| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Inscritos | 25863 | |
| Votantes | 17556 | 67,88% |
| Abstenção | 8307 | 32,12% |
| Brancos | 320 | 1,82% |
| Nulos | 156 | 0,89% |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Inscritos | 25863 | |
| Votantes | 17556 | 67,88% |
| Abstenção | 8307 | 32,12% |
| Brancos | 320 | 1,82% |
| Nulos | 156 | 0,89% |
Um texto do Rui Viana Jorge
Aposta em energias renováveis para o Concelho de Matosinhos
Nos edifícios públicos, de todo o Concelho, instalações camarárias, escolas, piscinas, centros de saúde, praias deverão ser instaladas painéis solares térmicos, e foto-voltaicos de modo a baixar os custos da electricidade necessários ao aquecimento da água e iluminação.
No que diz respeito a piscinas a economia é descomunal.
Nos espaços públicos, tais como resguardos de paragens de autocarro deverão instalar-se painéis solares foto-voltaicos de modo a fornecer iluminação pública.
Deve promover-se a troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas de luz fria em todos os gabinetes de instalações pertencentes à autarquia. A economia pode chegar aos 80%.
No calçadão de Matosinhos e no da Av. Marginal de Leça deverão ser instalados sanitários, bem como uma iluminação que aumente a segurança aos cidadãos.
Um pequeno painel solar exposto todo o dia á luz, pode alimentar duas lâmpadas de néon (2x8v) durante 5horas, sendo o seu custo menos de 150€.
Exemplos:



Os moradores em S. Mamede de Infesta (Matosinhos) estão indignados por ter de pagar uma taxa pelo saneamento, que só deverá estar instalado em 2011. A concessionária, a Indaqua, diz que está a actuar dentro da lei.
Entre tantas parcelas espalhadas na simples folha tamanho A4 da factura da Indaqua, a tarifa de utilização de águas residuais sempre havia passado despercebida a Ana Maria Madureira, moradora na Rua do Canto, em S. Mamede de Infesta, Matosinhos.
"A factura tem tantas alíneas e o montante é tão baixo que nem tinha reparado. Mas também não entendo porque pago, uma vez que não tenho saneamento básico. Aqui na rua muita gente drena os esgotos para a rede de águas pluviais", afirmou a moradora.
Uma vizinha, Maria Manuela Jesus Pereira, confessa que eliminou duas fossas sépticas aquando das obras de renovação da casa. "Só estou à espera que instalem o saneamento para fazer a ligação. Até lá, não tenho outro remédio que não seja drenar os esgotos para o colector de águas pluviais. Vivo nesta casa há 54 anos e estou farta de ouvir dizer que o saneamento está a chegar", referiu.
O presidente da Junta de Freguesia de S. Mamede de Infesta, Moutinho Mendes, salientou que os grandes núcleos urbanos já dispõem de rede de saneamento básico. "A Indaqua, concessionária para a distribuição de água e recolha e tratamento de água residuais, tem um plano de investimentos para a freguesia e já há obras em diversas ruas. Penso que dentro de dois ou três anos o saneamento chegará a toda a cidade", afirmou o autarca.
Actualmente, de acordo com Moutinho Mendes, cerca de 30% da freguesia, cuja população ronda os 23500 habitantes, não dispõe de saneamento básico.
A Indaqua Matosinhos revelou, por seu lado, que o saneamento básico chegará à Rua do Canto em 2011 e sublinhou que "o funcionamento da concessão é sustentado no regulamento de serviços, que vigora desde Junho de 1996". Segundo a empresa, o regulamento obriga todos os clientes que estejam ligados à rede pública de abastecimento de água a "pagar uma tarifa de utilização no valor de 0,18 euros por metro cúbico de água consumida". Tenham ou não ligação à rede de saneamento.
No caso dos imóveis sem "rede unitária ou separativa "à porta" e que estejam ligados à rede de água, é assegurada uma limpeza anual da fossa séptica da habitação em causa". A empresa revelou que está a concretizar um plano de investimentos, iniciado em Março do ano passado, coincidindo com o arranque da concessão feita pelo Município de Matosinhos, que "prevê a substituição integral da rede unitária por rede separativa durante os primeiros cinco anos". Assim, os esgotos deixarão de ser drenados para o sistema de águas pluviais. Serão executados no concelho cerca de 180 quilómetros de rede, dos quais 40 já foram concretizados. O plano de investimentos nas redes de abastecimento de água e de recolha e tratamento de água residuais ronda os 75 milhões de euros.
no JN