18.5.07

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No "Jornal de Notícias" de hoje, pela pena da inefável Carla Soares



Cardoso e três deputadosem jantar de críticos do PS

Nuno Cardoso é uma das figuras mais aguardadas no jantar de hoje Carla Soares Nuno Cardoso, antigo presidente da Câmara do Porto e da respectiva Concelhia do PS, inscreveu-se, ontem, no jantar de socialistas agendado para esta noite. O mesmo fizeram três deputados nacionais, Joaquim Couto, Joana Lima, também líder do PS/Trofa, e Paula Cristina, apurou o JN junto de um dos organizadores da iniciativa.

No jantar, recorde-se, será discutida a moção de orientação de Raul Brito, antigo presidente da Distrital do PS/Porto, que inclui um diagnóstico "negro" da região e um ataque à liderança de Renato Sampaio. Entretanto, está já marcada para o dia 4 do próximo mês uma Comissão Política Distrital para debater o novo regime das áreas metropolitanas, entre outras questões.

Além de Nuno Cardoso e dos três deputados nacionais, estes próximos de Narciso Miranda, estarão presentes, no jantar, socialistas como Avelino Oliveira, que se candidatou contra Soares Gaspar na Concelhia do Porto, Pedro Baptista, ex-dirigente distrital, e Carlos Pinto, que já liderou a estrutura. Nélson Cunha, Alfredo Costa, Ribeiro da Cunha, Pedro Ramos e Coelho dos Santos são outros socialistas que manifestaram apoio à iniciativa.

Raul Brito diz-se "surpreendido com a adesão", prevendo 100 pessoas no jantar, "muitos deles por curiosidade", admite, por ainda desconhecerem a moção.

O jantar acaba por lançar as bases para uma candidatura à Distrital. E, se o nome de Narciso é apoiado por vários socialistas, outros dizem-se favoráveis a uma terceira via, como Avelino Oliveira, ou, ainda, a um candidato comum, apoiado por todos os que contestam a actual liderança. Narciso já disse estar a elaborar uma "radiografia" da região e deixa em aberto uma candidatura. Mas não estará no jantar.

Joaquim Couto estará presente. Ao JN, garantiu que participaria neste jantar "como em outro qualquer", defendendo o máximo de "reflexão política" possível face à situação da região. "Todos nós somos apoiantes deste Governo e do secretário-geral. Isto é uma questão político-partidária do distrito", frisou, dizendo estar em causa a "passividade" da Distrital. Quanto a candidatos, "se surgirem múltiplos focos como este jantar, será possível constituir uma candidatura".

17.5.07

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O comendador-comentador, que não brinca em serviço, já está (também) em campanha para a Federação do PS.

Ele próprio, ou alguém por ele.

Quem tiver curiosidade pode ver em:

http://vimaraperesporto.blogspot.com/

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Alguém me sabe dizer qual foi o emprego que o Guilherme Pinto arranjou para o filho do Renato Sampaio, o da Federação do Porto do PS?
É que, provavelmente, é um bom argumento para quando se discutirem os candidatos às Câmaras do distrito.

15.5.07

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Viva o camarada Lelo, Viva !!!

25.4.07

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Comemorações do 25 de Abril na Câmara de Matosinhos;
Cerimónia do hasteamento de bandeiras.
O presidente Guilherme Pinto convida para o evento o presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos.
Em cima do acontecimento faz figurar na cerimónia o vice-presidente da Câmara.
Porquê?
Tem medo da concorrência?
Não tem consciência das regras do protocolo?
Aonde pensa ele que vai buscar apoios à sua recandidatura à Câmara?
Ao Narciso e aos que estão com ele?
Se a questão se puser haverá mesmo vereadores seus que não o apoiarão.
Qual a razão de ser deste comportamento?
Seguir os próximos episódios.

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Foi, seguramente, coincidência,
e quase ninguém falou nisso.
.
Na semana passada, e antes da anunciada conferência de imprensa explosiva da U. Independente, o reitor e o vive-reitor viram reconhecidos pelo Estado os seus doutoramentos feitos no estrangeiro.
Ao que parece aguardavam esses reconhecimentos há já bastante tempo.

22.4.07

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A vigarice institucionalizada, a canalhice, a falta de carácter e a desonestidade mostraram-se mais uma vez em Matosinhos.
Como é publico e notório, e está afixado em placards em toda a cidade, a Junta de Freguesia, e o seu Presidente levaram a efeito, com grande mérito e originalidade, umas comemorações do 25 de Abril que movimentaram as crianças de todas as escolas da freguesia.
Sob a presidência de Vasco Lourenço.
.
Como a ideia foi boa, os crápulas do costume, não a podendo boicotar, trataram de a abafar na comunicação social.
Contando com o apoio de alguma máquina partidária que ainda controlam - e muito especialmente com o seu homem de mão na RTP - conseguiram abafar quase completamente a divulgação do evento.
Nada passou nas televisões e o único jornal que as noticiou - o Jornal de Notícias - atribui a iniciativa á Cãmara e ao Guilherme Pinto.
Mas também andou por aqui a mãozinha do Narciso que, à hora da manifestação dava uma inopinada entrevista á RDP no calçadão

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Não percebo a agitação à volta da «licenciatura» do «engenheiro».
Então ele não tem no governo um secretário de estado que foi julgado e condenado por exercer advocacia sem estar inscrito na Ordem?
Agora dedica-se ao desporto.

20.4.07

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Ocorreu hoje, em Matosinhos, um fenómeno sempre curioso, ainda que não surpreendente.
A Junta de Freguesia realizou umas comemorações do 25 de Abril em associação com todas as escolas da freguesia, e com a presença de Vasco Lourenço.
Movimentaram-se no evento cerca de sete mil creanças.
Foram implantados em diversos jardins da freguesia cravos construídos nas escolas e placards com mensagens alusivas.
Curiosamente, por passe de magia, alguma mão se mexeu que conseguiui escoder essa realização da comunicação social.
O evento foi mesmo retirado da agenda de alguns órgãos de comunicação.
Em concreto, e para já reconhecidamente, da RTP.

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Começou ontem na Exponor, a edição do ano do Matosinhos Jazz.
O primeiro concerto iniciou-se com 40 minutos de atraso sobre a hora prevista.
Estiveram ali cerca de 300 pessoas à espera, por esse período de tempo, que chegasse o presidente da câmara, Guilherme Pinto.
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A província, e mais do que isso, o provincianisnmo, são assim.
Ficamos á espera de sua excelência, que não tem educação, nem consideração por ninguém.
E os serventuários seguem atentos e considerantes.

16.4.07

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Citações:

«O cartaz fedorento, é apenas mais uma das manifestações desse espírito vigilante da democracia intensiva que limita a liberdade de expressão política, ao pensamento correcto, instituído em trinta anos pela esquerda que nos governa e nos educa oficialmente.»
O outro josé em:

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Conferência na Junta de Freguesia de Matosinhos, pelo Eng. Cardia Taveira sob o tema «Os três castelos de Matosinhos».
Interessante, esclarecedora e feita de uma formam isenta.
Direi mesmo que o conferencista teve o cuidado de não ferir susceptibilidades.
Até omitiu a utilização do Castelo do Queijo nos últimos trinta anos do fascismo: sede, a Norte, da brigada naval da legião portuguesa. O que seguramente não ignora.
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Já o mesmo se não poderá dizer da apresentadora - Elvira Castanheira.
Disse do conferencista que enquanto estudante em Coimbra foi dirigente da Ass. Académica.
A senhora ou é ignorante ou quer lavar mais branco.
Os dirigentes da Associação Académica são aqueles que são eleitos pelos seus pares, os estudantes, em eleições para o efeito realizadas.
A associação Académica foi fechada pelo governo fascista, com demissão dos seus dirigentes eleitos - que ou foram presos, ou emigraram ou foram incorporados à força na «tropa» - por três vezes no decurso dos anos sessenta; a seguir às crises académicas de 62, 65 e 69.
Para gerir a associação o governo de Salazar nomeava comissões administrativas integradas por estudantes afectos ao regime.
Pretender que esses jovens serventuários do regime foram dirigentes associativos é aviltar a condição de dirigente estudantil.
Os verdadeiros dirigentes estudantis lutavam contra o regime, pela liberdade e contra a guerra colonial. Não posso citar todos, mas assim de repente, podemos lembrar-nos de Carlos Candal, Eurico de Figueiredo, António Barreto, Otávio Ribeiro da Cunha, João Amaral, José Brros Moura e Alberto Martins.
O conferencista, Eng. Cardia, esteve na Associação integrado numa dessas comissões administrativas.
Chamar-lhe dirigente associativo ou estudantil é aviltar todos quantos lutaram, nas universidades, contra a ditadura.

9.4.07

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Que vai hoje anunciar o ministro Mariano Gago?

Não é dificil antever:
1 - Que a Universidade Independente tinha um sistema caótico de arquivamento das tramitações administrativas.
2 - Que aos alunos não pode ser imputada qualquer responsabilidade nessa falta de cuidado, nem podem ser por ela prejudicados.
3 - Que estão já a ser tomadas as medidas necessárias para suprir essas deficiências e que o Ministério vai estar muito atento e vigilante.
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Assim se conseguindo:
1 - Livrar o Sócrates de ter de explicar como tirou a licenciatura.
2 - Eliminar qualquer responsabilidade que pudesse ter na forma e meios como a conseguiu.
3 - Manter a Independente a funcionar e, por essa via, evitar que o Sócrates e a sua "curiosa" licenciatura sejam usados como arma de arremesso, talvez mesmo - é essa a esperança - no conflito interno.

3.4.07

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A "licenciatura" do "Eng" Sócrates não é um mero «fait divers».
Conviria que tudo fosse bem explicado, e não está a ser, antes pelo contrário. E as alterações do curriculum oficial inserto na página oficial do Governo são um muito mau sinal.
Não me parece que se esteja em presença de uma mera "campanha de descredibilização e difamação".
Pode qualquer um ser um bom primeiro ministro sem ser licenciado.
Mas a pulsão para obter fraudulentamente uma licenciatura é um muito mau sinal. É uma manifestação de carácter.
A dúvida destroi.
E quem anda à chuva molha-se (mais cedo ou mais tarde).

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Chamada de atenção:

Convirá estar atento às viabilidades de construção - em altura - que o Presidente Guilherme Pinto anda a conceder em Matosinhos Sul, nomeadamente nas transversais da Av. da República.
Será que tudo o que está a ser autorizado é legal, ou vamos voltar à cega-rega dos direitos adquiridos.
É a triste escola do Eng. Cardoso (de não saudosa memória).

29.3.07

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O outro josé

A negação do direito de oposição ao governo, a tortura, a censura e a discriminação no emprego existiram exactamente porquê? O próprio Rui Ramos o escreve e explica: “ Salazar e os seus adversários pensavam em termos de guerra civil”.
Ora quem assim pensa, justifica as suas acções de supressão de direitos e liberdades individuais, para assegurar o bem colectivo que entendem primordial e se a maioria do colectivo aceita as premissas, não sente a perseguição e justifica-a. Seja de um lado; seja de outro.

26.3.07

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Filosofia moral ao quilómetro
Observava Pascal que o que é verdade do lado de cá dos Pirenéus não é necessariamente verdade do lado de lá. O nosso filósofo Pimenta Machado ficou, entre outras famas, famoso por ter adaptado o dito à verdade futebolística. Da verdade por assim dizer política encarregou--se agora outro dos nossos grandes filósofos morais, Francisco Louçã, que celebrou em Salvaterra de Magos um jantar-missa de "solidariedade" com a presidente-arguida Ana Ribeiro, um dos três-autarcas-três bloquistas a contas com a justiça "no" concelho "do" BE, de quem o celebrante, na homilia, após a sobremesa, benzeu, perante 500 fiéis, a política de "justiça e transparência". Como se sabe, o BE tem exigido em Lisboa, em nome da mesma "justiça e transparência", a demissão de Carmona Rodrigues, que não é arguido em coisa nenhuma mas tem dois vereadores sob investigação. A filosofia moral do Bloco é, porém, de curto alcance. Quais Pirenéus! Bastam 50 quilómetros e "verdade", "justiça" e "transparência" do BE mudam magicamente. Ao contrário de Lisboa, em Salvaterra de Magos, pedir a demissão da presidente-arguida já é "baixa política" e é a Oposição a tentar obter (como declama outra filósofa, Fátima Felgueiras) "através da PJ e dos tribunais o que não conseguiu nas urnas"
Manuel António Pina no JN de hoje

24.3.07

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Curiosidades

O Nuno Oliveira desapareceu completamente das fotografias e dos actos oficiais da Câmara.
Saberá alguém explicar a razão?

21.3.07

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O Sr. José anda, definitivamente, preocupado!
No Matosinhos Hoje:
Saco azul de Felgueiras – Eu ainda não fui notificado para depor em tribunal. Sei que nomes como Sócrates, Jorge Coelho, Armando Vara, Mesquita Machado e Mário de Almeida constam, mas num papel afixado na parede do tribunal. Para mim é uma honra estar no meio de tais personalidades. Quando quiserem que me chamem.

15.3.07

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A seguir com cuidado:
A actuação o nosso ministro dos negócios estrangeiros relativamente á entrada em Portugal, e portanto na Europa, de Robert Mugabe.
Com se sabe está impedido, por causa da violenta repressão sobre as liberdades cívicas no seu País, de entrar no espaço da UE.
Mas vem aí a grande conferência Europa-África e começam a ser muitas as pressões dos amigos africanos para que a interdição seja levantada.
Como o bom do nosso ministro tem a a opinião que é conhecida sobre a violação dos direitos humanos em Gantanamo e nos transportes clandestinos para lá a que acrescenta que não se deve discutir o respeito pelos menos direitos humanos na China porque isso prejudica o negócio, não custa a crer que vá torcer o decidido para arranjar maneira que o bom do «ancião» possa vir a Portugal e participar na conferência.