14.9.09

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Lido este texto no "Marés Vivas de Matosinhos" não posso deixar de pensar que falta nele uma pequena nota histórica:

Em 2005 NM mandou uns «moços bem intencionados» concorrer por ele à Câmara de Matosinhos.



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Coisas que se encontram na net:

O Tribunal de Contas e o contrato para a ampliação da piscina de Matosinhos.





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14 Setembro 2009 - 00h30

Opinião

Blog

José Sócrates tem um problema com as citações. A de Abel Salazar usada durante o debate com Manuela Ferreira Leite não era exatamente assim, embora viesse a despropósito. Quanto ao poema de Pessoa na série "intimista" da SIC, também há manifesta confusão entre Pessoa, Campos e Ricardo Reis.

O primeiro--ministro não estava à vontade nem ao falar de poesia nem dos "seus poetas" – aos quais "recorre com alguma frequência", a acreditar na sua palavra. Uma canção dos anos setenta perguntava muito simplesmente "pode alguém ser quem não é?" a este e outros propósitos. Ninguém pede a um candidato a primeiro--ministro que cite os mestres e tenha biblioteca. Pede-se-lhe, antes, que tenha mundo. O deslumbramento é mau caminho, sobretudo se soa a falso e é encenado com defeitos.

Francisco José Viegas, escritor


12.9.09

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PORTANTO...

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Candidatos do PS por Viana vão lutar contra as portagens na A28

Por Andrea Cruz

Candidatos socialistas contestam portagens na A28, porque o índice de poder de compra do distrito está "abaixo da média nacional"


Os candidatos a deputados do PS pelo círculo eleitoral de Viana do Castel garantiram ontem que se irão opor à introdução de portagens na A28, entre Viana do Castelo e o Porto. A promessa foi deixada à margem da conferência de imprensa de apresentação do programa eleitoral às legislativas de 27 de Setembro. A cabeça de lista, Rosalina Martins, lembrou que o índice de poder de compra do distrito "continua abaixo da média nacional" para justificar "o compromisso de pugnar" para que a medida não seja aplicada.
O número três, Jorge Fão, recordou a promessa governamental de isenção do troço que atravessa o distrito, "face aos indicadores económicos" que a região apresenta. Quanto à via restante, o actual deputado defendeu que, em articulação com as autarquias afectadas, "deverão ser reavaliados" os critérios, o PIB per capita e o índice de desenvolvimento económico, que sustentam a decisão de portajar as vias sem custos para o utilizador (SCUT). "A situação sócio-económica do país sofreu alterações em relação à quatro anos devido à crise. É preciso reavaliar os parâmetros", sustentou.
Defensor Moura, que ocupa o segundo lugar da lista, manifestou-se disponível para integrar a contestação à cobrança de portagens, mas sublinhou que se irá "bater pela igualdade" nesta questão. Para o autarca, com mandato suspenso na Câmara de Viana, se o critério de decisão é o índice de poder de compra, este tem de ser aplicado em todo o país.
"Há muitas regiões com poder de compra mais alto e que vão ter SCUT sem portagens. Se há portagens para uns, há para todos", sublinhou.



Talvez fosse oportuno recordar aos candidatos do PS no distrito do Porto a moção aprovada no ultimo congresso da Federação quanto à introdução de portagens nas SCUTS, e que estão vinculados a essa moção.

11.9.09

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1 - ISTO É DEMAGOGIA



(no PORTO DE LEIXÕES)





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822422009-08-31Município de MatosinhosWe Dream, design & Produção 3D, LdaSea Parade - Produção de figuras marinhas62.000,00 €
O dr. Pinto é fish

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Passa hoje uma semana sobre o «fim» do Jornal da Noite.
A Manuela Moura Guedes e o episódio não estão em nenhum jornal.
Assunto encerrado?
(encerado)

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Não aconselhável a almas sensiveis e a militantes socialistas empenhados:



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JN


Portagens na A28, A29 e A17 depois das eleições

15h07m

Durante uma visita ao último lanço da concessão rodoviária Costa de Prata, na A29, entre Estarreja e Angeja, que abriu ao tráfego à meia-noite, Mário Lino revelou que falta fazer "algumas portarias" .

O ministro das Obras Públicas reafirmou hoje a intenção do Governo de introduzir portagens em três das sete vias sem custo para o utilizador (A28, A29 e A17), adiantando que o processo só estará em condições de ficar fechado depois das eleições.

Durante uma visita ao último lanço da concessão rodoviária Costa de Prata, na A29, entre Estarreja e Angeja, que abriu ao tráfego à meia-noite, Mário Lino revelou que falta fazer "algumas portarias" e tratar de questões como "a isenção de todas as situações em que não há alternativas e aquilo que tem a ver com o transporte local".

"Penso que logo após a tomada de posse do novo Governo este processo [da introdução de portagens nestas três vias] está em condições de ser rapidamente fechado", adiantou o ministro, sem querer avançar com uma data precisa.

O presidente da Câmara de Estarreja, José Eduardo Matos, (PSD/CDS-PP) voltou a manifestar-se contra a cobrança de portagens na via que liga Estarreja a Angeja (A29), considerando tratar-se de uma questão de "bom senso e qualidade de vida".

"O pressuposto da criação da A29 foi ser uma alternativa à Estrada Nacional 109 e só há uma alternativa se não for portajada", defendeu o autarca.


JN

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A Câmara de Matosinhos lê o «Leixão» em Lisboa

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11 de Setembro, ou 9/11



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Águas pouco transparentes

Na "Ode ao ar" do início das "Odes elementales" que dedica às coisas simples, Neruda dirige-se assim ao "incansável" ar: "Monarca ou camarada,/ fio, coroa ou ave,/ não sei quem és, mas/ uma coisa te peço, não te vendas./A água vendeu-se/ e dos canos,/ no deserto,/ vi/ extinguirem-se as gotas/ e o mundo pobre, o povo/ caminhar sequioso/ cambaleando na areia".

A privatização, isto é, a entrega ao critério do lucro, de bens essenciais não é coisa que possa ser tratada como mais uma trica eleitoral e, feita a denúncia, não pode ser ignorada pelos partidos que se propõem ser governo.

É, pois, fundamental que tanto o PS como o PSD respondam à acusação do BE de que estará em curso um projecto de entrega da água que bebemos à cobiça privada. Sendo de procura quase inelástica, a água é um negócio altamente apetecível e, porque ninguém pode viver sem água, uma responsabilidade social elementar de que o Estado não pode demitir-se.

Se há assunto em que qualquer partido deve ser absolutamente transparente é o das suas intenções nesta matéria. E nem o PS nem o PSD o são, o que legitima todas as suspeitas.

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PS e PSD separados por dois pontos