31.3.09

542





Mesquita Machado - Braga







Afonso José da Silva Carneiro - Veira do Minho













António Afonso - Terras do Bouro









José Manuel Ferreira Fernandes - Vila Verde 








José Barbosa - Amares







 

Manuel José Barbosa - Póvoa do Lanhoso





Estes seis impolutos cidadãos nomearam para administrar a Empresa Intermunicipal Braval o não menos impoluto Domingos Névoa.
Vai pelo País uma onda de indignação.
Nem se percebe porquê.
Se podemos ter um primeiro ministro suspeito de corrupção, porque não podemos ter um administrador intermunicipal já condenado?
É tudo uma questão de escala...  

541

30.3.09

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O novo presidente do Sindicato do Ministério Público veio dar publicamente notícia de que os procuradores encarregados de instruir o inquérito «Freeport» estão a ser objecto de pressões.
Se bem se percebe - e cruzando com outra informação que por aí anda - a coisa seria assim: o licenciamento do centro comercial foi um acto lícito  porque cabia na competência, formal e funcional, do ministro que o decidiu.
Sendo lícito e mesmo que tenha havido corrupção, dado o tempo decorrido, está prescrito, ou seja, o ministro em causa já não pode ser punido criminalmente.
E assim sendo, pressionam-se os titulares do inquérito para o arquivar com esse fundamento, eliminando a tempo das eleições que aí vem esta «espada de Damócles» que pende sobre a cabeça do primeiro ministro.
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Não tenho boa opinião do Ministério Público, como repetidamente por aqui tenho deixado expresso. 
(tenho estima consideração e respeito por alguns procuradores de diversos graus hierárquicos. Mas algumas andorinhas não fazem a Primavera)
E parece inevitável considerar-se que se o chamado «caso Freeport» chegou à trapalhada em que está isso se deve essencialmente às más práticas do M. P. 
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Mas, cesteiro que faz um cesto faz um cento...
E não nos podemos esquecer que o actual ministro da Justiça, Alberto Costa, veio corrido do governo de Macau a que pertencia - o do incorrupto Melancia - por ter tentado pressionar um juiz para que alterasse uma sentença.      

539

Perguntas

Perguntas


Porque é que o cidadão José Sócrates ainda não foi constituído arguido no processo Freeport? Porque é que Charles Smith e Manuel Pedro foram constituídos arguidos e José Sócrates não foi? Como é que, estando o epicentro de todo o caso situado num despacho de aprovação exarado no Ministério de Sócrates, ainda ninguém desse Ministério foi constituído arguido? Como é que, havendo suspeitas de irregularidades num Ministério tutelado por José Sócrates, ele não está sequer a ser objecto de investigação? Com que fundamento é que o procurador-geral da República passa atestados públicos de inocência ao primeiro-ministro? Como é que pode garantir essa inocência se o primeiro-ministro não foi nem está a ser investigado? Como é possível não ser necessário investigar José Sócrates se as dúvidas se centram em áreas da sua responsabilidade directa? Como é possível não o investigar face a todos os indícios já conhecidos? Que pressões estão a ser feitas sobre os magistrados do Ministério Público que trabalham no caso Freeport? A quem é que o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público se está a referir? Se, como dizem, o estatuto de arguido protege quem o recebe, porque é José Sócrates não é objecto dessa protecção institucional? Será que face ao conjunto de elementos insofismáveis e já públicos qualquer outro cidadão não teria já sido constituído arguido? Haverá duas justiças? Será que qualquer outro cidadão não estaria já a ser investigado? Como é que as embaixadas em Lisboa estarão a informar os seus governos sobre o caso Freeport? O que é que dirão do primeiro-ministro de Portugal? O que é que dirão da justiça em Portugal? O que é que estarão a dizer de Portugal? Que efeito estará tudo isto a ter na respeitabilidade do país? Que efeitos terá um Primeiro-ministro na situação de José Sócrates no rating de confiança financeira da República Portuguesa? Quantos pontos a mais de juros é que nos estão a cobrar devido à desconfiança que isto inspira lá fora? E cá dentro também? Que efeitos terá um caso como o Freeport na auto-estima dos portugueses? Quanto é que nos vai custar o caso Freeport? Será que havia ambiente para serem trocados favores por dinheiros no Ministério que José Sócrates tutelou? Se não havia, porque é que José Sócrates, como a lei o prevê, não se constitui assistente no processo Freeport para, com o seu conhecimento único dos factos, ajudar o Ministério Público a levar a investigação a bom termo? Como é que a TVI conseguiu a gravação da conversa sobre o Freeport? Quem é que no Reino Unido está tão ultrajado e zangado com Sócrates para a divulgar? E em Portugal, porque é que a Procuradoria-Geral da República ignorou a gravação quando lhe foi apresentada? E o que é que vai fazer agora que o registo é público? Porque é que o presidente da República não se pronuncia sobre isto? Nem convoca o Conselho de Estado? Como é que, a meio de um processo de investigação jornalística, a ERC se atreve a admoestar a informação da TVI anunciando que a tem sob olho? Será que José Sócrates entendeu que a imensa vaia que levou no CCB na sexta à noite não foi só por ter feito atrasar meia hora o início da ópera?

538

Charles Smith disse em Londres que DVD era autêntico


No insuspeito - da perspectiva do governo - DN

29.3.09

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No KAOS

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No dia 29 de manhã foi desencadeado o ataque geral. A divisão Merle, na minha direita, recebeu ordem para avançar com o ataque da véspera e, caso encontrasse demasiada resistência, aguardar que o centro do inimigo fosse penetrado para ir mais além.

A divisão Mermet, seguida da cavalaria de Lahoussaye e de Caulaincourt, foi encarregue do ataque do centro, tendo como objectivo final a cidade do Porto.

Confiei aos generais Delaborde e Franceschi o ataque da esquerda. Deviam forçar a direita do inimigo, conquistar todas as barreiras e fortificações que encontrassem e entrar no Porto pelo norte. As minhas colunas da direita e da esquerda tinham com elas artilharia, mas não a puderam utilizar. Afectei duas baterias de artilharia ligeira à do centro. Os resultados foram excelentes. Tinha determinado como grito de guerra "Napoleão e Glória". Todos o repetiram em uníssono: não havia um único soldado que não estivesse determinado a vencer. Como tal, a vitória não foi posta em causa nem por um instante. Às dez horas as divisões Mede e Delaborde entraram em acção; uma meia hora depois tive de atrasar o movimento da primeira e forçar o do general Delaborde. Entretanto retinha o general Mermet. O inimigo, vendo que apenas as duas alas eram atacadas, resolveu desguarnecer o centro e retirou parte das tropas que aí tinha para as colocar na sua esquerda. Na mesma altura, ordenava ao general Mermet que atacasse e os dois redutos principais que constituíam a chave da posição do inimigo foram conquistados. A nossa artilharia ligeira tinha tido apenas tempo de disparar algumas rajadas, quando já quatro companhias de infantaria entravam pelas seteiras e ocupavam as obras de defesa onde centenas de portugueses eram mortos e vinte canhões apreendidos. Organizei a posição connquistada. Por minha ordem, o general Rouyer, com dois batalhões, ao dirigir-se para a direita, obrigou o inimigo a evacuar os redutos que ainda ocupava em frente do general Mede, enquanto o 47.° de infantaria era lançado sobre o Porto.

Por seu lado, o general Delaborde atingia o extremo norte da cidade com o 17.° de infantaria ligeira, após ter tomado vários redutos e se ter apoderado de cinquenta peças de canhão. O 86.° e um batalhão do 70.°, apoiados pela cavalaria de Francesschi, combatiam ainda no nosso flanco esquerdo e atrasavam um pouco a entrada na cidade. Entretanto, o general Mede, apoiando o ataque do centro, precipitava o seu avanço e contornava a esquerda inimiga. O capitão Chevillé, à cabeça de uma centena de infantes, chegava em primeiro lugar aos redutos, entrava pelas seteiras e assumia o seu comando. Os ocupantes, soldados ou camponeses armados, intiimidados por esta audácia, tentavam fugir, mas nem um escapou. Imediatamente à nossa direita debandaram todos, e os fugitivos afogaram-se no mar ou no rio. O general Mede tinha-se apoderado de mais de sessenta canhões; os obstáculos que o inimigo tinha multiplicado neste local eram de tal forma avultados que ficámos ainda mais espantados no dia seguinte, por os termos transposto, do que tínhamos ficado no próprio dia em que os ultrapassámos.

O  47.° e o 17.° de infantaria ligeira tinham-se juntado no Porto e tinham encontrado todas as avenidas cortadas, barricadas e guarnecidas de artilharia. Das janelas, disparavam sobre os nossos soldados; mas foi tudo tomado. O major Dauture chegou à ponte do Douro quando os portugueses tentavam cortá-la, protegidos pela sua poderosa artilharia colocada na margem esquerda no convento da Serra.

Não havia um minuto a perder ou a ponte estava perdida. Quando o general Donnadieu e o major Dauture lá chegaram, encontraram-na obstruída com mais de dois mil indivíduos de todas as idades e sexos. No pânico, tinham feito cair um dos pontões e tinham sido engolidos com ele. A cavalaria do bispo, em fuga nesse mesmo instante, passava por cima dos corpos deste infelizes, calcando-os sem  piedade sob os pés dos cavalos. Foi assim que conseguiu escapar, alguns momentos antes da entrada dos franceses.

Os nossos soldados, mais generosos, apressaram-se em socorrer alguns dos afogados que ainda davam sinais de vida; outros, para evitar passar por cima deles,  colocaram pranchas nos dois lados e atiraram-se para o outro lado da ponte, apesar das tremendas descargas de canhão do inimigo.

A tomada da ponte era muito importante; foram enviados reforços ao coronnel do 47.° que as dispôs habilmente de forma a conquistar o arrabalde de Vila Nova de Gaia bem como a margem esquerda do Douro.

À nossa direita, o general português Lima tinha cometido a imprudência de fazer ver às suas unidades o perigo da respectiva situação. A sua voz foi imediatamente abafada por clamores, celerados precipitaram-se sobre ele e trespassaram-no. Um batalhão francês, que se dirigia para este local, chegou tarde demais para o salvar. Este mesmo batalhão tomou então de assalto dois fortes e encontrou em cada um quinze bocas-de-fogo e munições. O general Lorge, mantido em reserva à direita de Infesta com a brigada de dragões e um batalhão do 31.°, desincumbiu-se muitíssimo  bem das missões de limpeza e de perseguição que tinha recebido.

Éramos senhores do Porto e a ponte estava passada. Duzentos soldados do bispo,  refugiados no paço episcopal, faziam ainda fogo contínuo sobre tudo o que aparecia. Soldados franceses dispersos, de todos os regimentos, reuniram-se e, de sua  própria iniciativa, lançaram-se sobre este foco de resistência, forçaram a entrada e passaram a fio de espada os que tiveram a temeridade de os esperarem; os outros foram apanhados nas ruas.

Assim terminou esta batalha, que ficará, infelizmente, demasiado célebre.  O Imperador não a tinha previsto e eu fui obrigado a travá-la. As perdas do inimigo eram imensas, e superiores a 8000 homens. No Douro (seja na foz seja na ponte)  pereceram mais de 2000. Muitos feridos tinham-se refugiado nos bosques e em casas abandonadas. Não puderam ser socorridos a tempo. O número de prisioneiros elevava-se a 250, entre os quais 25 ingleses dos quais 3 eram oficiais, vindos recentemente de Lisboa.

 

 

 Memórias do Marechal Soult


Livros Horizonte, 2009


28.3.09

534

Mais...

A questão é cada vez mais do foro intímo: quero um primeiro ministro assim para o meu País?

533

General Francisco da Silveira Pinto da Fonseca Teixeira

1.º Conde de Amarante


Marquês de Alorna

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Sócrates e Fernanda Câncio vaiados no CCB

Plateia da sala de espectáculos de Lisboa reagiu com indignação ao atraso do primeiro-ministro e da jornalista Fernanda Câncio, que adiou meia hora o início da ópera Crioulo.

Ora aqui está um bom exemplo.

Era bom que esta prática se instalasse também em Matosinhos onde as «autoridades autárquicas» tem o(mau) hábito de se fazerem esperar por toda a gente.

Pontualidade nos compromissos é, acima de tudo, boa educação. 

27.3.09

531



Louis Henri (Conde de) Loison

"O Maneta"

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O artigo do Bastonário da Ordem dos Advogados sobre a forma irregular como as autoridades judiciárias e policiais usam os poderes e faculdades de que são titulares, e com finalidades bem diversas da estrita função a que estão vinculadas de realização da Justiça, merece ser lido.
E, mais, deve provocar uma reflexão sobre a forma como funciona o sistema judiciário.
Dirão alguns que o sistema se vigia a si próprio e que por isso os responsáveis por esta «entorse» foram punidos.
É verdade, mas não podemos deixar de ter atenção a qual o processo em que isto sucede, quais as questões que nele eram tratadas e, sobretudo, quem eram as personalidades envolvidas.
Se a mesma «tramoia» da falsa carta anónima fosse usada - e frequentemente é - para perseguir criminalmente um desgraçado de um cidadão anónimo, que não fosse deputado, ministro, dirigente partidário relevante, figura do aparelho de Estado e suas adjacências, não teria o fim «feliz» que neste caso teve.
Lá seguiria o processo os seus trâmites, o MP acusava o Juiz julgava e o desgraçado do cidadão passava por isto tudo e era até -se calhar -  condenado.
Duas notas:
1 - Contrariamente ao que por aí já corre com alacre satisfação, o Bastonário não vem defender o José Sócrates, nem  ilibá-lo de culpas que possa ter e que - se neste país houver justiça - um dia se apurarão.
Limita-se a tomar, pela Ordem a que preside, posição em matéria de funcionamento da Justiça.
2 - Nesta tramoia esteve envolvida uma jornalista - Inês Serra Lopes - que foi condenada, que agiu intencionalmente para um fim determinado.
E que apesar deste comportamento reprovável e já condenado continua a ser directora de um jornal a aparecer nas televisões a comentar tudo e todos, como se um comportamento destes não fosse suficiente para lhe retirar toda a credibilidade, a autoridade moral,  a audiência.   

26.3.09

529




Mais uma vitória da justiça portuguesa!
Os Isaltinos, as Fátimas e todos os outros narcisos podem ter esperança.

24.3.09

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Foi hoje colocado neste blog um comentário a um post de 16 de Abril de 2007.
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Porque a esta distância dificilmente teria a divulgação que merece, permito-me reproduzi-lo aqui: 
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Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "53": 

Apenas hoje vi o seu "simpático" comentário à minha pessoa. Aproveito para o informar que o currículo do Engenheiro me foi facultado pelo mesmo. O que eu disse foi que o supramencionado palestrante tinha integrado a Associação Académica para não ferir susceptibilidades. Não lhe parece azedume e azia a mais para tão pouco? Que tal sugerir ao Engº que "corrija" esse pormenor no seu currículo? Aproveito para o informar que muito recentemente voltou a ser assim apresentado e não foi por mim.
Como dizia o falecido e inesquecível ourives Luís Ferreira, da Rua Trindade Coelho, no Porto - não importa que falem mal; o importante é que falem porque só falam de quem faz alguma coisa.
Cordialmente,
Elvira Castanheira 

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Formação e experiência Académica:

  • 2005 - Licenciatura em Relações Internacionais (UNI)
  • 2004 - Pós-Graduação em Gestão Empresarial (ISCTE)

Da ficha biográfica do Armando Vara na página oficial do BCP.

Isto dos cursos é muito dificil.

Sobretudo quando se faz a pós-graduação antes da licenciatura 



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Brisa: Comissão executiva recebeu 3,9 milhões de euros

Vitorino factura 5 mil por reunião

O ex-comissário europeu, António Vitorino, ganha 5000 euros por cada reunião a que preside como presidente da mesa da Assembleia Geral da Brisa, de acordo com o relatório anual de bom governo das sociedades, ontem disponibilizado no sítio da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). 

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Tal como a Emissora Oficial no passado, RDP/RTP prestam-se uma vez mais à tarefa de defender regimes à custa de propaganda pensada e executada com o mesmo zelo com que o SNI coordenava, na Emissora Nacional, o programa do salazarismo "Rádio Moscovo não fala verdade". O título deste programa da era de Sócrates é: A CGTP não deixa trabalhar. Como sempre, apresenta-o a Direcção de Informação da RDP.

23.3.09

524










Expresso- É o excesso de garantias que está na origem do aumento da criminalidade?

João Palma, (procurador do MP, único candidato a presidente do Sindicato do MP)- O Código não é um instrumento para a defesa da comunidade, mas um manual de defesa dos interesses dos delinquentes.

Nesta tão simples resposta está condensado o que vai na cabeça de uma larga maioria dos Senhores do Ministério Público. 
Entendem que quem devia fazer as leis - para que fossem perfeitas -eram eles.
Mais: no fundo no fundo se fossem eles a governar é que o País estaria bem.
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Este pensamento, assim tão despudoradamente divulgado é a imagem de um risco real para as liberdades individuais e para os direitos dos cidadãos.
Não porque possam ou consigam intervir (muito) na criação das leis e das políticas criminais.
Mas porque têm a possibilidade, frequentemente concretizada, de nos tribunais obterem tutela jurisdicional para estas teses e para o justicialismo terrorista que as sustenta. 
E que também agrada a muitos juizes.

22.3.09

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Portagens nas SCUT da região norte "a todo o vapor"

O secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, afirmou que o Governo está "a trabalhar a todo o vapor" para introduzir portagens em três SCUT e garantiu que o processo está "em fase final de implementação".

"Estamos na fase final da implementação [de portagens], como será visível nos próximos dias", referiu, escusando-se a avançar datas. O governante admitiu que tem sido "um trabalho complexo", mas adiantou que a questão tecnológica do sistema de cobrança "está ultrapassada".

Em causa estão as SCUT (auto-estradas sem custo para o utilizador) do Grande Porto (Matosinhos-Lousada/A41-A42), da Costa da Prata (Gaia-Mira/A29) e do Norte Litoral (Matosinhos-Viana do Castelo/A28).

"Estamos neste momento em fase de implementação da solução tecnológica e espero que possamos anunciar essas novidades muito rapidamente", acrescentou Paulo Campos.

Esta notícia, no JN de ontem, vem suscitar uma questão:

No último congresso distrital do PS foi aprovada, por larga maioria, uma moção contra a instalação destas portagens.

Essa moção representa a vontade da organização no Distrito. 

Que vão fazer, que iniciativas vão tomar, como vão defender essa deliberação o Presidente da Federação Distrital, Renato Sampaio, e o Presidente da Comissão Política da Federação, Guilherme Pinto?

21.3.09

522




o DIA DO TEATRO no KAOS

521

520












Mário Lino admite custos adicionais, mas considera não ter havido descontrolo

Molhes do Douro derrapam 11 milhões

(e pelo meio abandonou-se a parte mais interessante do projecto que era o aproveitamento da energia das marés) CM e JN

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Inspecção ameaça com dissolução da Câmara

Exigidas informações sobre processo do kartódromo "ilegal"

no JN

19.3.09

516







Será que a Senhora da DREN ao assumir-se como loira quer passar uma mensagem subliminar ao País?

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«Diz-me com quem andas, dir-te-ei
quem és»

18.3.09

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O que é que
ISTO quer dizer?