpretados pelos arautos e mensageiros dos "donos do sistema".

25.9.09

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A LOTA CONTINUA...


(foto de António Rilo no "Grande Porto")


Guilherme Pinto apalpa as mamas a Elisa Ferreira na expectativa de a distrair, e assim conquistar o lugar junto de Sócrates nas fotografias.


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Pagam por serviço que só chega em 2011

Moradores drenam esgotos paraa rede de águas pluviais. Indaqua diz que a tarifa é legal

00h30m

REIS PINTO

Os moradores em S. Mamede de Infesta (Matosinhos) estão indignados por ter de pagar uma taxa pelo saneamento, que só deverá estar instalado em 2011. A concessionária, a Indaqua, diz que está a actuar dentro da lei.

Entre tantas parcelas espalhadas na simples folha tamanho A4 da factura da Indaqua, a tarifa de utilização de águas residuais sempre havia passado despercebida a Ana Maria Madureira, moradora na Rua do Canto, em S. Mamede de Infesta, Matosinhos.

"A factura tem tantas alíneas e o montante é tão baixo que nem tinha reparado. Mas também não entendo porque pago, uma vez que não tenho saneamento básico. Aqui na rua muita gente drena os esgotos para a rede de águas pluviais", afirmou a moradora.

Uma vizinha, Maria Manuela Jesus Pereira, confessa que eliminou duas fossas sépticas aquando das obras de renovação da casa. "Só estou à espera que instalem o saneamento para fazer a ligação. Até lá, não tenho outro remédio que não seja drenar os esgotos para o colector de águas pluviais. Vivo nesta casa há 54 anos e estou farta de ouvir dizer que o saneamento está a chegar", referiu.

O presidente da Junta de Freguesia de S. Mamede de Infesta, Moutinho Mendes, salientou que os grandes núcleos urbanos já dispõem de rede de saneamento básico. "A Indaqua, concessionária para a distribuição de água e recolha e tratamento de água residuais, tem um plano de investimentos para a freguesia e já há obras em diversas ruas. Penso que dentro de dois ou três anos o saneamento chegará a toda a cidade", afirmou o autarca.

Actualmente, de acordo com Moutinho Mendes, cerca de 30% da freguesia, cuja população ronda os 23500 habitantes, não dispõe de saneamento básico.

A Indaqua Matosinhos revelou, por seu lado, que o saneamento básico chegará à Rua do Canto em 2011 e sublinhou que "o funcionamento da concessão é sustentado no regulamento de serviços, que vigora desde Junho de 1996". Segundo a empresa, o regulamento obriga todos os clientes que estejam ligados à rede pública de abastecimento de água a "pagar uma tarifa de utilização no valor de 0,18 euros por metro cúbico de água consumida". Tenham ou não ligação à rede de saneamento.

No caso dos imóveis sem "rede unitária ou separativa "à porta" e que estejam ligados à rede de água, é assegurada uma limpeza anual da fossa séptica da habitação em causa". A empresa revelou que está a concretizar um plano de investimentos, iniciado em Março do ano passado, coincidindo com o arranque da concessão feita pelo Município de Matosinhos, que "prevê a substituição integral da rede unitária por rede separativa durante os primeiros cinco anos". Assim, os esgotos deixarão de ser drenados para o sistema de águas pluviais. Serão executados no concelho cerca de 180 quilómetros de rede, dos quais 40 já foram concretizados. O plano de investimentos nas redes de abastecimento de água e de recolha e tratamento de água residuais ronda os 75 milhões de euros.


no JN

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INEM

Negócio polémico com helis

O INEM acaba de adjudicar à Helisul/Inaer o serviço de helitransporte de doentes, até finais de 2011, por 14 milhões de euros, ignorando o facto de a ministra da Saúde não ter ratificado as alterações efectuadas no concurso (Concurso Público 2009/00002). Ao que o CM apurou, o júri do concurso considerou "totalmente irrelevante" a não-ratificação ministerial de uma alteração – ao que tudo indica "profunda" – das peças concursais.