11.5.08

170



Ainda só vamos na campamha interna do PSD e já anda na baila o curso do «engenheiro».
Palpita-me que vai ser um crescendo até às legislativas, e que vão cair na praça pública todas as outras "qualidades" de carácter.

169


Imagem "roubada" ao http://poliscopio.blogspot.com/ do Dr. Magalhães Pinto.

8.5.08

168

A notícia que o JN tinha «on line» era esta:
.
Saco azul pagou dívidas de “transportes e reclames luminosos

Narciso Miranda desmentiu a acusação do ex-assessor de Fátima Felgueiras


Horácio Costa, antigo assessor de Fátima Felgueiras, afirmou hoje ao tribunal de Felgueiras que o saco azul liquidou diversas despesas da Federação do Porto do Partido Socialista.
Segundo frisou ao colectivo de juízes, há documentação que consta nos autos que prova a realização de tais pagamentos e exemplificou com dívidas de “transportes e reclames luminosos”.

Narciso Miranda, ex-líder da distrital do PS-Porto, que também esteve presente em tribunal, desmentiu a acusação indignado, garantido que irá pedir certidões das declarações de Horácio Costa. "Exigirei ao meu partido que ele se defenda", acrescentou.
Na acareação de hoje com o ex-líder da distrital, Narciso Miranda, o tribunal presidido por José Castro pretendia esclarecer depoimentos contraditórios que ambos fizeram em anteriores audiências, a propósito do que foi dito num jantar realizado em Matosinhos, em 2000.

Nesse encontro participaram mais três militantes do PS/Felgueiras, incluindo o secretário coordenador da Concelhia e então chefe de gabinete de Fátima Felgueiras, António Bragança que pretendiam mostrar ao líder distrital socialista documentação sobre a conta bancária, que viria a ficar conhecida como saco azul.
Mas Narciso afirma que não chegou a ver os documentos porque a conta não era oficial do PS. "Eu disse-lhes: parem, não tirem a documentação da bolsa, porque essa conta não é do PS", contou Narciso.

Durante cerca de três horas, Horácio Costa e Narciso Miranda, sentados lado a lado perante o colectivo de juízes e o magistrado do Ministério Público, trocaram argumentos divergentes, até na data do jantar.

Narciso disse várias vezes ao tribunal que, enquanto líder da federação, não tinha poder para averiguar a existência de irregularidades e essas, a existirem, deviam ser aferidas pelo órgão próprio no partido - o Conselho de jurisdição.


O antigo autarca de Matosinhos reafirmou hoje ao tribunal de Felgueiras que ficou com a sensação, nesse jantar "realizado após muita insistência dos militantes de Felgueiras", que havia um projecto de poder para Felgueiras, que passava pelo afastamento de Fátima Felgueiras.

Segundo Horácio Costa, o então líder da Distrital do PS afirmou nesse encontro, voltando-se para secretário coordenador do PS/Felgueiras, António Bragança: "sabeis que a Fátima Felgueiras é como o eucalipto. Seca tudo à sua volta. Vós tendes de tomar conta do partido. Vai para cima, mobiliza as tuas tropas e segura-te".

Narciso negou que alguma vez tenha feito tais declarações, não reconhecendo a Fátima Felgueiras "a qualidade dos líderes que, pelo seu poder, secam tudo à sua volta".


Os dois também divergiram a propósito de um encontro alegadamente realizado em Lisboa, poucos dias após o jantar, entre Fátima Felgueiras, Narciso Miranda e Barros Moura, então presidente da Assembleia Municipal de Felgueiras. Narciso negou hoje que tal encontro se tenha realizado, desafiando Horácio a dizer em que local teria havido a reunião.
Horácio Costa garantiu que a reunião aconteceu e que foi na sequência dela que Fátima Felgueiras dispensou o seu chefe de gabinete, António Bragança, que também participara no jantar em Matosinhos.
Horácio respondeu a Narciso: "Como político astuto, o senhor não me vai embrulhar, porque sou um homem sério. O senhor não pode vir a este tribunal com a capa de bom. O senhor defendeu Fátima Felgueiras. O senhor foi o tronco dela".
O antigo líder do PS Porto concluiu: "não tenho razões para me envergonhar das diligências que fiz para se manter o apoio político a Fátima Felgueiras nas eleições autárquicas de 2001".

A próxima sessão de julgamento está marcada para dia 7, com uma acareação entre a técnica da Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT), Maria Natal Pinto, e o ex-marido de Fátima Felgueiras, o advogado Sousa Oliveira.

A que saiu na edição impressa foi esta:


Narciso Miranda foi ontem acusado, no Tribunal de Felgueiras, de "usar jogos de cintura política" para defender Fátima Felgueiras , que responde pela alegada prática de 23 crimes.
O ex-presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, na acareação feita no tribunal, reagiu às acusações do ex-colaborador de Fátima e um dos denunciantes do caso. "Não, não e não!", enfatizou, garantindo que irá pedir certidões de tudo o que disse Horácio Costa, que também foi vereador na autarquia, para instaurar processo-crime.
Costa começou por afirmar que o "saco azul" liquidou diversas despesas da Federação do Porto do PS, presidida então por Narciso Miranda. "Foram pagas despesas de transportes e reclames luminosos", afirmou. Narciso Miranda negou, dizendo-se indignado "Exigirei ao meu partido que se defenda", disse.
Na acareação, presidida pelo juiz José Castro, o tribunal pretendia esclarecer os depoimentos contraditórios sobre um jantar, em Matosinhos, com três militantes socialistas de Felgueiras e o chefe de gabinete de Fátima, António Bragança, marcado porque eles pretendiam mostrar a Narciso Miranda documentação sobre a conta bancária que veio a ser conhecida por "saco azul".
Durante três horas, Narciso Miranda e Horácio Costa mostraram posições divergentes mesmo sobre a data desse jantar. Narciso disse que se realizou em Outubro ou Novembro de 1999 e Horácio em 5 de Fevereiro de 2000. Narciso garantiu, ainda, que nunca viu essa documentação.
"Disse-lhes para não a tirarem da bolsa, porque essa conta não é do PS", afirmou, garantindo ter a sensação que nesse jantar havia um "projecto de poder" que passava pelo afastamento de Fátima. E negou que tivesse apoiado as posições de Horácio. Este, porém, garantiu que ele sugeriu que "arranjassem um projecto para o poder não cair na rua".
Indignado, Narciso Miranda retorquiu "Não ponho em causa a seriedade de ninguém, mas também não admito que ponham a minha em causa". Concluiu garantindo não ter razões para se envergonhar das diligências que fez para o PS apoiar Fátima Felgueiras nas eleições autárquicas de 2001


Conclusão: quem tem amigos no jornal sempre sai melhorzinho no retrato









168


Quem ouviu hoje o ministro Rui Pereira na A. R. negar, peremptória e repetidamente, que haja qualquer colaboração entre a PSP e a polícia de choque brasileira, ou sequer projecto dessa colaboração,
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E ouviu na SIC as imagens, gravadas, das entrevistas do comandante da força de intervenção da PSP e da polícia especial brasileira,
.
não pode senão, envergonhadamente, dizer como o Almada:
.
Se este ministro é português, eu quero ser espanhol!

7.5.08

167


Homem das Farturas???

166

Há coisas que não deixam nunca de nos surpreender, ainda que evidentes.
Os Sr.s Magistrados e os Sr.s do Ministério Público que estão colocados na PJ anunciam que se vão demitir por a Polícia passar a ser dirigida por um homem oriundo da casa e que não é Magistrado nem do M. P.
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É claro!
O polícia não foi beneficiado, à nascença, com a marca de Deus para ser um ser superior, para ser destinado a pairar acima das demais gentes, para ser um Ser único, para ser um dos eleitos para frequentar o CEJ...
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(A marca de Deus é na nalga direita)

165




Ele há gente muito mal agradecida.
Então o GELGOF vem cá, a uma iniciativa patrocinada pelo BES e não é que tem a lata de dizer que Angola é governada por criminosos.
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O BES, como é evidente não gostou.
(O BES tem negócios - bons - em Angola; entre outros:
Tem o banco BESA em cujo capital 20% são angolanos, destacando-se a filha do presidente, Isabel dos Santos;
Tem a ESCOM que se dedica ao negócio dos diamentes, aviação, pescas, imobiliário e agricultura).
Ou seja, o BES tem as mãos sujas do sangue das vítimas dos criminosos que governam Angola.
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Mas não é único.
Há em Portugal muitos outros empresários que também as têm sujas do mesmo sangue.
E o Governo - este e os anteriores - não estão mais limpos.
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Será que não é já tempo de começarmos a tomar posições públicas e claras contra estas "mãos sujas"?

5.5.08

164

Ao que parece o governo que temos prepara-se para conceder sem concurso público, por mais 27 anos, a concessão do Terminal de Contentores de Alcântara, à LISCONT.
A Liscont é uma empresa do grupo Mota-Engil.
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Grande Jorge Coelho!!!

1.5.08

163

Será premonitório, ou mera provocação?
Do programa das festas do Senhor de Matosinhos:
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15h00
Entrada no arraial da
...........Banda Velha de Barroselas,
actuação no coreto do jardim Basílio Teles.

162

Lido n'oportodeleixoes, num comentário:
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Já agora vai uma achega sobre a negociata dos terrenos da Tertir.
1 - Os terrenos foram da TERTIR.
2 - Os terrenos foram comprados pela MOTAENGIL.
3 - O JORGE COELHO passou a ser um dos patrões da MOTAENGIL.
4 - O JORGE COELHO foi Ministro das Obras Públicas, quando NARCISO MIRANDA foi seu fugaz Secretário de Estado.
5 - O projecto da nova sede da MOTAENGIL terá sido encomendado ao GENRO do NARCISO MIRANDA.
6 - Conclusão: Mais palavras para quê?
E ainda vêm falar de sondagens, de carisma autárquico, de competência, de isenção, de defensor do Povo, de isto, de aquilo...
Verborreia meus senhores!!!

30.4.08

161

Fátima Felgueiras: Narciso Miranda vai ser acareado com Horácio Costa

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http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=342885&visual=26&tema=1
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( O Agostinho Rafael não deu esta notícia)

160

LEITURAS CRUZADAS:
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No JN de 29/4:
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José Luís Carneiro soma apoios para lista ao PS/Porto
Carla Soares
O presidente da Câmara de Baião, José Luís Carneiro, está a somar apoios para uma candidatura à Federação do PS/Porto. Nos últimos dias, tem contactado com vários socialistas do distrito e, além do apoio esperado de Francisco Assis, poderá colher os de Narciso Miranda, que aplaude a iniciativa, Nuno Cardoso, Mário de Almeida e Joaquim Couto.
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Enquanto isso, Orlando Soares Gaspar, líder da Concelhia do Porto, mantém-se em silêncio, sem confirmar se está incluído no leque de socialistas da estrutura que, desta vez, conseguiram convencer José Luís Carneiro a tentar a sorte.
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Certo é que o autarca está a avaliar os apoios, depois de, por duas vezes no ano passado, ter recusado liminarmente avançar como candidato. E estará apostado em reunir socialistas das várias facções, seja a de Assis, de Narciso ou de Renato Sampaio, líder da Federação, com quem tem mantido uma boa relação e que ainda não confirmou a sua recandidatura. Por sua vez, Pedro Baptista garante, ao JN, que a sua candidatura é "incontornável" e que, nesta altura do campeonato, não está disposto a desistir para dar apoio a José Luís Carneiro.
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Quanto aos putativos apoiantes, mantêm a reserva, sem se comprometer em apoios, quando faltam seis meses para a eleição.
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Para Narciso, "os socialistas preocupados com a situação do partido no Porto têm que ficar a bater palmas" perante a disponibilidade do autarca de Baião. "Já disse bem-vindo a Pedro Baptista. Agora, digo bem-vindo José Luís Carneiro", declarou. "Face ao estado a que o PS do distrito chegou, o melhor que pode acontecer é surgirem candidaturas que valorizem o debate e contribuam para retirar o partido do marasmo, no sentido de evitar a pesada factura que vai suportar nas autárquicas", explicou o ex-presidente da Câmara de Matosinhos. Como exemplo, lembrou o "abandono progressivo" do PS por parte de autarcas de Gaia, como Alcino Lopes.
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Enquanto Assis considera ser ainda "cedo" para falar em candidatura à Distrital, Nuno Cardoso diz "ver com bons olhos o debate político e o aparecimento de diversas candidaturas". Porém, nota que, além de Pedro Baptista, não há ainda mais nenhum candidato e nem Renato Sampaio confirmou se continua.
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No Público de 30/4:
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Orlando Gaspar apela ao PS para travar Narciso Miranda
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O dirigente socialista Orlando Gaspar, considera que há condições para travar uma eventual candidatura independente de Narciso Miranda à Câmara de Matosinhos nas autárquicas de 2009, evitando, assim, que "o partido perca uma das suas câmaras mais emblemáticas". Numa carta que escreveu aos cinco elementos que, além dele próprio, integram a comissão política nacional pelo distrito do Porto (Isabel Oneto, Castro Fernandes, Francisco Assis, Mário de Almeida e Renato Sampaio), Gaspar adverte que "o PS arrisca-se a perder a Câmara de Matosinhos e declara que essa questão os "deve preocupar a todos".
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Ao PÚBLICO, Gaspar disse acreditar que "há ainda condições para sensibilizar Nariso a não protagonizar uma candidatura contra o partido". "Narciso Miranda está muito dorido, porque foi maltratado pelo partido, mas é um homem sensível e se houver um apelo de alguém que ele respeite, talvez possa ponderar melhor", disse o dirigente.
Margarida Gomes
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PEDRO BATISTA no blog serviroporto:
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Com mais uma notícia "metida" nos jornais a dizer que anda a procurar apoios, é o momento de dizer, bem-vindo José Luís Carneiro, à campanha para a presidência da Federação Distrital do Porto! Teremos ocasião de terçar argumentos e de mostrarmos em que somos diferentes e em que pensamos divergente. Mas venha mesmo à luta, não esteja à espera que o Renato Sampaio vá para "outras funções", para ser o José Luís o candidato do "regime" e só o ser nessas condições. É o que se chama esperar sapatos de defunto, não é bonito. Desses "candidatos" há por aí muitos disponíveis... Até porque sabe que isso não vai acontecer, ou não sabe? E, já agora, até pode ir mostrando em que seria diferente do Renato, no que interessa mais: a relação com o poder central; a relação com as concelhias e as próximas autárquicas. Como nunca lhe ouvimos uma palavra crítica, diga lá, em que é diferente? Está a ver, até o estamos a judar...
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Enquanto isto, em Matosinhos estamos todos a olhar par o nosso enorme umbigo sem darmos conta que a «coisa» cada vez mais se vai jogar fora da terra.

29.4.08

160

Publicita-se o envio da seguinte carta no
..............................................http://areservamoral.blogspot.com/

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Exmo Senhor Presidente da Comissão Política Concelhia de Matosinhos
Os membros da lista B receberam uma convocatória para a CPC a realizar em 28 do corrente (2ª feira).
Sobre esta convocatória fazemos as seguintes considerações:
1. As convocatórias começaram a ser recebidas na passada 5ª feira, dia 24, e outras no próprio dia 28, portanto, não respeitando o nº 1 do artigo nº 42 dos Estatutos do PS, que diz que a convocatória deve ser com a antecedência mínima de 6 dias.

(Erro de citação que, provavelmente, não será inocente: o que a norma citada diz é: «a enviar a todos os membros com a antecedência mínima de seis dias»; parece que os seis dias se referem ao envio da convocatória e não à recepção desta.

No entanto não pode deixar de se pensar que, na verdade, deveria ter havido mais cuidado no envio da convocatória, dada a relevância da ordem de trabalhos prevista).

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Poder-se-ia passar por cima deste prazo, se a recepção das convocatórias não fosse feita de modo a que coincidisse com as vésperas da comemoração do 25 de Abril, 5ª feira, seguido do feriado e do fim de semana, impossibilitando qualquer reunião preparatória aos membros da lista B. Houve, portanto, premeditação no momento de envio das convocatórias.
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2. Na ordem de trabalhos não consta a tomada de posse dos membros da CPC, que deveria ter acontecido a 19, como consta da convocatória assinada pelo presidente da CPC cessante, convocatória que não foi mais do que um logro, apenas serviria para ajudar a encher o local da hipotética tomada de posse, Fundação Cupertino de Miranda, devido à presença anunciada de José Sócrates. Aliás, o logro é confirmado pela newsletter da Federação Distrital de 18 de Abril que desmentia a convocatória da CPC de Matosinhos, informando tão sómente a tomada de posse dos presidentes das Comissões Políticas Concelhias.
.
(É uma verdade insofismável que os elementos da C. P. não tomaram ainda posse; e que não a tomaram no comício realizado no dia 18.
Portanto, a eleição do secretariado da C.P.C. pode estar em causa)
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3. Há um processo de impugnação das eleições realizadas em 5 de Abril, o que pode originar, eventualmente, novas eleições e, consequentemente, diferentes resultados eleitorais. Nesta base, seria lógico aguardar pelo resultado da impugnação.
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(Aqui a voz de reserva não tem razão.
A propositura da acção não suspende o efeito da eleição, nem pode a estrutura política parar à espera da decisão que não se sabe em que sentido será, nem quando vai ser proferida.
Acresce que, dados os fundamentos dela que são conhecidos, parece ser de procedência muito duvidosa)
.
Tendo em atenção as considerações atrás expostas os membros eleitos pela lista B não irão comparecer à reunião da C.P.C. de 2ª feira.
Alexandre Lopes
.
E não compareceram!
Mas também não compareceu muita outra gente que foi eleita na lista A.
Que quer isto dizer?
Que o erro e precipitação na convocação da CPC atingiu também as hostes da lista A, cujos eleitos não receberam a tempo a convocatáoria?. Há alguns casos conhecidos.
Que, como sempre se soube, o G. P. meteu na lista «sócios» que só aparentemente estão com ele e quando o calor apertar podem mudar com o vento?
Não seria surpreendente e não fazem mais que seguir o exemplo que vem de cima.
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Abriu-se com esta questiuncula mais uma frente de disputa; e não havia necessidade!
Bastava ter seguido a "caderneta" e poupava-se mais um conflito.
É que quem está contra (aberta ou dissimuladamente) não vai perder uma oportunidade de complicar.
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Finalmente. o teor da carta - a ter sido recebida o que não se sabe, apenas se falou num mail - não foi divulgado à C.P.C.
E devia tê-lo sido.

24.4.08

158

O Tratado de Judas

157

Vale a pena ler a ANA GOMES no causa-nossa
Lá vai o primo Jorge Coelho ficar, mais uma vez, abespinhado!
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Paulo Portas: a impunidade não pode continuar -1
"O Estado quando falha, não lhe acontece nada"... diz Paulo Portas, revoltado. Contra a impunidade com que são cometido erros na Administração fiscal. Queixa-se de que "o Governo anda há três anos a cometer muitos abusos e a praticar irregularidades."

Ao acusar o Estado de "fanatismo fiscal", Paulo Portas puxa pelo oportunismo populista, que é sua imagem de marca: tais acusações vêm de alguém que nunca se preocupou com a gangrena estrutural da fuga aos impostos que este Governo tenta - talvez de forma imperfeita - atacar.

Mas numa coisa Paulo Portas tem razão: "o erro tem de que ter uma sanção" e ninguém deve ser considerado imune contra processos disciplinares, ou judiciais, nem mesmo os que exerceram as mais altas responsabilidades no Estado.
A lei aplica-se de forma igual a todos.
E é por isso que esta cruzada de Paulo Portas contra a impunidade na Administração Pública pode - e deve - voltar-se contra si próprio.
Porquê?
2
Porque foi a incúria (no mínimo) de Paulo Portas pelos interesses do Estado que levou, em 2002, à saída de Portugal do consórcio europeu que estava a desenvolver o novo avião de transporte militar A400M.
A participação portuguesa no A400M incluía uma quota-parte no projecto industrial, de que ficariam responsáveis as OGMA, e que poderia beneficiar outras empresas portuguesas. Mas Portas preferiu desistir do consórcio industrial europeu para adquirir vários C-130J americanos - que afinal não adquiriu, porque como eu e muita gente avisou eram aviões com defeito, que ninguém comprava.
O A400M "custava muito dinheiro", disse na altura Paulo Portas, como uma das justificações para nos fazer desistir - em troca de nada - de um projecto em que Portugal já tinha investido muito dinheiro, incluindo na formação de técnicos e militares. Mas Paulo Portas não olhou a despesas no exemplo de incúria gritante que se segue.(...)
3
Porque foi a incúria (no mínimo) de Paulo Portas pelo interesses do Estado que levou Portugal a enterrar uns faraónicos €1,07 mil milhões na aquisição de dois submarinos - que o país vai ficar a pagar por largos anos - de que o país precisa tanto como ... de um porta-aviões (bem sei, bem sei, que a Marinha invocava o periscópio da Espanha a controlar-nos os mares). Mas a lógica desse contrato começa a ser mais inteligível quando está sob investigação judicial um estranho pagamento na conta em Londres da empresa ESCOM (UK), ligada ao BES, (pelo menos 24 milhões) de onde aparentemente foram desviados fundos para, através de contribuições de militantes imaginários como o tal "Jacinto Leite Capelo Rego", rechear as contas do partido de Paulo Portas... (E não só, e não só!.... uma fonte militar que viveu por dentro o processo da aquisição dos submarinos disse-me recentemente que mal Paulo Portas se meteu a negociar o contrato e fez entrar a ESCOM ao barulho e naturalmente mais gente, de outros partidos na AR, o contrato passou a custar mais 35%! Ao Estado, ao nosso bolso colectivo, sim, sim!)
4
(...)Também foi a incúria (no mínimo) de Paulo Portas à frente do Ministério da Defesa que explica como é que foi assinado um contrato de €450 milhões com a AgustaWestland para a aquisição de uma frota de 12 helicópteros EH-101... sem um contrato paralelo de manutenção e operação dos aparelhos, dos quais agora uns são canibalizados para pôr outros a funcionar. É verdade que a AgustaWestland também tem responsabilidades no cartório, no que toca à falta de peças e às falhas mecânicas que regularmente são referidas na imprensa, e que já causaram acidentes com feridos. Mas já em 2001, houve quem questionasse se não era disparate duplicar os encargos logísticos, adquirindo os NH-90 para o Exército e os EH-101 para a Força Aérea - helicópteros de dimensões e capacidades comparáveis, mas de empresas diferentes. Agora a resposta está aí nos aviões parados e avariados (mas avariadas não estarão provavelmente as continhas bancárias de alguns senhores envolvidos no negócio).
5
Bom, nem vale a pena falar do caso que não é de incúria, mas de despudorada violação criminosa, que levou Paulo Portas a sair do Ministério da Defesa com quase 62.000 fotocópias de documentos classificados como "confidencial", "NATO", "submarinos", "ONU" e "Iraque"; documentos que não são obviamente “pessoais”, como ele alegou, já que se fosse esse o caso, bastaria levar ....os originais.Resumindo, já que Paulo Portas insiste na necessidade de pôr fim à impunidade no Estado e dos seus agentes, porque não apurar a extensão das suas próprias responsabilidades quando foi governante de Portugal? A impunidade não dura para sempre. A de Paulo Portas não pode continuar.

156

Diz-se no http://vimaraperesporto.blogspot.com/ que o hino da campanha do PS em 1976 era este:
.
VITÓRIA – LIBERDADE
Levanta a voz camarada
Vem cantar a nossa vitória
Bandeiras rubras são história
Nossa luta é tudo ou nada
.
Se nas fábricas e nos campos
Camaradas somos o Povo
Todos juntos somos quantos
Vão fazer um país Novo
.
Nem capital nem ditaduras
Nem monopólios nem torturas
A vitória de uma vontade
Socialismo em liberdade
.
Somos a força que trabalha
Não queremos mais exploração
Ponhamos fim à opressão
Ganhemos esta batalha
.
Para todos igualdade
Na paz no pão e na riqueza
Temos connosco a certeza
De lutar pela verdade
.
.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades!

22.4.08

155


154

A dignidade, a verticalidade e a seriedade dos políticos que temos:
(dos jornais de hoje)
1
Contratação de Vitalino prevê discussão com Governo das leis do direito laboral.
Estatuto do provedor das empresas de trabalho temporário atribui função de discutir com poder político propostas legislativas.
2
Líder da Comissão de Orçamento e Finanças presta acessoria ao BPN
Jorge Neto lidera comissão que decidiu realizar um inquérito à supervisão bancária e presta acessoria a instituição investigada pelo Banco de Portugal
.
E por falar em Jorge Coelho: quanto tempo depois de deixar de ser ministra das finanças é que a Manuela Ferreira Leite tomou posse como admnistradora do Santander Totta?

20.4.08

153

A conferência de imprensa do Alexandre Lopes?
Onde foi?
Quem esteve?
O que foi dito?
Em que jornais veio?
Quais os canais de televisão em que passou?
.
O chefe está a trabalhar mal!

19.4.08

152

Noticia-se no site da RTP
Nacional
PS/Matosinhos: Candidato derrotado contra posse de Guilherme Pinto por estarem a correr processos em tribunal
Porto, 18 Abr (Lusa) - O candidato derrotado nas eleições para a concelhia do PS/Matosinhos, Alexandre Lopes, manifestou hoje "indignação" pela marcação da tomada de posse da nova equipa, alegando que estão a correr acções judiciais de impugnação do acto eleitoral.
.
Eu sei que o A. L. não é jurista nem tem formação em direito, mas alguém - ou algum dos muitos especialistas que o patrocinam - lhe devia explicar que a mera propositura de uma acção, ou de uma providência cautelar, não produz, só por si, efeitos na eficácia dos actos visados.
Aqueles contra quem são intentados têm de ser citados para se pronunciarem
E só no fim é que é proferida decisão. E aí sim, se for favorável a quem a requereu, é que produz efeitos.
Podiam, também os juristas que o acolitam explicar-lhe que se queria impedir a tomada de posse deveria ter impugnado no órgão próprio do partido - a Com. Fed. de Jurisdição - a eleição os os cadernos eleitorais.
E, finalmente, deviam ajudá-lo a ler o artigo 8.º dos Estatutos que regula os trâmites da inscrição de militantes.
Sobretudo o respectivo n.º 4 que diz:
.
A inscrição no Partido como militante só se torna efectiva na data de entrada na sede nacional do original da ficha de inscrição regularmente preenchida e aprovada.
.
Mas é evidente que o A. L. não está aqui para discutir direito nem para ter uma postura séria.
Está para alimentar a campanha de vitimização do «chefe»

151


Anunciada, pelo próprio, a candidatura de Neto da Silva a leader do PSD.
É o que lhes falta depois do Dr. Menezes.
Mas era bem feito!
Porque tem andado muito desaparecido convirá recordar que este «homem de negócios» apareceu na vida política como militante da LUAR; depois do 25 de Abril, claro, e brevemente.
Celebrizou-se sobretudo quando, como secretário de estado do Dr. Cavaco anunciou aos portugueses e ao mundo que em Portugal não havia trabalho infantil.

150

Lida a proposta do grupo parlamentar do PS de alteração do Código Civil em matéria de divórcio percebe-se do que se trata.
.
Não é mais do que publicidade enganosa.

18.4.08

149



Satisfazendo uma reclamação expressa em comentário ao post anterior

17.4.08

148

Vão estar em debate, este fim de semana, na Senhora da Hora, os Novos Rumos Para a Esquerda.
O problema é que nem aquela gente é nova nem razoavelmente de esquerda.

147



Porque hoje são 17 de Abril

16.4.08

146

Até há pouco perorava na SIC Notícias o Alberto Martins acerca da alteração que o PS vai introduzir nas normas do direito de família e, sobretudo do divórcio.
Não conhecendo o texto não me é possível ter opinião fundada sobre o projecto; mas,
Como é que um divórcio requerido por um dos cônjuges contra a vontade do outro, em que há que fazer prova da ruptura da vida em comum ou dos factos violadores que o fundamentam, não é litigioso?
.
Claro que esta alteração vem pela mão do nosso querido Alberto Martins.
Como se sabe foi, durante anos, Ministro da Reforma Administrativa.
Não se conhece qualquer reforma que tenha feito; com excepção, claro, da que permitiu a entrada no Ministério Público dos filhos dos amigos sem que tenham tido de passar pelo CEJ.
.
Pode também pensar-se - dada a co-autoria - que é uma justificação «a posteriori» para não se terem pago alimentos (decentes) aos filhos menores.

145

No próximo sábado toma posse, no Porto, a Comissão Política Concelhia de Matosinhos do PS, com a presença do camarada José Socrates.
Porque não há coincidências acidentais:
Local: Fundação Cupertino de Miranda (não podendo assim o N. M. dizer que foi ele que construiu o edifício onde o evento ocorre);
Hora: a mesma em que, na Sr.ª da Hora, decorre um encontro sobre os "Novos Rumos para a Esquerda".
Ele há coisas ...
.
.
Em tempo: acabo de ler, por aí, que é a tomada de posse de todas as concelhias do distrito. Mas não justificará eliminar o que acima vai escrito.

144

Mão amiga fez aqui chegar isto:


ACÓRDÃO


Veio o camarada Artur Rodrigues Pereira dos Penedos apresentar ao Presidente desta Comissão Federativa de Jurisdição a participação que deu origem aos presentes, para efeitos de instauração de procedimento disciplinar contra o camarada João Vieira, ali denunciado.
Imputa-lhe a prática recorrente de actos que, no entender do participante, constituem graves violações dos «princípios e valores» do Partido o que se materializaria na crítica a camaradas que o denunciado fará em artigos e opinião que publica em órgão da Comunicação Social.
Junta fotocópias de três páginas de edições do jornal “Novas do Vale do Sousa” a saber:
- Pag. 10 da edição de 30 de Novembro de 2007 que contém, sob a epígrafe “Opinião”, um texto intitulado «O Presidente da Câmara de Lousada o Dr. Marco António e a bugiada...»;
- Pag. 13 da edição de 21 d Dezembro de 2007 na qual sob a mesma epígrafe é publicado um texto com o título «O agradecimento – a enomância e a “chapelada” ...»
Ambos estes textos serão da autoria do denunciado, que os subscreve e cuja fotografia os acompanha.
- Pag. 13 da edição de 28 de Dezembro de 2007.
Esta página contém, além de uma notícia sobre o Centro de Saúde de Paços de Ferreira e outra sobre o INEM, um texto que pretende ser irónico sob o título “Cem projectos para 100 ideias”.
Supõe-se que é a este texto que o denunciante se pretende referir dado que nele vem sobrelinhado um parágrafo no qual se lê «O José Vieira escreveu 100 artigos no jornal contra a governação direitista do Governo mas foi inútil porque ninguém está interessado na sua opinião excepto o CDS local».
Dado que o referido texto não está assinado e da sua leitura se pode razoavelmente concluir que não será da autoria do denunciado, deverá entender-se que o denunciante o pretende usar como prova instrumental. Dele se deverá concluir que o denunciado “escreve contra o Governo” o que, em sua opinião, constituirá infracção disciplinar.


Afirma o participante que não quer, com a sua iniciativa, pôr em causa a liberdade de expressão de quem quer que seja. Não parece, contudo, ser a defesa desse valor que anima a participação que deu origem aos presentes.


A Liberdade de Expressão é um dos Direitos Fundamentais dos cidadãos, que vem consagrado na Constituição da República, no capítulo que consagra os direitos liberdades e garantias pessoais, e que expressamente consigna no n.º 1 do artigo 37.º que «todos têm direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio...».
Acrescentando no n.º 2 do mesmo artigo que «o exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura».
O Partido Socialista, como partido democrático que é, consagra logo no artigo 5.º dos seus Estatutos que «... reconhece a todos os seus membros liberdade de crítica e de opinião» ressalvando, bem, que exige «o respeito pelas decisões tomadas democraticamente nos termos dos presentes Estatutos».
É inequívoco e claro o sentido desta norma estatutária: todos podem pensar o que bem entenderem e criticar toda e qualquer posição do Partido, no Partido e acerca do Partido. Devem, contudo, respeitar as decisões tomadas democraticamente. Respeitá-las e acatá-las, mas não abster-se de sobre elas ter e tomar posição.

Nesse mesmo sentido o teor da alínea c) do artigo 15.º dos Estatutos que impõe aos militantes «...respeitar , cumprir e fazer cumprir... as decisões dos órgãos do Partido»; e não aceitar acrítica e acefalamente essas decisões.
O Partido não tem nem formula Dogmas, e não tem como objectivo eliminar a capacidade de discussão e crítica.
A discussão pública, mesmo através da imprensa, de opiniões e conceitos, da aplicação das ideias e concepções às questões e interesses nacionais e locais é uma forma digna e louvável de intervenção política.
Aquele que afirma publicamente o que pensa expõe-se franca e abertamente aos seus concidadãos e não pode por isso ser penalizado.
O denunciado nos escritos que publicou exerceu esses seus direitos dentro dos limites do razoável, do lícito direito de crítica e opinião, sem excessos manifestos.
Não pode ser censurado pelo exercício de um direito fundamental de cidadania.
Dar seguimento à participação apresentada com instauração do pretendido procedimento disciplinar seria, isso sim, infundado e injustificado atentado à Liberdade de Expressão.
Se alguma coisa tem de questionável os escritos do participado serão o estilo da prosa e o gosto no tratamento dos assuntos. Felizmente a esta Comissão Federativa de Jurisdição não estão cometidas atribuições no campo da crítica literária.
Por tudo quanto vai aduzido decide-se arquivar a participação apresentada, sem instauração de procedimento disciplinar.
Dê-se conhecimento do presente acórdão a participante e participado.






10.4.08

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Essa figura impar do jornalismo isento, impoluto e digno, que na bloguesfera matosinhense é conhecida pelo "petit nom" de Agostinho Rafael escreve no blog que anima, oportodeleixoes:
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Guilherme Pinto passou ao ataque. Com extrema dureza. Em entrevista ao JN de hoje, depois do "suplemento" que constituiu a vitória nas eleições para a "Concelhia" do PS, o autarca dedica atenção quaseexclusiva a Narciso Miranda, que considera o grande derrotado do fimde-semana passado. O "sound-byte" mais forte está logo no título daentrevista: "Fui traído por Narciso de forma desonesta".
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Suplemento !
Suplemento ??
Será alguma insinuação?
Será ignominiosa? Ou mesmo difamatória?
É que por acidente não foi seguramente.

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E os casos exemplares que a
http://areservamoral.blogspot.com/
-------------------------cita são: Valentim Loureiro
------------------------------------Isaltino Morais
---------------------------------------------e
------------------------------------Fátima Felgueiras
-
-
Lá saberão porquê!

9.4.08

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Meus queridos amigos...

...ou a RESERVA MORAL em acção

8.4.08

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Reserva Moral ?
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Considerando a prática política, a actividade pública e a vida privada que são conhecidas, do Narciso Miranda, só por desajustado escárnio ou injustificado mau senso se pode considerar que seja reserva moral de qualquer valor ou princípio

6.4.08

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Resultados eleitorais da Secção do Matosinhos do PS
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Lista A –António Parada 450
Lista B – Isaías Nora 70
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Curiosamente, ou talvez não: o resultado para a concelhia foi exactamente o mesmo.
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Quer isto dizer, além do mais, que dos votos que elegeram o G. P. cerca de 1/3 são da secção/freguesia de Matosinhos.
O mesmo se passou nas outras secções onde fica a dever a vitória aos militantes que o apoiaram apesar de, normalmente, não lhe merecerem nem respeito nem consideração.
E daqui não podem deixar de ser extraídas conclusões que tem de marcar o futuro próximo quer dentro do PS quer nas autarquias.
Em primeiro lugar que apesar de o GP – traindo como sempre os compromissos assumidos – ter ignorado os militantes das secções e sobretudo da de Matosinhos na elaboração da lista para a Câmara (cozinhada como se sabe pelo N. M. e pelo J. Coelho), esta secção fez ainda um esforço para o levar à vitória.
Mas não pode esperar que isto suceda indefinidamente e sem custos políticos.
Ninguém está para lhe aturar «ad eternum» os desmandos, pusilanimidades e as sempre presentes traições.
Não há ameaça de candidatura independente do N. M. que lhe garanta que vai continuar a ter este apoio.
Vai ter de o conquistar e de o merecer.
Se quiser continuar a tê-lo vai ter de respeitar com os que agora ainda o apoiaram.
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Depois vai ter de modificar a relação da Câmara a que preside com as juntas de freguesia e, sobretudo, com a de Matosinhos.
Chegou necessariamente ao fim o período de pretender rivalizar com as juntas, instrumentalizar as suas actividades e, sobretudo pôr fim ao comportamento vergonhoso de pretender assumir como suas as iniciativas destas.
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Tem ainda de começar a discutir e a falar de política. Apresentar propostas e propor soluções.
Notar-se-á que se apresentou ás eleições sem que seja conhecida, já não direi moção, mas ao menos três linhas de proposta estratégica.
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Finalmente tem de ter consciência que o apoio que o pode levar a uma eventual vitória nas eleições vem do esforço dos secretários coordenadores e das estruturas das secções. Não da «clique» que o rodeia, que está com ele mas que na primeira curva pode deixar de estar, que não respeita nem valores nem pessoas. E que ele conhece bem pois é feito dessa mesma massa.




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Também é da Reserva Moral?

136


5.4.08

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Está nos jornais, e anda por aí no ar, a discussão acerca das fraudes nas eleições do PS.
Publicam-se, para esclarecimento dos cépticos, as normas respectivas
ESTATUTOS APROVADOS NA COMISSÃO NACIONAL DE 11 DE JANEIRO DE 2003

CAPÍTULO II
DOS MILITANTES E DOS SIMPATIZANTES DO PARTIDO
Artigo 7º
(Da inscrição e do registo no Partido)

1 - A inscrição como militante no Partido Socialista é individual e pode ser apresentada em qualquer estrutura do Partido, em impresso próprio, assinado pelo requerente e por dois proponentes, membros do Partido há mais de seis meses.
...
7 - Até final de Março de cada ano, será enviada obrigatoriamente a todas as estruturas de base pelo Secretariado Nacional, com conhecimento às Federações, o recenseamento actualizado dos membros do Partido aí inscritos, bem como dos simpatizantes que se registaram junto de secções de base.

Artigo 8º
(Da aceitação da inscrição)

1 - O pedido de inscrição no Partido como militante é imediatamente comunicado à secção de residência e à Federação correspondente ao domicílio do requerente.
2 - O requerente considera-se tacitamente admitido como militante do Partido Socialista desde que o Secretariado da secção de residência não se pronuncie negativamente no prazo de trinta dias, contados da comunicação referida no número anterior, sem prejuízo do disposto no número seguinte.
3 - Cabe à Comissão Política Nacional, após pareceres do Secretariado da secção da residência competente e do Secretariado da Federação respectiva, deliberar sobre o pedido de inscrição de antigos militantes do Partido Socialista ou de qualquer outro Partido.
4 - A inscrição no Partido como militante só se torna efectiva na data de entrada na sede nacional do original da ficha de inscrição regularmente preenchida e aprovada.

Artigo 18º
(Da capacidade eleitoral)

1 - têm capacidade eleitoral activa os membros do Partido constantes do recenseamento referido no nº 7 do artigo 7º, com mais de seis meses de inscrição no momento do acto eleitoral.
A capacidade eleitoral passiva para os órgãos do PS adquire-se após seis meses de inscrição, excepto a capacidade para a eleição para Secretário-Geral, a qual se adquire após dezoito meses de inscrição.

31.3.08

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Como vai o «engenheiro» reagir à intolerável tentativa de interferência da igreja na lei do divórcio?

30.3.08

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Acabo de ouvir as declarações do ministro Manuel Pinho na TVI, sobre a entrevista do António Borges ao "Público".
Não sei se o que ele ali diz é verdade, contudo,
O problema do «homem do BES» no governo não é só não se acreditar nele; é não se acreditar que seja sério.

29.3.08

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Está constituída e é conhecida a lista que o Guilherme Pinto vai encabeçar na candidatura à C.P.C. a qual, em princípio, dados os apoios que tem na estrutura, deverá ganhar as eleições do próximo dia 5.
Pena que o voto secreto nos impeça de saber se todos os que a constituem vão votar nela!
Vale, de todo o modo a pena, analisar a sua constituição.
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Antes de mais devem revisitar-se as razões pelas quais é o G.P. que se candidata á liderança local.
O Manuel Seabra tinha esgotado um ciclo de liderança da concelhia, caracterizado pelo total desaparecimento da vida política activa, quer da estrutura partidária quer dele próprio. Nos últimos tempos até as meras convocatórias para as raras iniciativas partidárias eram assinadas em conjunto por ele e pelo G. P.
Esta omissão de actividade não foi acidental. Percebe-se claramente que foi uma estratégia de sobrevivência pessoal.
Como ele próprio disse o seu ciclo político em Matosinhos estava acabado. Nem tinha alternativa a propor, nem capacidade de criar uma, nem coragem para a levar adiante.
Claudicou completamente na capacidade de colocar os «seus» na constituição da lista que ganhou a Câmara. Tinha prometido que os faria entrar em paridade com os indicados pelo G. P. e não meteu nem um. Como se sabe a lista foi feita pelo N. M. e apadrinhada pelo Jorge Coelho.
Restava-lhe recuar para uma posição que lhe assegurasse a calma e o conforto da segurança e a proximidade do poder, condições para fazer singrar uma carreira partidária.
Deixou órfãos os que se reuniam à sombra da sua bandeira e que agora repartem entre si – ainda amigavelmente – os restos do poder. Órfãos de factor aglutinador; não de liderança, de ideologia, de conceitos e interesses comuns porque esses nunca existiram, já que M. S. nunca teve capacidade de os criar.
Perante esta fuga «gueterro-barrosista» poderia ter avançado para a liderança uma das figuras que o apoiavam, designadamente um dos secretários coordenadores. E vários deles ponderaram essa possibilidade.
Em rigor nenhum dos possíveis candidatos conseguiria reunir um apoio unânime, nenhum tinha força para avançar em confronto com os demais.
E sobretudo nenhum quis enfrentar uma questão mais complicada: com uma eventual candidatura independente do N. M. a pôr em risco a vitória nas autárquicas, o líder da concelhia era o primeiro responsável político pela eventual derrota. (Mal, do meu ponto de vista, porque é óbvio que a decisão vai ser avocada por Lisboa).
Perante isto resolveram uma coisa mais simples: se o G. P. quer ser candidato à Câmara que assuma a responsabilidade política disso.
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Voltando à lista, se analisarmos a sua constituição verificaremos que integra diversas matrizes do PS concelhio:
Em primeiro lugar aqueles que há muito, por diversas e diferentes razões, estão contra o N. M., e que estavam acantonados nas hostes seabristas.
As razões da divergência raramente são ideológicas ou políticas e antes se devem a questões pessoais, a conflitos de interesses, a razões menores.
Não tem unidade entre si, movem-se segundo interesses díspares, dificilmente constituirão um grupo coeso e articulado na concelhia até por não conseguirem encontrar uma liderança capaz.
Terão portanto dificuldade em sobreviver como facção organizada, dissolver-se-ão na voragem dos interesses e das questões concretas.
Ainda por cima vão ser obrigados a fazer campanha autárquica com e pelo G. P. - pois que muitos são presidentes de junta ou candidatos - quando sempre estiveram contra ele, discordam da forma como conduziu a gestão camarária e sofreram a má relação que teve com as Juntas.
Vão eleger uma parte significativa da C. P. C. porque conseguiram impor ao G. P. a colocação de gente sua em lugares elegíveis.
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Em segundo lugar temos a coorte dos arrolados pelo G. P e que integra vereadores, administradores de empresas municipais, assessores, avençados, funcionários municipais, dirigentes de cooperativas de construção, etc, etc, etc.
E a figura inefável da senhora da DREN, de narcisismo até agora inquebrantável.
Desta turba é muito difícil saber quem e quais as posições que vão assumir na C. P. C.
Quantos se manterão fiéis ao G. P., quantos se bandearão imediatamente com o Alexandre Lopes, quantos se conservarão no limbo a ver em que param as modas. A muita desta gente conviria uma candidatura do N. M. nas listas do PS para evitar ter de se definir.
Alguns não poderão deixar de estar com uma candidatura independente, assim arruinando longos e cuidados anos de militância.
È aqui que está a incógnita da futura C. P. C. Para que lado cairão no momento próprio (vamos ver muitas votações por voto secreto).
Com jeito ainda vamos ver a C. P. a propor a candidatura do N. M. pelo partido.
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Finalmente deve haver os incondicionais do G. P., que lhe serão leais.
Agradeço a quem souber onde estão e quem são, que me venha esclarecer.

129


27.3.08

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Publico, por o ter por interessante um comentário de CARLOS ALBERTO
http://cadsf.blogspot.com/
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1º – Convergimos na ideia de que a discussão interna, sobre a questão candidato a presidente da CM Matosinhos, deverá iniciar-se o mais cedo possível. Eu, prefiro que seja após o próximo verão.
2º – Qualquer militante, tem direito a apresentar-se como candidato a qualquer lugar de representação do partido, incluindo a CM Matosinhos.
3º – Guilherme Pinto, será o meu candidato, por tudo o que no meu artigo referi.
4º – Candidatos bacteriologicamente limpos, não conheço. Deus nos livre de uma Republica governada por Homens virtuosos. Veja-se a republica islâmica do Irão. Aliás quando partimos em busca de candidatos, moralmente superiores, acabamos por ver eleitos tipos como o ex.governador de NY, que se demitiu nas circunstâncias de todos conhecidos. Veja até que se apresenta uma candidatura à CPC, em nome de uma pertença reserva moral, seja lá isso o que for.
5º - Parece-me que o Leixão aponta para factos passados de alguém, mas que já foram avaliados e aferidos por quem tinha competência para tal. Se o fez mal, quem o fez, viverá com isso na sua consciência. Todo o individuo é considerado inocente até sentença transitada em julgado. A Justiça, mal ou bem, fez o seu trabalho.
6º – Eleição (primárias), e aqui aproveito para responder também a E.A..O debate interno a acontecer, terá de ter conclusões. Mas serão ilações fiáveis, se no jogo apenas participar uma equipa, e outra estiver a correr por fora, e apenas ficar-mos pelo debate. Não. Tem de haver respostas que indiquem claramente o que os militantes querem, e essas só podem ser aferidas com rigor, através do voto, e pela escolha em consciência da solução que considerada melhor para o partido e para o Concelho.
Preocupações, quanto ir colocar em evidência tudo de mau que aconteceu, ou com climas de guerrilha, para mim não serão maiores do que as que já hoje ocorrem. Com uma agravante, um dos lados ao colocar-se fora da corrida, não participa de forma solidária no esclarecimento. Foge ao debate e vitimiza-se. Acha mesmo que após as eleições do dia 5 de Abril, próximo, haverá acalmia. Não nos iludamos. Por isso considero que temos de trazer para o terreno do jogo, todos os PLAYERS, todos sem excepção. Como é evidente, tudo isto passa por uma condição, é a de todos acordarem em aceitar democraticamente aos resultados da votação.

Com submissão de todos ao escrutínio dos militantes, o vencedor sairá com uma legitimidade inquestionável. Não haverá mais Vassalos escolhidos ao “milímetro” por Suserano, onde se pretendia que o “eleito” fosse a sua marioneta, mas que afinal, espanto dos espantos, tem vida própria.
Quem não aceitar tal escrutínio, e quiser correr fora do partido, demonstra, que ao contrário dos sermões radiofónicos, se apresenta como candidato revanchista, que quer ajustar de contas com o passado, um voltar atrás para refazer a história. E tratando-se de refazer a história, apenas os regimes autoritários, Fascistas e Comunistas, são exímios nesse tipo de questões. Quando Estaline começou a ficar farto das críticas da esposa de Lénine, Nadejda Krupskaia, disse-lhe: "Ou te portas bem, ou arranjamos outra viúva para o camarada Lénine". Mas felizmente vivemos em Democracia, e a nossa história é o que é.
Realmente pode-se questionar, da conformidade com os estatutos, de um acto eleitoral dessa natureza, mas tudo passaria pela forma como o problema fosse abordado. Havendo vontade e todas as partes, este seria o menor dos problemas.
Cumprimentos
Carlos Alberto Ferreira
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Permito-me tão só um comentário:
O princípio da inocência, que é um princípio fundamental e inquestionável é um principio do direito processual penal.
Não se aplica aos «julgamentos» políticos.
No campo da política os cidadãos não aplicam leis (strictu sensu); julgam as competências desempenhos e intervenções políticas.
Trazer para o campo da política os conceitos juris-penais é o argumento das Fátimas, dos Valentins, dos Isaltinos, dos Avelinos.
E dos Narcisos.
O argumento seguinte é: o povo julgou-me nas urnas, estou inocente!

24.3.08

22.3.08

126

Mobiliário Político


Peças únicas e em série para organizações partidárias





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! ! ! ! !

20.3.08

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Ainda não ouvi nenhuma tomada de posição do Governo, nem do nosso intrépido Ministro dos Negócios Estrangeiros, acerca dos incidentes do Tibete.
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E o homem que foi tão enérgico e decidido a recusar receber o Dalai Lama.

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O novo
chefe de redacção
do

JORNAL DE NOTÍCIAS !

17.3.08

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A tronitruante entrevista do Isaías Nora ao “Jornal de Matosinhos” contém afirmações, imputações e insinuações que se fossem verdadeiras seriam de uma gravidade insofismável.
Só não se percebe porque não apresenta queixa directamente ao MP e aos órgãos competentes do partido.
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Afirma, entre outros mimos:
- Que diversos secretários coordenadores fizeram desaparecer fichas de inscrição de militantes;
- Que o Secretariado da Secção de Matosinhos rasgou, em 2006, fichas de militantes afectos a Narciso Miranda (terá sido ele que as rasgou, já que também pertencia a esse secretariado? Ou seriam dos 27 militantes que viviam todos num mesmo andar junto à praia?);
- Que o G. P. tem passado maoísta; e que por isso não é um verdadeiro democrata capaz de conviver com a democracia e a liberdade. (será melhor o Nora não se chegar a os órgãos dirigentes do partido, senão passa a vida a tropeçar em ex-maoístas);
- Que os espíritos tortuosos – Miranda, Seabra, Renato Sampaio e Parada - conceberam um projecto verdadeiramente insidioso: convencer os militantes a votar na lista do Alexandre Lopes tudo para queimar o G. P.
de difícil compreensão quanto à utilidade da manobra, mas é tão retorcido, tão dramático, tão enviesado que não pode ter saído só da cabeça do Nora; Deve andar aqui mão teatral);
- Que há uma empresa administrada por pessoas do PSD que paga quotas de militantes do PS, em proveito do Parada (sempre gostava de ver a contabilidade desta empresa);
- Que há militantes bissexuais ou «gilettes»: são do PSD mas vêm votar no PS arregimentados pelo Seabra e pelo Parada
.
A uma mente sã parece evidente tratar-se de um chorrilho de mentiras divulgado irresponsavelmente por quem não tem sequer capacidade de se proteger quando lhe põem um microfone à frente.
.
Mas se os visados deixarem passar sem resposta adequada são eles que ficam mal na fotografia
.

121


Do Narciso Miranda, vem hoje no “Público” (mais) uma longa entrevista que não traz nada de novo; continua no muro das lamentações.
Um mérito o homem tem que é inegável: a grande capacidade de se projectar na comunicação social.
É certo que, para apimentar, traz mais umas inverdades sobre os acontecimentos da Lota, remetendo para o relatório final, o qual – também ele – distorce completamente o que foi apurado no inquérito realizado.
Bastará lembrar quem o assina – Almeida Santos, Vera Jardim e Jorge Lacão – saber que relações tinham, e têm (?), com o N. M. para se perceber porquê e como chegaram a essas conclusões.
Esta vertente lamentatória e vitimizadora vai-se manter, sem qualquer dúvida até ás eleições do partido.
A partir daí tudo terá, necessariamente de ser diferente.
Terá de se iniciar a discussão política.
Quem quer que ganhe a concelhia não pode deixar de colocar à discussão interna a questão de saber quem será o candidato do partido à Câmara. E quem quer que queira ser candidato não pode deixar de aí colocar a questão.
E ficar-se-à, finalmente a saber o que diferencia os candidatos, os projectos, a política.
O que o N. M. refere hoje na entrevista, e noutras intervenções que tem tido é pouco para pôr em causa a actual gestão camarária.
Tem de ir mais longe, ser mais claro e criticar de forma visível. Não basta dizer que alguns projectos que deixou não foram levados a termo da maneira que os entendia.
Tem de enunciar o que está mal, o que ficou por fazer e o que vai fazer se ganhar a Câmara
Do lado do G. P., e dos actuais vereadores que estiverem com ele, temos de saber o que estava mal na anterior gestão e mudaram, que ideias e conceitos introduziram de novo, que projectos novos têm que alterem o curso das coisas, pois só isso pode justificar uma recandidatura.
Ser candidato só porque se é presidente é um mau fundamento (que também se aplica a Vila do Conde e a St.º Tirso)