









O Ministério, magnânimo (afinal o dinheiro não é seu, é dos contribuintes), encomendou-lho… de novo. E de novo lho pagou. E Pedroso de novo o não concluiu. Aí, o Ministério, em vez de, como é normal, lhe encomendar e pagar o serviço uma terceira vez, decidiu enfim rescindir o contrato. Só que Pedroso já embolsara 287 980 euros. Devolveu-os? Não. Devolverá… metade. A prestações. Entretanto, a Universidade de Coimbra lembrou-se de repente de que Pedroso tinha subscrito consigo um contrato (outro) de exclusividade… Está em curso o usual inquérito, mas não há-de ser nada. Histórias destas, em Portugal, acabam sempre bem, com o herói a casar com a rapariga.


O presidente da concelhia de Felgueiras do PSD acusou a câmara local de já ter gasto 530 mil euros com advogados no âmbito de processos judiciais que envolvem a presidente Fátima Felgueiras e outros arguidos.
Segundo disse à Lusa João Sousa, os cofres municipais estão a suportar "despesas avultadas" para pagar "aos melhores advogados do país" que têm defendido a presidente da autarquia no âmbito do processo "saco azul".
"Só à sua conta pessoal, Fátima Felgueiras já custou ao município 260 mil euros", acrescentou o dirigente social-democrata. João Sousa recorda que só em 2008, durante o julgamento do "saco azul", a autarquia gastou 173 mil euros.
"Os advogados têm sido pagos a peso de ouro com os escassos recursos do município", frisou. O PSD de Felgueiras "diz ter feito as contas" e concluiu que só nos processos que envolvem a autarca, ao longo dos anos, o município já gastou 260 mil euros.
Além de Fátima Felgueiras, também os ex-presidentes da câmara, Júlio Faria e António Pereira, e o ex-assessor da autarca, Horácio Costa - todos arguidos no "saco azul" - beneficiaram das transferências dos cofres da autarquia.
O PSD salientou que os custos com advogados vão continuar a crescer com o início, terça-feira, do julgamento do chamado "caso do futebol".
Neste processo, Fátima Felgueiras está acusada de sete crimes de participação económica em negócio e um de abuso de poderes sob a forma continuada, a propósito da alegada atribuição irregular de subsídios ao Futebol Clube de Felgueiras.
O PSD felgueirense considera que a presidente da autarquia, por já ter sido condenada no processo "saco azul" a três anos e três meses de prisão, com pensa suspensa, devia restituir o dinheiro despendido pela autarquia na sua defesa.
João Sousa pergunta ainda se Fátima Felgueiras, apesar da "enorme crise social em que está mergulhado o concelho", terá "o descaramento de continuar a utilizar o dinheiro das receitas camarárias para pagar a sua defesa luxuosa?".
O PSD insurge-se também contra "os gastos sumptuosos e imorais com advogados" da Câmara de Felgueiras, numa altura em que têm sido impostos aos felgueirenses aumentos nas tarifas da água, do lixo e de várias licenças camarárias.
No JN

19112 - Edição de um estudo para a Associação para o Planeamento da Família 16.998,00 €
19111 - Elaboração de um Plano de Acessoria de Comunicação no âmbito de Plano Municipal de Saúde do Concelho de Matosinhos 27.150,00€
18560 - Serviços de remodelação de espaços para actividades de ginásio 75.640,20€
18666 - Prestação de Serviços Limpeza – Teatro Municipal Constantino Nery 28.320,00€
18439 - Prestação de Serviços Limpeza – Teatro Municipal Constantino Nery 28.320,00€
18364 - Prestação de Serviços Limpeza – Teatro Municipal Constantino Nery 28.320,00€
18306 -Prestação de Serviços Limpeza – Teatro Municipal Constantino Nery 28.320,00€
17955 - Consultoria técnica aos restaurantes do concelho 24.600€


O governo português decidiu hoje, numa medida arrojada, corajosa e de grande valor humanitário, proibir a passagem de armas para Israel, dado o conflito de Gaza.



Ex.mo(a) Senhor(a)
Director(a) / Presidente do Conselho Executivo
Como é do conhecimento de todos, têm vindo a ser entregues nas escolas do Norte, cerca de 4 000 Magalhães/dia por parte de empresas distribuidoras e da própria Direcção Regional de Educação do Norte.
A distribuição continua ao mesmo ritmo e por isso gostaria de recordar as indicações que anteriormente já enunciei:
1. Embora os computadores entregues não correspondam à totalidade da encomenda, tal só significa que haverá novas distribuições;
2. Os computadores recebidos devem ser enviados pela escola para casa, no próprio dia de entrega, sem mais qualquer delonga;
3. Em Janeiro, deverá ser marcado um dia em que as crianças devem trazer os Magalhães, para iniciar o trabalho casa-escola.
4. O pagamento dos Magalhães, nos casos em que a isso os pais sejam obrigados, estão a receber informação por sms devendo, em todas, constar a entidade 11023;
5. Caso o número de computadores de entrega, não corresponda com o número presente na guia de remessa, deve o facto ser mencionado directamente nesta, referindo o número total recebido.Tal facto não impede que, de imediato, se recebam os computadores apresentados;
6. O Ministério da Educação tem perfeita consciência das dificuldades que este tipo de acção de massas acarreta às escolas e, embora esta situação lhe escape entende que o mais importante é a recepção dos Magalhães, como mais valia almejada pelos nossos alunos, e por isso agradece toda a colaboração e compreensão dos orgãos de gestão, dos professores e dos serviços administrativos e auxiliares.
7. Quando um encarregado de educação recebe sms e é do escalão A, deve ser reportado e naturalmente o computador entregue ao aluno;
8. Outras situações anómalas devem ser sempre imediatamente reportadas para o nosso mail dsgm@dren.min-edu.pt;
8. Recorda-se ainda que as escolas que ainda não procederam à encomenda do Magalhães o devem fazer com celeridade.
Com os melhores cumprimentos,
A Directora Regional de Educação do Norte
Margarida Moreira