28.6.09

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Nova mensagem da «agência» Zeferino moci:

Análise à publicidade colocada por Guilherme Pinto, ou seja todos nós, no fim de semana de 27 e 28 de Junho:

27 de Junho - Jornal de Notícias:
4 ANÚNCIOS

27 de Junho - Jornal O Público:
2 ANÚNCIOS

28 de Junho - Jornal de Notícias
CADERNO COM 12 PÁGINAS

CONCLUSÃO: Só num Sábado, em 2 Jornais, Guilherme Pinto colocou 6 ANÚNCIOS.
Como se não bastasse, no Domingo, Guilherme Pinto, colocou um caderno com 12 PÁGINAS, sobre a Câmara de Matosinhos, no Jornal de Notícias.

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A sabedoria de um especialista na matéria:




73% dos cidadãos não confiam nas políticas de combate à corrupção - Também não confio, faço parte desses 73%.
Narciso Miranda no "Olhos nos Olhos" segundo o "Jornal de Matosinhos" desta semana.


Ora aí está!
Um homem que governou a Câmara de Matosinhos como se sabe, que enriqueceu da forma que conhecida, que não tem moral nem princípios, que sabe como as coisas se fazem, e sobretudo como as fez para chegar onde chegou, não pode evidentemente confiar nas políticas de combate à corrupção.
Se essas políticas fossem boas e eficazes há muito que ele estava no único sitio onde merece estar.
Onde também deviam estar todos os cúmplices, ou seja, os que o acompanharam durante 30 anos sem se sentirem mal com o que não podiam deixar de ver e saber.
E que só agora estão muito revoltados.
Os que estão; porque outros continuam a fazer o mesmo, mas agora em proveito próprio.

27.6.09

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no KAOS

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ISTO envergonha-me profundamente


Como posso andar na rua, cruzar-me com pessoas, falar com elas quando sabem que sou dum partido cujo leader e primeiro ministro faz coisas destas?

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Desviados para Lisboa 1500 milhões do QREN


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no CORREIO DA MANHÃ

O que se afigura muito difícil para um só homem e assenta na concepção de que o PS não existe como corpo deliberativo e organizado. Fora algumas intervenções na Comissão Política ecoadas na imprensa – entre as quais avulta a de Carlos César – foi como se o partido não existisse neste período post-europeias.

Regime de partidos sim, mas estes só como comités eleitorais? Ora quer-me parecer que tanto, ou mais, do que Sócrates – que tem a sua personalidade individual – o PS também deve indagar rapidamente qual a natureza da sua presença na sociedade portuguesa se não quiser ter um triste destino nos tempos mais próximos. Ainda por cima já se percebeu o nada que a sociedade portuguesa tem a esperar de uma eventual vitória da direita nas próximas legislativas.

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No governo, o «eng» fez a política da direita.
Agora vai mesmo buscar a direita para fazer política:







GRUPO

Sócrates à conquista dos independentes de direita

por FRANCISCO ALMEIDA LEITE

José Sócrates reuniu uma série de notáveis para ajudar o PS a pensar e a reflectir, tendo em conta os próximos actos eleitorais. O encontro decorreu em Lisboa, na quinta-feira, e contou com a presença de António Mexia, presidente da EDP, António Carrapatoso, presidente da Vodafone, Henrique Granadeiro, presidente da PT, para além de Júdice e Proença de Carvalho.

no DN

26.6.09

898

no PROTESTOGRAFICO

897

PS E PSD JÁ TIRARAM O COELHO DA CARTOLA

896

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O presidente executivo da PT veio dar publico conhecimento que amua se suspeitarmos da lisura do seu comportamento.
Assegurou-nos a probidade e rigor da sua administração, que é exemplar.
Garantiu-nos a lisura e transparência dos comportamentos da empresa, a correcção da sua actividade comercial, o seu empenho na defesa do interesse público.
Assegurou-nos o controle público resultante do facto da empresa estar cotada em Nova Iorque ( ! ) e Lisboa ( ! ! )...
Sossegou-nos com a vigilância atenta dos reguladores: a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (essa) e a da Autoridade para a Concorrência ( a do amigo do manelzinho).


Fiquei reconfortado e sossegado!


Nem Jardim Gonçalves, nem João Rendeiro, nem Madoff, nem mesmo Oliveira e Costa diriam melhor...

894

1 - Interessantíssima a entrevista, ontem, de João Cravinho ao Mário Crespo acerca do «negócio TVI».
2 - Utílissima a questão TVI e a sua ampliação comunicacional porque cria um biombo atrás do qual se vai escondendo a Fundação para as Comunicações Móveis.
3 - Tristissima a constatação, cada dia mais evidente, que temos um primeiro ministro que é um trampolineiro.

25.6.09

893

Acho que é a isto que o CARLOS ALBERTO se refere.
Só tenho curiosidade de ver qual o fundamento da resolução fundamentada.

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Parece que a vontade de resolver o «problema» TVI através da PT está um bocado encalhada!

(com a devida vénia ao José Modesto pela metáfora)

891

no KAOS

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Alta velocidade eleitoral

Está encontrado o tema central da campanha para as eleições legislativas: a alta velocidade ferroviária, vulgo TGV. Consciente dum sentimento geral de oposição ao projecto, Manuela Ferreira Leite, por táctica ou convicção, parece decidida a opor-se à alta velocidade ferroviária. E ainda bem.

A construção do TGV, que orça em valores da ordem dos 15 mil milhões de euros, irá comprometer orçamentos de estado para três gerações. Estes gastos, feitos num país pobre, não fazem qualquer sentido. Seria como se um cidadão que andasse descalço e roto pretendesse comprar um Rolls Royce. O TGV não apresenta nenhum dos requisitos mínimos a que deve submeter-se uma qualquer obra pública. Não é economicamente viável, o investimento jamais se recupera e a exploração comercial é muito deficitária. Não induz sequer criação de riqueza. Acresce que o TGV retalhará o território, dividindo aldeias e criando barreiras entre localidades. Seria o maior atentado ao território, em particular no norte densamente povoado. Por último, nem sequer é aceitável do ponto de vista da coesão social, pois só uma ínfima minoria irá utilizar este transporte.

E, no entanto, José Sócrates persiste neste disparate. Ao pretender desbaratar os nossos impostos neste elefante branco, o primeiro-ministro surge agora aos olhos da opinião pública como o coveiro da economia portuguesa. Tenta justificar o TGV como projecto estratégico, mas tem do seu lado apenas o apoio do grande capital - da alta finança, que pretende negociar empréstimos sem risco, e das maiores construtoras, que dominam a política portuguesa.

Será pois este o tema das eleições. Que o PSD ganhará, se conseguir convencer o eleitorado de que, no governo, abandona a alta velocidade ferroviária. Tal não será fácil, pois Ferreira Leite tem um problema de credibilidade, já que foi figura central desse governo de Durão Barroso que anunciou baixar os impostos e aumentou o IVA, que garantiu abandonar a construção do aeroporto da Ota e foi o principal responsável pela sua concepção. Tem ainda um terrível calcanhar de Aquiles: alguns dos membros da direcção nacional do PSD estão altamente comprometidos, enquanto advogados, com os interesses ligados ao TGV.

Não será pois fácil a tarefa da presidente do PSD. Até porque sempre é mais fácil acreditar que Sócrates faz o TGV; do que fazer fé na coerência e determinação de Manuela Ferreira Leite, quando promete que o não faz.

889







Soube-se recentemente que um dos processos que o procurador Almeida Pereira terá feito desaparecer do tribunal foi o de Narciso Miranda.
Sabe-se que nesse processo o arquivamento terá sido imposto (ordenado/sugerido) por um superior hierárquico do dr. Almeida Pereira o qual, diz-se, deverá longo e prolongado favor, uxórico, ao regressado.
Sabe-se que o dito despacho de arquivamento é uma "interessante" peça jurídica, toda construída como se fosse uma acusação e que, no final e num curioso e inesperado volte-face, se converte em arquivamento.
Consta que para arquivar o processo o dr. Almeida Pereira terá exigido do superior hierárquico instrução escrita, que estará no processo.
É evidente que o dr. Almeida Pereira se encontra num momento difícil, que precisa de se defender, e não custa a crer que para isso usará todos os meios.
Num homem desesperado ninguém pode confiar.
Será que ainda vamos ter surpresas com o processo desaparecido?
Será mesmo que vamos ver aparecer bocados dele nos jornais?