4.10.10

2276





O rigor, a honestidade, a lisura, a decência, a probidade, a isenção, a credibilidade, a seriedade intelectual e política do eng. de domingo e sus muchachos




Governo justifica nova ponte com previsões de PIB de 3,5%/ano

Previsões estão em causa, mas Governo não esclarece se vai fazer novos estudos para TGV


O Governo sempre defendeu a rentabilidade económica da futura ponte entre Chelas e o Barreiro, integrada no projecto do TGV, com base nos estudos de um consultor externo da RAVE, empresa pública para a alta velocidade.
O crescimento esperado para a economia é uma das premissas fundamentais para chegar à conclusão da viabilidade da ponte. O consultor elaborou duas projecções, uma de convergência lenta e outra de convergência rápida da economia portuguesa com o PIB.
No cenário pessimista, a economia portuguesa deveria crescer 1,8%/ano entre 2009 e 2013. E esse crescimento subiria, nos 22 anos seguintes, 
3,2% cada ano. 

No cenário optimista, de convergência rápida, ficou previsto um crescimento médio anual de 1,9% até 2013 e de 3,5% a partir daí até 2035.
As projecções, afinal, parecem ambas muito optimistas. A verdade é que o PIB real desceu nos últimos dois anos. Em 2009 caiu mesmo 2,52%.
Na última década, só no ano 2000, a economia portuguesa teve um crescimento semelhante ao previsto pela RAVE. O crescimento do PIB esteve sempre abaixo de dois ou mesmo de 1 por cento
Face a isto, a TVI, perguntou na semana passada, ao ministro das Obras Públicas
«Parecem-lhe estes cenários ainda previsíveis?»; «considera necessária a sua actualização?». Mas, o ministro não respondeu. 


2275


notícias do estado social do eng.



Quem ganha menos vai fazer mais descontos

LUCÍLIA TIAGO
A conjugação do corte salarial (entre 3,5% e 10%) com a contribuição adicional para a CGA vai baixar o valor do desconto dos salários mais elevados e ter o efeito exactamente inverso entre quem ganha 1500 a 2 mil euros. O IRS também perde receita.

2274


De pé, ó vítimas da fome

O deputado do PS Ricardo Gonçalves quer que a cantina da AR abra "à hora de jantar" para acudir aos deputados, que "são de longe os mais atingidos na carteira" pelas medidas de austeridade, já "quase não [tendo] dinheiro para comer".

Ao CM, Ricardo Gonçalves queixou-se de que, além de uns miseráveis 3700 euros de vencimento, apenas recebe mais "60 euros de ajudas de custos por dia" para "viagens, alojamento e comer fora".
Compreende-se o seu desalento. O deputado Gonçalves deixou uma próspera carreira de professor para, respondendo ao chamamento cívico, passar a deputar na AR, e agora tem que se governar com 3700 euros por mês mais 60 euros por dia para "viagens, alojamento e comer fora".
Não surpreende que Teixeira dos Santos ande a "dormir mal" e que Sócrates tenha, como confessou na AR, "apertos de coração".
Deputados esfomeados é coisa horrível de ver (dir-se-á que Ricardo Gonçalves não representa a deputação, mas o facto de Maria José Nogueira Pinto lhe haver em tempos chamado "palhaço" confere-lhe desde logo ampla representatividade).
Justifica-se que, no próximo PEC, o Governo poupe um pouco mais no subsídio de desemprego e no Rendimento Social de Inserção. Ou nas pensões, cujo valor médio já anda pelos 397,17 euros, o que faz dos pensionistas "de longe os menos atingidos na carteira".
Com essa redução da despesa poder-se-á servir uma ceia de Natal condigna na cantina da AR.


2273

SÓCRATES VS. REALIDADE

Os cinco erros do primeiro-ministro na entrevista à TVI

por Bruno Faria Lopes

1 - “Isso é partir do princípio de que teria sido melhor para o país tomar as medidas em Maio. Eu não estou convencido disso.”
Não. Atraso nas medidas agravou subida do juros.
A especulação sobre a dívida portuguesa foi alimentada pela situação da Irlanda e pelos sinais errados que as contas públicas de Portugal foram emitindo. Bancos (Credit Lyonnais, por exemplo) e agências internacionais notaram o atraso português na consolidação orçamental. Espanha tomou medidas e teve recessão e mais desemprego, argumenta o primeiro-ministro. Portugal toma-as agora com maior esforço no PIB do que em Espanha e com recessão e subida do desemprego à vista. Entretanto, a imagem externa do país e a factura dos juros (paga pelos contribuintes) agravaram-se.

2 - “Quando as condições de mercado melhorarem nós poderemos renegociar essas colocações de dívida.”
Não. Portugal não pode renegociar emissões já feitas.
José Sócrates defende que a factura dos juros da dívida emitida este ano poderá ser renegociada. Não é assim. “Demonstra uma profunda ignorância sobre o financiamento público”, aponta Cantiga Esteves, professor de Finanças no ISEG. As emissões foram feitas e dispersadas em mercado secundário a um juro fixo que não pode ser alterado. O governo poderia recomprar essas obrigações se os juros caíssem, mas pagaria mais por elas (porque quando os juros caem, o preço das obrigações sobe). Não há dúvida: a factura a pagar será mesmo mais alta.

3 - “Os contribuintes não vão pagar nada porque estes fundos [de pensões da PT] foram provisionados”
Não. É impossível dar hoje essa garantia aos portugueses.
Em primeiro lugar, os “cálculos actuariais” de que Sócrates falou são muito falíveis, como “têm demonstrado várias teses de mestrado em Finanças”, diz João Duque, professor de Finanças no ISEG. As taxas de mortalidade usadas estão sempre a mudar (com o aumento da longevidade) – esta é uma realidade dinâmica e o provisionamento feito pela PT pode não chegar. Segundo: o Estado vai gastar já o dinheiro que recebe da PT e terá mais tarde de taxar os portugueses para pagar as pensões. É um empréstimo que a PT (que propôs o negócio ao Estado) faz: a que taxa de juro? Não se sabe.

4 - “O facto de a nossa economia estar agora mais robusta dá mais garantias de que apesar destas medidas continuará a crescer”
Sócrates invoca o crescimento de 1,4% até Junho para defender a capacidade da economia de aguentar a austeridade orçamental. Está sozinho nessa análise. Economistas portugueses (da esquerda à direita) e estrangeiros (FMI, “Economist”, Barclays, etc.) apontam para uma recessão em 2011, indicando bloqueios estruturais ao crescimento. E depois de 2011? Jorge Coelho, do PS, explica ao i: “Isto não é problema que se resolva em dois ou três anos. Só se o défice baixar e a economia internacional animar é que podemos pensar em levantar voo. Mesmo assim, será um voo muito baixinho.”

5 - “Quando um governo diz que congela as pensões quer dizer que todos os pensionistas receberão em 2010 o que recebiam em 2009”
O chefe de governo fala da decisão de congelar as pensões, mas deixa de fora uma medida do seu governo: “Convergência da tributação dos rendimentos da categoria H [pensões de reforma] com regime de tributação da categoria A [trabalho]”. Por outras palavras: num ano de congelamento da prestação, o governo vai agravar a tributação de IRS sobre as pensões de reforma, aproximando-a do nível taxado aos rendimentos do trabalho. Na prática, haverá por isso uma redução real no valor das reformas, acrescido do desgaste provocado pela inflação.

3.10.10

2272

2270


Apoios: Curso do ex-ministro nos EUA patrocinado por eléctrica portuguesa

Três milhões da EDP para Pinho

Agradecemos à EDP "o seu generoso apoio ao seminário ‘Leaders in Global Energy’". São estas as palavras com que a Universidade de Columbia agradece o donativo de cerca de três milhões de euros concedido pela companhia eléctrica portuguesa e que inclui o patrocínio ao seminário do ex-ministro da Economia Manuel Pinho, onde aliás José Sócrates esteve presente na semana passada.
Por:Paulo Pinto Mascarenhas
A EDP não divulga o apoio total, mas no relatório de 2009/2010 da SIPA - a Escola de Assuntos Internacionais e Públicos da Universidade de Columbia -, indica-se que, ainda em Junho de 2010, foi concedido um donativo de cerca de 700 mil euros da companhia portuguesa. O que volta a ser reforçado numa notícia de Julho no site da Universidade na internet. O CM sabe que esta é apenas uma das tranches transferidas ao longo de quatro anos.
Manuel Pinho é apresentado formalmente pela direcção da SIPA como um novo "professor visitante" que foi "ministro da Economia e da Inovação" em Portugal e também antigo "economista no Fundo Monetário Internacional". Ainda a propósito do "generoso" donativo da EDP, declara-se que Manuel Pinho irá participar na criação de "alguns novos programas" na área energética.
Nos agradecimentos à eléctrica portuguesa, acrescenta-se que a "EDP, Energias de Portugal, S.A." mantém interesses em energias convencionais e renováveis "em 11 países de quatro continentes, incluindo os EUA".
Na palestra que proferiu a 23 de Setembro na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e que coincidiu com uma visita do presidente da EDP, António Mexia, à mesma cidade, o primeiro--ministro José Sócrates escolheu como tema principal a política de energia em Portugal, com o título ‘Energy Policy and the Portuguese New Growth Agenda'.
José Sócrates esteve presente no World Leaders Forum, que recebeu o patrocínio e o apoio da SIPA, como também é divulgado no site daquela universidade norte--americana.

2269


Terra prometida

O Governo prometeu que dominava a crise. Prometeu este mundo e o outro nas eleições de 2009. Para as ganhar, Sócrates e Teixeira dos Santos distribuíram dinheiro sem olhar a quem. Em todos os dias dos últimos dois anos, o Governo disse que a crise internacional ia brava, mas que por cá a economia reagia bem. Que já estava a recuperar e que em breve estaríamos a sair do vermelho. Primeiro seria em 2010, depois em 2011; agora, num ano qualquer que há-de vir.
Por:Eduardo Dâmaso, Director-Adjunto
O Governo recebeu, ao longo dos últimos anos, avisos de toda a gente sobre os desequilíbrios das contas públicas. A uns chamou profetas da desgraça, a outros velhos do Restelo, às oposições, irresponsáveis. Sócrates, verdadeiro homem providencial, prometeu que nos haveria de guiar à Terra Prometida das energias renováveis e das fabulosas tecnologias. Ele e os seus papagaios disseminados por jornais, televisões e internet levar-nos-iam para a modernidade. Hoje, no delírio propagandístico que atravessa este PS irreconhecível, ainda há quem tenha a lata de dizer que a culpa de tudo o que vivemos é do PSD e de Passos Coelho. E há também quem repita esta obscenidade na esfera mediática sem corar. Como se Sócrates não estivesse lá nem nunca tivesse estado. Como se fosse uma espécie de patriota que, coitado, se esfalfa pelo nosso bem. Uma vergonha...

2.10.10

2268




140.876 €




2267


A cadeira sobre energias renováveis que Manuel Pinho, ex-ministro da Economia, vai dar na Universidade da Columbia, em Nova Iorque, é paga com um donativo da EDP, num programa de quatro anos.
Segundo parece são 3 milhões  que a EDP vai pagar para o Manuel Pinho ir dar aulas aos americanos. Com a crise que por aí anda, por ouvir os nossos empresários como o Mexia a falararem da baixa qualificação dos portugeses parecia mais acertatado que utilizassem esse dinheiro em faculdades cá do burgo? Afinal os milhares de milhões de lucros da EDP ao longo destes anos foram todos conseguidos com a venda em monopólio de uma, senão da, electicidade mais cara da Europa.
http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/
...........................................................................................................................................................................


Devíamos exigir que a factura da EDP de cada mês descriminasse com quanto contribuímos para a estadia do ex-minitro Pinho nos Estados Unidos 

2266

VALORES MENSAIS!!!



420.000,00 €
TAP
administrador
Fernando Pinto
371.000,00 €
CGD
administrador
Faria de Oliveira
365.000,00 €
PT
administrador
Henrique Granadeiro
250.040,00 €
RTP
administrador
Guilherme Costa
249.448,00 €
Banco Portugal
administrador
Vítor Constâncio
247.938,00 €
ISP
administrador
Fernando Nogueira
245.552,00 €
CMVM
Presidente
Carlos Tavares
233.857,00 €
ERSE
administrador
Vítor Santos
224.000,00 €
ANA COM
administrador
Amado da Silva
200.200,00 €
CTT
Presidente
Mata da Costa
134.197,00 €
Parpublica
administrador
José Plácido Reis
133.000,00 €
ANA
administrador
Guilhermino Rodrigues
126.686,00 €
ADP
administrador
Pedro Serra
96.507,00 €
Metro Porto
administrador
António Oliveira Fonseca
89.299,00 €
LUSA
administrador
Afonso Camões
69.110,00 €
CP
administrador
Cardoso dos Reis
66.536,00 €
REFER
administrador
Luís Pardal: Refer
66.536,00 €
Metro Lisboa
administrador
Joaquim Reis
58.865,00 €
CARRIS
administrador
José Manuel Rodrigues
58.859,00 €
STCP
administrador
Fernanda Meneses
3.706.630,00 €





51.892.820,00 €
Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias)
926.657,50 €
Média Prémios

52.819.477,50 €





900,00 €
Média de um funcionário público


58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro

1.10.10

2265



Contentores vão parar a tribunal

A Liscont, empresa do Grupo Mota-Engil, quer uma indemnização do Estado de cerca de 150 milhões de euros para que seja cumprida a anulação do aditamento ao contrato de concessão da exploração do Terminal de Contentores de Alcântara, aprovado pelo Parlamento em Julho.

...

SUBIDA DO LUCRO INVESTIGADA
A extensão do contrato de exploração do Terminal de Contentores de Alcântara, concedida à Liscont por ajuste directo, está a ser investigada em duas vertentes: alterações no modelo de financiamento e mudanças nas cláusulas contratuais.
Ao que o CM apurou, no modelo de financiamento está em causa o aumento do lucro líquido dos accionistas na semana anterior à assinatura do aditamento ao contrato entre a Administração do Porto de Lisboa e a Liscont, em Outubro de 2008.
No essencial, no espaço de uma semana, como frisa a auditoria do Tribunal de Contas a este contrato, aumentou 3,2 milhões de euros, ao subir de 4,2 milhões de euros para 7, 4 milhões de euros.
O Tribunal de Contas considera que este contrato foi um negócio ruinoso para o Estado.


2264




Cartas viciadas

Na deplorável partida de póker em que se tornou a luta política, a aposta de Passos Coelho no extremar de posições em relação ao Orçamento seguida da ameaça de Sócrates de se demitir no caso de ele não ser aprovado, revelou o óbvio: que Coelho fizera "bluff" e não iria pagar para ver. Os inúmeros "bluffs" de Sócrates anunciando, dia sim, dia não, o "fim da crise" (ainda em Maio Portugal era "o primeiro país a sair da recessão") não têm sido menos desastrados. Os aumentos da Função Pública há um ano, em véspera de eleições, lembram Beau Geste no deserto, cercado e acossado pela sede, lavando desafiadoramente as botas com o último cantil de água. A crise não é, contudo, tão impressionável como os "tuaregs", e Sócrates exige agora a devolução, com juros, desses aumentos. Ao mesmo tempo opta pela que, em Março, era a solução "mais fácil", o do aumento dos impostos, e por receitas extraordinárias como as que criticou a Ferreira Leite. Precisa de 4,5 mil milhões para levar o défice de 7,3 a 4,6 %. Tanto quanto enterrou no BPN e BPP. Como confiar o nosso dinheiro (e o nosso futuro) a jogadores destes?

30.9.10

2263




Cheques carecas

Ninguém sabe se as medidas de austeridade ontem anunciadas irão ou não satisfazer a insaciável fome especulativa dos fantasmáticos "mercados financeiros" e reduzir do défice. Justifica-se, assim, a cara de caso de Sócrates na TV. A história recente de Portugal tem sido a história do Monstro, como um dia Cadilhe o chamou, identificando-lhe o pai (que, recorde-se, não era exactamente Sócrates). Tendo apanhado com a chamada "crise internacional" em cima, Sócrates é apenas o último a sair e, por isso, o que tem que fechar a porta. Mas só num país de despudorados costumes é que ministros responsáveis, ao longo de décadas, pela engorda do Monstro, em vez de serem levados a tribunal como os seus colegas islandeses, aparecem a dar conselhos sobre a redução do défice a um boquiaberto líder da Oposição. Porque, convocando Pound, as opiniões são como os cheques: a sua validade depende da cobertura que tiverem. A crer na cobertura que dão às suas opiniões financeiras as passagens pelas Finanças de, por exemplo, Medina Carreira, Salgueiro ou Catroga, Passos Coelho ficou com muitos cheques carecas em mãos.

29.9.10

2262

Conversa Imaginária entre Mário Soares & Sócrates
MS-Bom dia camarada
S-Bom dia mas ponha lá o camarada de lado, que isto aqui não é nenhum Soviete
MS-Não me leve a mal, eu também não gosto, mas ficou-me o jeito
S-Entendido. Então e o que quer o companheiro para me fazer levantar ao Domingo, para uma conversa tão secreta.
MS-Tenho estado a pensar, como travar aquele malandro do ALEGRE.Não lhe podemos perdoar o ter concorrido contra o Partido nas últimas Presidênciais, e sobretudo contra mim.
S-Tem toda a razão companheiro.Também tenho dado voltas á mioleira para ver como devemos fazer para ajudar o Cavaco a ser eleito;porque esse sim está do nosso lado e é um verdadeiro democrata.
MS-Inculto demais mas para travar o Alegre serve.
S-Sabe companheiro,eu desconfio que o Alegre, ainda tem algumas lembranças do Marxismo.
MS-Pois o problema é mesmo esse. O gajo é um esquerdelho.
S- Se eu tivesse coragem fazia-lhe o que fiz ao recuado.
MS-Isso agora não interessa nada.Concentremo-nos no essencial;como arrumar de vez com o Alegre
S-E conseguir eleger o Cavaco
MS-A estratégia que conseguir uma consegue as duas.Tenho cá uma ideia.
S-Diga diga, pai da democracia
MS-Vai chamar pai ao.... a minha ideia é a seguinte: Você dramatiza o mais que puder, o desentendimento com o rapaz do PSD
S-É que não me entendo mesmo com ele.
MS-Isso passa.Quando o climax estiver no máximo acho que o Cavaco vai perceber a janela de oportunidade que se lhe abre e avança
S- E eu cedo aos pedidos de entendimento do Cavaco?
MS-Claro.Assim o gajo capitaliza simpatia e retira votantes a esse traidor.
S-Bem pensado.E ainda diz que não é o pai da democracia???O senhor é o pai a mãe ....
MS-Pare lá com essa mariquices e vá mas é preparar os tele pontos para a discursata a agravar a situação.
S-Acha que ameace demitir-me?
MS-Boa isso mesmo.Com essa o Cavaco salta logo da cadeira e vem dizer que vos vai chamar á pedra.
S-Sempre valeu a pena levantar-me cedo.O que eu aprendo consigo.
MS-Vá la embora tratar da nação, que eu tenho o meu amigo Carlucci á espera do resultado desta conversa.
(Imaginária, ou com muita imaginação?)
Rui Viana Jorge

2261

Há medicamentos que vão ficar dez vezes mais caros


Impacto das novas regras faz disparar custos de alguns medicamentos. Preço vai desaparecer das embalagens.

Há medicamentos que já a partir desta sexta-feira vão passar a custar quase 11 vezes mais aos portugueses, mesmo com a descida dos preços em 6%. Consequência das alterações anunciadas há cerca de duas semanas pela ministra Ana Jorge, que implicam redução e mudanças nos escalões de comparticipação e no preço usado como referência para o apoio do Estado. Ontem ficou a saber-se que as embalagem vão também deixar de ter o preço marcado.

... ... ...

2260


Insólito

Currículo para americano ver

Primeiro-ministro tem três currículos oficiais diferentes. José Sócrates aparece como fundador da JSD e licenciado em Coimbra no currículo oficial fornecido a uma universidade dos Estados Unidos.

28.9.10

2259

A ajuizar pelo que se lê no BLASFÉMIAS, o conteúdo do relatório da OCDE tem pouco a ver com a punheta que aquele «galego« ontem veio fazer ao eng de domingo.

2258

Governo prepara subida do IVA para 23%

por Ana Sá Lopes e Luís Reis Ribeiro,
Estudo da OCDE foi "feito à medida" para dar apoio às políticas de austeridade de que o governo precisa, dizem economistas