13.6.09

831

no KAOS

830

829


Adiar ou não o TGV: Sócrates decide até segunda-feira

no I

Considero, há muito, que a construção do TGV é um erro e uma inutilidade que sairá cara ao País.
Creio, mais, que persistir na sua construção, agora, em período eleitoral poderia ter para o PS o mesmo efeito negativo que o «factor Vital» teve nas europeias.
Mas não deixa de ser triste perceber como para os políticos que temos - todos - o mero cálculo rasteiro pode levar a adiar ou não adiar, assumir ou não assumir decisões estratégicas que serão relevantes para o País nas próximas décadas.

828



Mais uma para a «campanha negra»:










Legislação: Lei do controlo da riqueza dos titulares de cargos políticos

Sócrates corrige rendimentos

José Sócrates corrigiu este ano quatro das suas declarações de rendimentos entregues no Tribunal Constitucional como ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território e como deputado, em 1999, 2000 e 2001. Os aditamentos, assinados pelo primeiro-ministro a 24 de Março deste ano, revelam o montante do seu rendimento anual como trabalhador dependente em cada um daqueles anos: o valor, que era omisso nas declarações daqueles anos, oscila entre 79 302 euros, em 2000, e 82 045 euros, em 2001.

12.6.09

827

Quem foi que andou a comprar, ao preço da uva mijona, terrenos em Gondomar nos locais por onde o metro vai passar quando eram só para agricultura?
Quem foi? Quem foi?


Melhor aproveitamento do valor gerado nos solos já é uma prática corrente
Transportes podem ser financiados pela valorização dos terrenos por onde passam

826

a direita americana em campanha

825




824



ECONOMIA

Linha Lisboa-Madrid

Portugal sem comboios TGV para arrancar com linha em 2013

RAVE ainda não lançou o concurso

A RAVE ainda não lançou o concurso para a compra de comboios de alta velocidade para a linha Lisboa-Madrid, o que compromete a entrada em serviço daquela linha, prevista para 2013, noticia o jornal «Público».

Fontes das construtoras Alstom, Bombardier e CAF, bem como de empresas ligadas ao cluster da indústria de alta velocidade, que foram contactadas pelo «Público», foram unânimes em afirmar que não será possível ter comboios prontos a circular em 2013, mesmo que o Governo lançasse hoje mesmo o concurso público para a aquisição de material circulante.

Questionada a RAVA sobre quando será lançado o concurso para o material circulante, a empresa respondeu que «ainda não há uma indicação exacta dessa data», cita o «Público».


na AGÊNCIA FINANCEIRA

823

822




Só a absoluta - e conhecida - falta de vergonha, o completo despudor, a ideia tonta de que os cidadãos não se lembram do que fez, como fez, quem é e o que pretente, o podem levar (ou alguém por ele) a escrever coisas destas:





«A displicência, a neligência, a falta de valores e princípios de muitos agentes políticos que, assim, descredibilizam a acção política e afastam os cidadãos da participação cívica.» - Narciso Miranda no "Jornal de Matosinhos"

821


«Interessante»:

A entrevista de Louçã ao:

820

O princípio do fim:

Um Governo que oscila entre a propaganda e o mau-humor só pode esperar do eleitorado firme repúdio. Para que aprenda, se estiver em tempo.

Magalhães e Silva, Advogado




O escritório de advogados deste, que é também o do ex-ministro Vera Jardim e do ex-presidente Jorge Sampaio, «ganhou» recentemente o contrato, milionário, de apoio jurídico à RAVE.

819



Quem te avisa teu amigo é!

Ou talvez não...







O que coloca uma questão dilemática aos socialistas e sociais-democratas europeus: ou optam por correrem o risco de serem acusados de assumirem uma mera função de "muleta" de uma liderança de direita, pagando um preço por isso, ou assumem a derrota que sofreram e reconstroem o seu campo político numa posição de maior distanciamento em relação à orientação dominante. A resposta a este dilema terá de começar a ser dada já no mês de Julho.

António Vitorino no DN

818




Falsas esperanças

Em resposta à decisão do Ministério das Finanças de não garantir as aplicações de "retorno absoluto" impingidas pelo BPP a numerosas pessoas, João Rendeiro, ex-presidente e principal accionista do banco, diz que o Governo "alimentou falsas esperanças aos clientes". Vinda de um especialista em falsas esperanças, a constatação tem a autoridade de um juízo inter-pares. Foram assim por água abaixo as pretensões dos investidores do BPP de ver reembolsados pelo Estado os seus investimentos falidos. A verdade é que as falsas esperanças que Rendeiro lhes vendeu contaram com a cobertura (ou, tendo em conta os indícios e rumores que já existiam, com o 'encobrimento por negligência') do BdP e da CNVM. Os clientes do BPP não confiaram apenas em Rendeiro, confiaram também na regulação de Constâncio e Teixeira dos Santos, então presidente da CNVM. Mas se o Estado fosse a indemnizar todas as vítimas disto e daquilo (roubos, furtos, fraudes…) que por aí há diariamente por a Polícia falhar na sua missão de garantir a segurança, não havia dinheiro dos contribuintes (nem contribuintes) que chegassem.

817

Derrapagem de 241 milhões em cinco obras


no JN

O relatório completo do Tribunal de Contas pode ser lido aqui

11.6.09